21 agosto 2011

Torre solar no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é como uma mulher bonita. Há sempre muito espaço para torná-la mais linda ainda e tudo lhe cai muito bem.Vejam só que maravilha: uma empresa suíça elaborou um projeto lindíssimo e ousado que vai acrescentar mais belezas à Cidade do Rio de Janeiro, em comemoração às Olimpíadas de 2016. Chama-se "TORRE SOLAR DAS OLIMPIADAS DE 2016 DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Tudo isso vai ser iluminado com luz solar, gerando uma movimentação d'água como se fosse uma cachoeira. Será edificada na entrada da Baia da Guanabara e será mais um ponto turístico do mesmo nível do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar.
Trata-se de uma estrutura vertical, localizada na ilha de Cotonduba, na entrada da Baia da Guanabara, que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016.
Projectada pelo gabinete RAFAA, sedeado em Zurique, na Suíça, e denominada «Solar City Tower», esta estrutura foi escolhida como a resposta adequada à proposta inicial e tem a potencialidade de gerar energia suficiente não só para a aldeia olímpica, como para parte da cidade do Rio.
A sua concepção permite-lhe aproveitar a energia solar diurna através de painés localizados ao nível do solo, ao mesmo tempo que a energia excessiva produzida é canalizada para bombear água do mar pelo interior da torre, produzindo um efeito de queda de água no exterior. Esta água é simultaneamente reaproveitada através de turbinas com o objectivo de produzir energia durante o período nocturno.
Estas características permitem atribuir o epíteto de torre sustentável a este projecto, dando continuidade a alguns dos pressupostos do «United Nation´s Earth Summit» de 1992, que ocorreu igualmente no Rio de Janeiro, contribuíndo para fomentar junto dos habitantes da cidade a utilização dos recursos naturais para a produção de energia.
A Solar City Tower engloba ainda outras funcionalidades. Anfiteatro, auditório, cafetaria e lojas são acessíveis no piso térreo, a partir do qual se acede igualmente ao elevador público que conduzirá os visitantes a vários observatórios, assim como a uma plataforma retráctil para a prática de bungee jumping.
No cimo da torre é possível apreciar toda a paisagem que circunda a ilha onde estará implementada, bem como a queda de água gerada por todo o sistema que integra a Solar City Tower, tornando-a num ponto de referência dos Jogos Olímpicos de 2016 e da cidade do Rio de Janeiro.

Ponte do Fundão

A ponte sul da Ilha do Fundão, atualmente em obra e com previsão de inauguração em outubro deste ano, foi projetada para desafogar o trânsito intenso na saída da ilha e servir como cartão postal para quem chega à cidade do Rio de Janeiro, vindo, sobretudo, do aeroporto internacional do Galeão - Antônio Carlos Jobim. Construída sobre o canal do Fundão, a ponte liga o Sul da Cidade Universitária, pela avenida Pedro Calmon, à Linha Vermelha, na direção do Centro da cidade, em sentido único (duas pistas para saída de carros da ilha). Além da arquitetura, a obra de arte chama atenção pelo modelo de contratação e gestão da obra e sua inserção em um projeto mais amplo de revitalização de uma área deteriorada da baía de Guanabara.
"A revitalização ambiental do Canal do Fundão responde a um passivo ambiental de muitos anos, que é o assoreamento desta área. Aqui existiam nove ilhas que foram aterradas entre as décadas de 40 e 50 e viraram uma ilha só. Além disso, no lado do continente, houve o crescimento de comunidades no entorno que também contribuiu para a diminuição da passagem de água, estreitando o canal. Isso provocou o assoreamento intenso da região. Indústrias de todos os tipos, curtume, metalurgia etc. contribuíram para a contaminação tóxica dos sedimentos da região, numa época em que a legislação ambiental não era rígida", explica o subsecretário de projetos e intervenções especiais da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro, o engenheiro Antônio da Hora.
Desassoriar, dragar e ver onde lançar esses sedimentos contaminados: aí vem um dos principais desafios do projeto, intensamente discutido não só dentro da área técnica do governo, mas na comunidade acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que é quem vai receber os sedimentos. O projeto foi debatido entre o Governo do Estado, as empresas contratadas, a Fundação Universitária Bio-Rio e o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras. Ficou pronto em 2008 e começou a ser executado em maio de 2009, com previsão de término em dezembro de 2011.
O gasto total das obras é de R$ 292.250.000. Sobre o modelo de financiamento adotado, a lei estadual 3.467 de 14/9/2000 (artigo 101) permite que multas sejam convertidas em obras e serviços ambientais. O dinheiro vem, então, da Petrobras, por meio de um convênio assinado entre a empresa, o Governo do Estado, a Procuradoria do Estado e a Fundação Universitária Bio-Rio. À medida que é atestado que o dinheiro foi empregado na obra, multas da empresa são abonadas. O dinheiro sai dos caixas da Petrobras diretamente para a UFRJ, por meio de sua fundação, que é quem fez os editais de contratação, os pagamentos e a fiscalização das obras. O governo acompanha o projeto para ver se cada etapa foi cumprida conforme o proposto.
No projeto inicial, seriam gastos R$ 194.740.000 e haveria um conjunto menor de obras: dragagem de 4 mil m do canal, o plantio e recuperação de manguezais e o paisagismo das áreas da Cidade Universitária onde estão sendo depositados os resíduos contaminados oriundos da dragagem. Mas os resultados positivos ? diminuição do odor ruim e melhoria dos aspectos ambientais e estéticos do local com as obras feitas até então ? fizeram com que o Estado e a Petrobras resolvessem ampliar o projeto para um conjunto maior de obras: extensão do trecho dragado, o saneamento e urbanização de uma vila com 1.700 residências, a saída Norte da Ilha do Fundão para a Ilha do Governador e a ponte estaiada. Para esse conjunto de obras da segunda fase, foi feito um aditivo de contrato no valor de R$ 97.510.000.
A primeira fase do projeto envolve a dragagem de 4 mil m do canal, o plantio e recuperação de manguezais e o paisagismo das áreas da Cidade Universitária onde estão sendo depositados os resíduos contaminados oriundos da dragagem. A segunda etapa inclui extensão do trecho dragado, o saneamento e urbanização de uma vila com 1.700 residências, a saída Norte da Ilha do Fundão para a Ilha do Governador e a construção da ponte estaiada.
A ampliação da região dragada de 4 mil m para 8 mil m é uma reivindicação da Associação das Empresas do Caju e da Ilha do Fundão (AECI), que estima que a melhoria do canal possa gerar cerca de 6 mil novos empregos. Já a ponte estaiada e a urbanização da vila são reivindicações da UFRJ, como consta no Plano Diretor UFRJ 2020, aprovado pelo Conselho Universitário em novembro de 2009. A expectativa de circulação na ponte é de cerca de 20 mil a 25 mil veículos por dia, segundo Antônio da Hora.
O projeto da ponte
A ponte foi projetada pelo arquiteto Alexandre Chan, da PCE Projetos e Consultoria de Engenharia, o mesmo que projetou a ponte sobre o lago Paranoá, no Distrito Federal, considerada em termos técnicos não uma ponte estaiada, mas uma ponte de arcos com cabos, embora também possua estais. A luminotécnica ficou a cargo de Peter Gasper ? iluminador nascido na Alemanha que fincou carreira no Brasil projetando as luzes de obras grandiosas como o Sambódramo (RJ), a Catedral de Brasília, a Praça dos Três Poderes (DF), o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (RJ), todas obras de Oscar Niemeyer, a barragem de Itaipu e a recente iluminação do Cristo Redentor (RJ). O cálculo estrutural foi feito pela V. Garambone Engenharia e a obra está sendo executada pela Construtora Queiroz Galvão.
A ponte possui pilone único, construído em concreto armado, que ancora 15 estais metálicos em plano central único, dispostos em formato leque-harpa e apoiando tabuleiro em progressão longitudinal de caixas de concreto armado visando à construção por balanços sucessivos, contrabalançados por três pares de estais traseiros em dois planos. A opção pela ponte estaiada e pelo apoio único se deu pelas condições do solo, que tem partes aterradas nas duas margens, sendo o solo do continente desprovido de terreno seco disponível. A solução foi localizar o apoio único na Ilha do Fundão.
As obras da ponte começaram em julho de 2010 e têm previsão de término em outubro de 2011. Na segunda semana de junho, o quarto estai foi colocado, faltando 11 para a conclusão da obra. De dez em dez dias um estai é colocado. "O sistema estaiado tem caído no gosto não só pela beleza, mas porque permite a construção progressiva das lajes, o que facilita a construção", opina o arquiteto Alexandre Chan.
A altura do pilone único é de 95,5 m a partir do bloco de fundação até o mastro do para-raios e sinalização de navegação aérea. Seu formato é compacto, evitando as soluções em A ou Y invertido, retratando os esforços estruturais principais provenientes dos estais. A área do bloco principal de fundação é de 360 m². Não há pilares de apoio nas águas do canal, opção feita em nome do meio ambiente e da proteção dos manguezais existentes na região.
O tabuleiro básico da ponte é formado por duas pistas separadas pelo plano único de estais, de mesmo sentido de trânsito, e largura livre de 4,5 m cada. Segundo Chan, as pistas são maiores do que as tradicionais, de cerca de 3,5 m de largura, para dar mais conforto aos motoristas. Não há passeios para pedestres ou vias para bicicletas. O tabuleiro é construído em concreto armado aparente, em lajes modulares em formato usual de caixas para serem montadas em balanços sucessivos, com perfil ascendente da ilha para o continente.
O vão de travessia do canal sustentado por estais é de 172 m. O comprimento total da ponte é de 780 m. A área total da obra, incluindo a rótula de acesso, é de 11.550 m². Há 70 estacas em blocos de fundação no pilone e 27 estacas em cada um dos dois blocos traseiros.
O percurso da ponte começa em uma rótula que conjuga a avenida Pedro Calmon e outras vias internas da Ilha do Fundão, prossegue em mão única permitindo troca de faixa até o interior da ponte, onde não há opção para troca de faixa. Esta condição é recuperada após o último estai, já no continente. Deste ponto, as duas faixas prosseguem em curva até sua conversão em uma única em acomodação com a Linha Vermelha, sentido Centro da cidade e zona Sul.
O curto percurso e a busca da simplificação no projeto estrutural levaram à opção pela bifurcação da pista junto ao pilone, diminuindo a velocidade de acesso e obrigando à escolha prévia das faixas, sem opção de desvio no interior da ponte, dividida pelo plano de estais.
A altura livre mínima para navegação, no início da ponte, é de 9,9 m, o que permite a passagem de embarcações de pequeno porte. Segundo o arquiteto, não houve exigências quanto à altura para navegação, por isso o desenho do tabuleiro é quase reto.
A opção pelo concreto armado foi um diálogo entre o arquiteto e a construtora. Embora o arquiteto preferisse o aço, o concreto foi escolhido para facilitar a execução da obra e o cumprimento dos prazos. O aço só seria essencial no caso de uma estrutura muito pesada ? o que não é o caso de uma ponte de apenas duas faixas e sem passagem de pedestres ? ou se houvesse estruturas muito finas, como um pilone mais fino. O cimento utilizado é em cor clara e não será pintado.
Para a construção das pistas, foi feita uma modulação do terreno na região do pilone. Em cima disso, será feito um paisagismo com palmeiras imperiais, arbustos e flores brancas. Na avenida e nos canteiros não haverá projeto de iluminação, que ficará restrita ao vão estaiado.
O paisagismo também é um projeto de Alexandre Chan. Além das áreas de acesso à ponte, o projeto inclui o paisagismo das duas áreas onde serão despejados o material contaminado resultante da dragagem. As áreas com paisagismos não são prioritariamente destinadas a passeio. Haverá espaço para caminhadas, mas não para bicicletas, por exemplo, porque o terreno com o material contaminado não suporta. Por isso também não haverá iluminação nos jardins.
No projeto paisagístico, há também um repuxo de 20 m de altura, que já está pronto, situado no canal, próximo à ponte. Ambos, na opinião do arquiteto, são o símbolo da revitalização ambiental da Ilha do Fundão. "O repuxo, por exemplo, faz parte do projeto paisagístico e é um símbolo do projeto, já que as águas estão mais purificadas. Podemos ver uma água do próprio canal, saindo pelo repuxo, agora com aspecto muito mais limpo", diz.
Material contaminado
A Revitalização Ambiental do Canal do Fundão é considerada uma das maiores dragagens de material contaminado do mundo. Várias dragas, de tamanhos diversos, foram utilizadas no processo de aprofundamento do canal. A areia retirada foi utilizada pela prefeitura da própria Cidade Universitária em suas obras. Já o material contaminado foi depositado nas chamadas "geobags", bolsas enormes de malha sintética que podem chegar a 80 m de comprimento por 27 m de largura e 2,4 m de altura.
As "geobags" com material contaminado estão sendo depositas em áreas da própria universidade e ficarão ali, como substratos do solo. O terreno é impermeabilizado por baixo, o material geocontido e depois impermeabilizado por cima. Essas áreas serão devolvidas para a universidade urbanizadas e com paisagismo desenvolvido pelo arquiteto Alexandre Chan.
Na primeira fase do projeto, foram dragados 200 mil m3 de material contaminado. No total, serão dragados 450 mil m3. O material não contaminado é transportado em barcos e jogado no mar, em área licenciada. Além da dragagem, a revitalização contou com a recuperação de 145 mil m² de manguezais e o plantio de novos 180 mil m2.

20 agosto 2011

O sucesso consiste em não fazer inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo,parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é!
A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho.
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos". 
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória".
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências."

Texto de Max Gehringer

17 agosto 2011

LED substitui luz solar em plantações

De acordo com o site Dvice, uma empresa holandesa, chamada PlantLab, está aumentando a produção mundial de alimentos por cultivar as plantações em locais fechados, usando luzes de LED.
A companhia explica que as plantas, na verdade, só precisam das ondas de luz solares vermelhas e azuis, pois ficar exposta a todo o espectro do sol pode ser até prejudicial para seu crescimento. Dessa forma, a PlantLab usa apenas luzes de LED azuis e vermelhas, que permitem que as plantas façam a fotossíntese com mais eficácia, produzindo mais alimento e até usando menos energia.
Na estufa, cada espécie de planta é monitorada por sensores que analisam qualquer variável dentro do ambiente. A empresa precisa continuamente monitorar e ajustar as cores, intensidade, temperatura e quantidade de luz, além da freqüência de irrigação, nutrição com fertilizantes, umidade do ar e níveis de CO2.
Outro ponto positivo apontado pela companhia é que, como as plantações permanecem em um local fechado, não há perigo de doenças, pragas e, portanto, não há necessidade de usar pesticidas. No entanto, o preço do LED ainda é caro para que essas "florestas artificiais" se tornem comuns. Assim que a tecnologia LED baratear, a PlantLab espera poder construir essas "fazendas" em diversos lugares do mundo: da Antártica à Lua.
No vídeo abaixo, você pode ver como funciona a plantação com luzes de LED.

Fonte: Olhar Digital

Milho Bom

Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio "milho-crescido".
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.
Por que?" - disse o fazendeiro,
- "Você não sabe?
O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.
Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.
Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.

11 agosto 2011

Consultor e voluntário

Com certa frequência, em função de minhas incursões como consultor e de minhas atividades como voluntário em algumas organizações (Rotary Clube, ACM, Associação de Aposentados), tenho sido convidado a realizar palestras em clubes de Rotary sobre temas entre os quais se incluem tecnologia da informação, marketing, inteligência competitiva, ou aumento do quadro de asociados.
Em cada uma das oportunidades que clubes de Rotary me oferecem, procuro estimular os presentes a considerarem tanto as organizações empresariais, como as organizações que prestam serviços com base em atividades voluntárias de profissionais conceituados e líderes em seus segmentos profissionais, como sendo organizações análogas, que se valem da mesma matéria prima: a mão de obra e o conhecimento de profissionais capacitados em gestão de negócios. Ambas organizações prestam serviços a clientes, de alguma forma. As organizações empresariais assim o fazem, com a colocação, no mercado, de seus produtos, ou serviços, que devem atender às necessidades dos clientes, com qualidade, preço justo e atendimento pós-venda compatível com a expectativa do cliente. Já as organizações que fundamentam seus serviços em atividades voluntárias, também colocam serviços no mercado, mas não em um mercado representativo em termos de retorno financeiro de curto prazo e sim em um mecrado via de regra carente de produtos intangíveis, como educação básica, saúde, saneamento básico, ou formação profissional, para não citar outros tantos segmentos.
Lembro sempre, que os profissionais, empresários, gestores de negócios podem e devem dar mais atenção a este segmento de mercado, pois os resultados positivos daí advindos, resultarão em benefícios diretos, o indiretos, para as organizações empresariais cujos profissionais cedem parte de seu tempo de lazer, ou de convívio com a família, em favor daqles menos favorecidos, momentaneamente.
Por que não aplicar as técnicas empresariais e parte de recursos financeiros em ações e projetos de cunho voluntário, visando uma maior sustentabildade social? Por que imaginar que o profissional de uma organização empresarial deve ter comportamento diferene, quando vinculado a uma atidade voluntária?
Em uma das palestras que fiz sobre aumento do quadro de associados em um Rotary Clube, em lugar de apresentar um quadro geral dos processos e procedimentos de Rotary, visando o aumento do número de associados, procurei mudar o foco da abordagem, para uma visão dos princípios que o clube utilizaria para cumprir o objetivo de aumento de associados.
Escolhi, ao acaso, um dos associados do clube e indaguei sobre sua profissão, função na empresa em que trabalhava, se ele tinha conhecimeto sobre como seria realizada a seleção de pessoal em sua organização e, finalmente, se ele poderia me dizer porque seu clube precisava aumentar o quadro de sócios. Não me causou surpresa as respostas às três primeiras perguntas, principalmente para a terceira, quando foi feita uma explanação consistente sobre a forma e critérios de seleção. Para a última pergunta, observei certo embaraço para apresentar a resposta. Ou seja, com relação à atividade desenvolvida na organização empresarial o conhecimento era sólido, firme. Já com relação ao seu clube de Rotary o associado consultado não tinha conhecimento da razão pela qual o número de associados precisava ser ampliado. A resposta dada, em linhas gerais, poderia ser traduzida pelo clássico "é para cumprir uma diretriz maior, com relaçao ao período rotário" - período de um ano, que começa em 1º de julho de um ano e termina em 30 de junho do ano seguinte.
Resumindo, para a organização empresarial, o aumento do número de colaboradores tem sempre como base, a demanda apresentada por novos projetos, novos serviços, ou produtos que serão ofertados ao mercado e outros pontos similares. Já para a organização de prestação de serviços voluntários, as questões básicas e elementares a qualquer aumento no número de colaboradores não apresntaria qualquer relação com demandas à organização.

10 agosto 2011

Escultor espanhol reproduz Jesus crucificado

Um artista espanhol criou, com base em dez anos de estudos do Santo Sudário, uma escultura que mostra Nosso Senhor Jesus Cristo crucificado, coberto de ferimentos e ensanguentado, que segundo ele seria uma reprodução fiel de seu estado físico depois de sua morte.
O escultor e professor da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro, disse à
BBC Brasil que “essa imagem só pode ser compreendida com olhos de quem tem fé”.
“A princípio, ela pode chocar pelo realismo, mas ela reproduz, com fidelidade, a
cena do calvário”, completou o autor, que levou mais de dois anos para concluir sua obra.
A escultura detalha cada ferimento no corpo de Cristo a partir de dez anos de
estudos de Miñarro sobre o Santo Sudário, o tecido que teria coberto o corpo de
Jesus em seu sepultamento, além de pesquisas promovidas pelas universidades de  Córdoba, que tomou a iniciativa de criar a escultura, e de Sevilha.
A escultura do Cristo ensanguentado esteve exposta no dia 11 de março de 2011,  na Igreja Pedro de Alcântara, na cidade de Córdoba, e saiu em procissão pelas ruas da cidade durante a Semana Santa.
‘Exatidão matemática’
Com base na análise do sudário, o escultor quis reproduzir “com exatidão matemática” as perfurações causadas pela coroa de espinhos, as feridas decorrentes da flagelação e as lacerações produzidas pelas quedas durante a Via Crucis.
A estatura, o tamanho da cabeça, tronco e extremidades, a fisionomia do rosto e até o detalhe do pé esquerdo sobrepondo-se ao direito têm como referência a relíquia histórica.
A pesquisa também incluiu investigações sobre o material usado nos chicotes com bolas de metal nas pontas usados para açoitar Jesus. A reprodução da coroa de espinhos foi feita com galhos de uma planta chamada jujube (zizyphus spina christi), usada para construir o instrumento de tortura.
Uma equipe de médicos fez um estudo hematológico para diferenciar as marcas de sangue derramado antes e depois da morte de Cristo, para que a pintura da escultura pudesse refletir essa diferença, especialmente nas chagas das costas, mãos e pés.
O autor chegou a trazer areia de Jerusalém para reproduzir as marcas das quedas durante o calvário nos joelhos e tronco de Jesus.

Fonte: BBC Brasil

09 agosto 2011

Comprar sem perder tempo

A Coreia do sul apresenta uma nova forma de comprar sem perder tempo. Veja o vídeo.

COMLURB - Limpeza urbana de primeiro mundo


Palco: Rua Espumas, Ilha do Governador, Rio de Janeiro.
Há mais de 20 dias os garis juntam folhas que caem das amendoeiras na Rua Espumas, Ilha do Governador. O caminhão da COMLURB não passa para recolher. Pagar taxa de lixo para que? Reclamar com quem?
As cenas: vide nas laterais.

Colesterol não é o inimigo que você foi induzido a crer

O Dr. Lundell Dwight, MD, com mais de 25 anos em cirurgias cardíacas aponta tremendo erro médico. Estará certo? 
O Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar. Ele é o autor de "A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"
Veja o texto a seguir, escrito por ele.
Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...
Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico. Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.
A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo tem criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.
Apesar do fato de que 25% da população tomam caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.
Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.
Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelha e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.
Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.
Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.
Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.
O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.
Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação. Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.
Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.
A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).

Administradores - Sempre Definam as Regras do Jogo

Vejam quanto ilustrativo o comentário do Stephan Kanitz, em seu blog, com post de 08/08/2011.
Imagine-se técnico da seleção da economia brasileira.
O Brasil está perdendo o jogo da globalização por 4 a zero. Você se reúne com seus assistentes economistas para analisar as opções:
A primeira opção é mandar todo o time para o ataque.
Isto significa incentivar a indústria brasileira a adotar programas de qualidade e produtividade, apoiar as exportações, investir em tecnologia e aumentar a competitividade.
É o que nossos governos têm feito desde 1950, sem muito sucesso, vamos ser totalmente honestos.
Outra opção seria criar uma enorme confusão no meio de campo, provocar a expulsão de adversários como a Alca e o FMI e anular a partida, já que as regras foram inventadas por eles.
Esta tem sido a tática da Cepal, do pessoal da Moratória, MST, Unicamp etc.
Estas são basicamente as duas únicas opções discutidas há 60 anos pela maioria dos especialistas e partidos políticos.
Existe ainda uma terceira opção, pouco analisada, que parte da percepção que temos perdido a maioria dos jogos econômicos porque ficamos o tempo todo tentando entender ou então mudar as regras dos outros.
Só que quando finalmente aprendemos os truques e os macetes, as regras já mudaram. Esta é a tragédia do nossos Professores Marxistas, que ainda acham que indústria é a produção de Rolls Royce para ricos, com margens de lucro de 90%.
A verdade é que nunca vamos ganhar jogos com regras escritas por outros, nem copiando o neoliberalismo, como fez FHC, nem copiando os escritos de Karl Marx, como quer a FFLHC.
Jogos econômicos são ganhos muito antes do time entrar em campo, nos meses de treinamento intensivo, na organização e administração do time.
E a tragédia é que o Brasil sempre entra em campo anos depois do jogo ter começado.
Precisamos nos preparar para o próximo jogo internacional.
Precisamos nos preparar para os jogos e as regras que estarão por vir, e até criar nossos jogos com nossas regras.
Algo que nunca fizemos. Lemos textos internacionais, usamos inflation targeting, esquecendo que nós fomos os que mais deveríamos entender de inflação, e não um acadêmico sueco.
Tudo isto pode parecer muito óbvio, mas nunca foi feito.
Estamos sempre atolados e discutindo os problemas econômicos do passado sem tempo para discutir as tendências do futuro.
Perdemos anos corrigindo o passado, como a Constituição de 88, e não discutindo as possibilidades do futuro.
Pior, nossos políticos e nossa imprensa só ouvem aqueles que explicam o presente e não aqueles que deslumbram o futuro. Por definição, o futuro não é notícia porque ainda não aconteceu.
“Qual será o próximo jogo econômico internacional?”, é portanto a pergunta cuja resposta vale ouro.
Infelizmente, não tenho espaço (aqui na Veja) para me estender convincentemente neste assunto. Por isto, vou dar um exemplo dos jogos possíveis, um exemplo didático, não uma proposta concreta.
Um dos jogos que deslumbro é o turismo da terceira idade de média renda.
O mundo está envelhecendo e com os progressos da ciência, a população de primeiro mundo estará vivendo cada vez mais.
Cidades como Miami, Costa Brava e Lisboa ficarão pequenas para acolher os milhões de velhinhos e velhinhas aposentados dos Estados Unidos e da Europa, que fogem dos rigores do seu inverno.
Se estivermos preparados, eles poderiam escolher cidades mais quentes e mais baratas, como Salvador, Fortaleza, Natal e Maceió, cidades com a tradicional hospitalidade brasileira.
Um milhão de velhinhos com aposentadoria anual média de US$ 20.000 para gastar, nos traria 20 bilhões de “exportações” por ano.
Dois milhões de velhinhos resolveriam para sempre nossos problemas cambiais e o Nordeste seria mais rico do que São Paulo.
Mas para que o Brasil participe deste jogo, precisaríamos nos preparar desde já.
Em vez de construir hotéis de luxo, teríamos que construir milhares de flat-services.
Em vez dos cassinos que muitos querem criar, teríamos de construir dezenas de campos de golfe, se o MST permitir.
Em vez de boates precisaríamos de bingos, quadras de bocha e piscinas térmicas além de resolver nossos problemas de segurança.
Mais importante, seria a construção de centros ortopédicos e geriátricos de qualidade internacional, o que nos traria ainda mais divisas.
E aqui, caro leitor, vem o ponto crucial.
Estes investimentos levam tempo para serem feitos.
E uma vez feitos, um hospital cardiológico ou ortopédico leva no mínimo dez anos para ganhar reputação internacional.
Ou seja, já estamos atrasados e podemos perder também este barco, porque nunca pensamos nos próximos jogos do futuro, somente nos erros do passado.

08 agosto 2011

Uma faca muito original

A Cardsharp® é a primeira inovação real em facas, do tipo canivete, desde o aparecimento da primeira faca dobrável há mais de 2.000 anos e que continua praticamente a mesma até o atual "Swiss Army penknife" (canivete do Exército Suíço).
A Cardsharp® é mais fina, mais leve, e devido ao uso de aço inoxidável cirúrgico na fabricação da lâmina, é mais afiada. De fato, tão afiada que mais de uma unidade tem sido vendida a cada minuto, em horários de pico.
Três engenhosas operações de desdobramento transformam a Cardsharp® de seu tamanho de cartão de crédito em uma faca utilitária, em um lampejo de origami altamente Tecnológico – veja um vídeo interessante.

Inventada por Iain Sinclair, a Cardsharp® foi originalmente projetada como uma lâmina cirúrgica muito leve, que pode ser facilmente transportada (adequada para kits de primeiro socorro e de sobrevivência) e que pode ser guardada com segurança por hospitais e centros médicos, além de paramédicos e colaboradores em todo o mundo
(sem a necessidade de usar recipientes caros para cobrir a lâmina, porque o gume da faca é automaticamente coberto quando ela é fechada).
A versão para consumo em massa foi lançada, originalmente, em dezembro de 2010 e penetrou, imediatamente, nos mercados de engenhocas (gadgets) e produtos para atividades ao ar livre, jardinagem, artes, além de servir a entusiastas em todo o mundo (o vídeo original de promoção no YouTube obteve, rapidamente, mais de
500 mil hits).
A Cardsharp® é uma peça engenhosa que estimula conversações -- uma ideia brilhante que desliza com segurança para dentro de sua carteira ou mochila (o mesmo fator de forma de um cartão de crédito).
A Cardsharp® já é distribuída em todo o mundo, mas está disponível exclusivamente no website da empresa (iainsinclair.com) pelo preço de venda recomendado de USD $ 25 (o preço inclui a embalagem ultra fina e ecológica, para presente).
Veja abaixo o vídeo de abertura da embalagem.

A Cardsharp® é uma ótima faca para chefes de cozinha. A lâmina é afiada, longa e fina o suficiente para cortar pão e extremamente útil para cortes bem finos de vegetais, como tomate, pepino, alho, etc.
Apropriada para uso em acampamento e expedições, a Cardsharp® é uma ferramenta essencial de companhia e sobrevivência nas atividades ao ar livre. Fabricada à prova de água e à prova de lava-louças, não enferruja como os canivetes convencionais – e não há problemas de fricção, porque não tem as articulações convencionais.
Benefícios
A tecnologia única de lâmina cirúrgica da Cardsharp® criou um gume extra longo, de 65mm, em aço inoxidável, que faz o corte da faca durar, sem ferrugem, por mais tempo (o gume da lâmina de uma faca utilitária convencional é de apenas 25mm, mais ou menos).
A Cardsharp® pesa apenas 13 gramas (facas utilitárias regulares, do tipo Stanley, pesam em torno de 150g; as facas da Leatherman, com lâminas do mesmo tamanho, pesam em torno de 85g; os menores canivetes do Victorinox, do tipo Exército Suíço, pesam em torno de 23g).
Menos peso significa maior conveniência para carregar e guardar, além de menor pegada de carbono.
A Cardsharp® tem uma bainha de segurança embutida que não pode ser separada da lâmina. A bainha de segurança também ajuda a impedir que a faca perca o corte, como acontece com facas convencionais, que se tornam cegas pelo contato com gavetas e lava-louças da cozinha.
Um novo mecanismo de trava, que também serve para dar proteção às crianças, garante que a faca seja segura quando aberta para uso e segura quando fechada para guardar (quando está aberta, a lâmina é travada solidamente e não treme, possibilitando cortes de alta precisão).
O polipropileno foi escolhido para o cabo, porque a estrutura molecular única desse polímero permite uma quantidade infinita de dobragens de até 180 graus, sem que a articulação se estrague e, assim, esse recurso é garantido por toda a vida.
Dimensões do produto: 85,6 x 54 x 2.2 mm (mesmo tamanho do cartão de crédito).

Fontes: Iain Sinclair Design Ltd ; PR Newswire Brasil .

Quarteto Mozart

Boa música, com uma maneira mais divertida de se ver. Belo trabalho musical apresentado pelo moz'ART Group.
O Grupo polonês faz apresentações musicais pelo mundo tratando as músucas, clássicas e populares sob ânguo muito divertido e inusitado. Eles afirmam que procuram tratar a música com humor e ironia, sem ter nada contra.
O Grupo é formado por quatro instrumentistas com boa formação musical, graduados nas mais conceituadas Academias de Música em Varsóvia e Łódz. Decidiram tocar música clássica de uma forma divertida e criaram um clube noturno musical, único no mundo, onde a música, e não as palavras são a fonte de brincadeiras e risos.
Eles tocam juntos desde 1995. No início se apresentavam de forma musical jocosa em pequenos musicais no Canal Plus Television. A aparição ao público ocorreu em 1997 na PAKA, uma competição para jovens clubes noturnos poloneses, em Krakow. No mesmo ano eles apresentaram seu primeiro programa em clubes noturnos entitulado "Mozart's Still Alive" e desde então têm apresentado concertos na Polônia, Japão, china, Estados Unidos, Bélgica, França e Suiça.
O Moz'ART GROUP já recebeu prêmios de grande significado como o Grand Prix do XVIII Festival de Sátire e Comédia, em Lidzbark; "Pingwin z brazu" (o Pinguim de Bronze), em Zielona Gora, uma espécie de capitólio informal dos clubes noturnos da Polônia. Uma das mais importantes performances do grupo foi um concerto com Bobby McFerrin no Congress Concert Hall em Varsóvia.
Veja o vídeo abaixo e entenda como são as apresentações do Grupo.

Fonte: YouTube

07 agosto 2011

As salpas

As incríveis formações de SALPAS, um exército contra o aquecimento global.
As salpas (Salpidae) são umas pequenas medusas do tamanho de uma polegada humana que parecem uma bola de gelatina, e habitam em grandes quantidades nos oceanos do mundo, especialmente nas águas gélidas da região antártica e nos mares do norte.
Recentemente, as colônias de salpas começaram a avançar em zonas mais quentes: são uma espécie de manto que segundo as investigações, poderia ser um dos maiores contribuintes em um processo natural para reverter o aquecimento global.
As Salpas consomem cada dia uma impressionante quantidade de fitoplancton (plantas microscópicas fotosintéticas, contedoras do carbono na superfície do oceano) para descartá-lo e sepultá-lo em forma de bolinhas fecais no fundo do mar.
As salpas, vivem em colônias que parecem dançar na água flutuando como se fossem um exército com formações incríveis.
Em zonas do Atlântico norte, foram detectados cardumes de salpas que no verão cobriam superfícies de até 100.000 kilômetros quadrados. Segundo as estimativas dos estudos realizados, as salpas seriam capazes de consumir em um só dia 74 % do fitoplancton contedor do carbono na superfície, e assim umas 4.000 toneladas de carbono seriam sepultadas com as fezes em águas profundas, os dejetos afundando até 1000 metros cada dia.
Segundo estimativas, os cardumes de salpas são maiores quando aumenta a temperatura nos mares. Seriam um modo natural de equilibrar o aumento do gás do efeito invernadeiro e o aquecimento global.
O planeta se dá conta de que não estamos fazendo nada por cuidá-lo e decidiu contratar seu próprio sistema de limpeza. Por sorte não continuaremos atrapalhando o trabalho.
Veja o slideshow a seguir.

05 agosto 2011

O risco para doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são consideradas uma das principais causas de morte em todo mundo. Somente nos Estados Unidos, no ano passado, 450 mil pessoas morreram em decorrência dessa doença. No Brasil a taxa foi de 180 mil. Além da herança genética, o estilo de vida de cada pessoa – sedentarismo, fumo, estresse, entre outros – interfere na saúde cardíaca. O colesterol elevado é considerado o inimigo número um do coração. Mas, o verdadeiro vilão da história e a homocisteína.
Aminoácido natural, a homocisteína é produzida após a ingestão de carnes e laticínios. Ela surge em nosso organismo como um produto do metabolismo da metionina e é convertido em cistationa, um aminoácido. Esse é o caminho natural da homocisteína no organismo. Se esse ciclo não for corretamente seguido, pode haver prejuízo à saúde. O excesso da substância no sangue provoca o aumento do risco de coágulos e entupimento das artérias, e contribui para a formação de depósitos de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. É a homocisteína, e não o colesterol, a substância que dá início às lesões vasculares que causam o infarto.
O nível de homocisteína elevado no sangue, como o de colesterol alto, aumenta o risco de doenças cardíacas, podendo evoluir para um infarto, até mesmo em pessoas jovens. Só que o índice elevado de homocisteína é considerado um fator de risco para doenças cardiovasculares muitas vezes pior e mais preciso do que o colesterol. O que agrava ainda mais o aparecimento de doenças coronarianas é que a homocisteína acelera a oxidação do LDL (o mau colesterol) aumentando ainda mais os danos vasculares. Ou seja, a concentração de colesterol pode estar normal, mas se o nível de homocisteína no sangue estiver alto, o prejuízo ao coração acontece de forma mais rápida do que se acontecer o contrário.
Para que a homocisteína não cause danos são necessários elementos naturais que regulem as reações da substância no organismo. As vitaminas B6 e B12, betaína e acido fólico são responsáveis em manter a concentração de homocisteína normalizada. Estudos apontam que os altos níveis de homocisteína no sangue podem estar relacionados com a deficiência dessas substâncias. Uma dieta alimentar adequada, rica em frutas cítricas, vegetais – especialmente os de folhas verdes – cereais, lentilha, aspargo, espinafre, feijão pode evitar os altos níveis da substância inimiga do coração.
Pessoas com doenças coronarianas têm o risco 10 a 15 vezes maior de sofrer um infarto se a concentração da homocisteína estiver elevada e cerca de 10% a 20% dos casos de doença cardíaca também são causados pelos altos índices da substância. A homocisteína é medida por meio de um simples exame de sangue. O nível saudável está entre 5 e 15 micromoles por litros (mmol/l). Nos países desenvolvidos esse tipo de exame se tornou obrigatório. A homocisteína ainda é desconhecida por grande parte da população, principalmente no Brasil. Os riscos que os altos índices da substância podem causar são sérios, e está provado que ela é bem pior que o temido colesterol.

Fonte: Blog SOS Ortomolecular

O Big Ben

01 agosto 2011

Sensacional mergulho em Bali

Veja este vídeo mostrando o fundo do mar em Bali.

Bom Gerente?

A Manager who expects 'things to get done' but fails to demonstrate a vision of how it should all come together or facilitate and empower the process, is not managing nor is (s)he a leader but a liability as (s)he sets everyone up for failure.

21 julho 2011

Telefonia: usuários pagaram, em 11 anos, R$ 320 bilhões de impostos

Os usuários dos serviços de telefonia pagaram R$ 320 bilhões em impostos nos últimos 11 anos. Só em 2010, foram R$ 41,6 bilhões em tributos, que incidiram diretamente sobre o cidadão e impactaram os preços dos serviços. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), em 2010 o brasileiro gastou a cada hora R$ 4 milhões em impostos sobre a conta de telefone fixo e móvel. Esse levantamento não leva em conta os impostos que incidem sobre a atividade econômica das prestadoras.
A carga tributária no Brasil é uma das mais altas do mundo e representa em média 42% dos preços dos serviços de telecomunicações, penalizando principalmente a população de faixas de renda mais baixas, que paga as mesmas alíquotas de impostos. Numa conta de telefone, por exemplo, em que o cliente gasta R$ 100,00, o valor total a ser pago é de R$ 142,00 em média. Em alguns Estados esse valor é ainda maior, podendo chegar a R$ 167,00, dependendo da alíquota do ICMS, que varia de 25% a 35%.
Somados todos os encargos, a carga tributária do setor vai de 40% a 67% da receita líquida obtida com a prestação dos serviços. Em alguns Estados a alíquota de ICMS de telecomunicações é a mesma aplicada a produtos não essenciais como perfumes, cosméticos e bebidas alcoólicas. Do montante de tributos arrecadados no ano passado sobre os serviços de telefonia, R$ 28,3 bilhões foram de ICMS, o que corresponde a 11% do total recolhido pelos Estados com o imposto.
Ao longo dos últimos dez anos, houve um incremento dos tributos incidentes sobre os serviços de telefonia, subindo de R$ 12,6 bilhões em 2000 para R$ 41,6 bilhões em 2010. Essa evolução se deu não apenas pelo aumento da base de clientes mas também proporcionalmente ao valor das receitas arrecadadas com a prestação dos serviços. O percentual de tributos sobre a receita da telefonia fixa e móvel subiu 31% nesse período, alcançando 42% em 2010.
Estudo da GSM Association, que considerou 50 países em desenvolvimento, mostra que o Brasil está em terceiro lugar entre as maiores cargas tributárias do mundo, perdendo apenas para a Turquia e Uganda. Na comparação com países da América Latina, o brasileiro paga, em impostos sobre os serviços de telecomunicações, mais de duas vezes a média gasta pelos latino-americanos.
Além dos tributos, incidem também sobre os serviços encargos setoriais. Em 2010, por exemplo, foram repassados aos cofres públicos R$ 4,75 bilhões para o Fust, Funttel e Fistel. Desde 2001, R$ 48,6 bilhões já foram recolhidos aos fundos setoriais pelas prestadoras de telecomunicações e menos de 10% desses recursos foram utilizados.
A discussão sobre a carga tributária incidente sobre serviços como telecomunicações e energia, foi retomada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, e fez parte do I Ciclo de Conferências para debater Reforma Tributária, realizado em maio. Também foi abordada, nas discussões, a necessidade de se reduzir e simplificar a carga tributária brasileira de uma maneira geral para incentivar a competitividade.”

Fonte: TELEBRASIL

Vale estuda produzir metais de terras raras

A Vale espera concluir em até seis meses o estudo de viabilidade para a produção de metais de terras raras, afirmou o diretor executivo de marketing, vendas e estratégia da Vale, José Carlos Martins. Um dos metais de terras raras é o lítio, que é utilizado em produtos de alta tecnologia. "A Vale está trabalhando nesse sentido, mas para isso terá que enfrentar o problema do impacto ambiental", afirmou.
Atualmente, a China é responsável por mais de 90% da produção dos 17 metais que constituem as terras raras. "Teve uma época que a China teve pouca preocupação em relação aos impactos ambientais", disse o executivo da Vale. O diretor da Vale afirmou que a mineradora já registrou ocorrência de terras raras em minas de fosfatos da companhia.

O emprego do pronome indefinido

Era uma vez, quatro indivíduos que se chamavam todos, alguém, cada um e ninguém.
Existia um importante trabalho a ser feito, e pediram a todos para fazê-lo. Todos tinham certeza de que alguém o faria. Cada um poderia tê-lo feito, mas na realidade ninguém o fez.
Alguém se zangou, pois era trabalho de todos! Todos pensaram que cada um poderia tê-lo feito e ninguém duvidava de que alguém o faria.
No fim das contas, todos fizeram críticas a cada um porque ninguém tinha feito o que alguém poderia ter feito.

*** Moral da história***

Sem querer recriminar a todos, seria bom que cada um fizesse aquilo que deve fazer sem alimentar esperança de que alguém vá fazê-lo em seu lugar...
A experiência mostra que lá onde se espera alguém, geralmente não se encontra ninguém.
Que todos tenham conhecimento da aplicação e cada um entenda corretamente, mencionando sempre a alguém, sem esquecer de ninguém.

O primeiro encontro de ma tribo indígena com o homem branco

O video a seguir mostra o primeiro encontro da tribo Toulambi, uma tribo selvagem da região Owen Ranmge, Papua, Nova Guiné, com um homem branco (exploradores europeus), ocorrido em 1993, de acordo com o site oficial de Jean Pierre Dutilleux.
Esta tribo foi atacada pela malária e praticamente dizimada. Após o contato com os brancos, e com o auxílio da moderna medicina, foi possível fazer cessar a doença, o que possibitou a sobrevivência da tribo.
Depois de apresentações pessoais por meio de contatos físicos e mímicas, segue-se a apresentação pelo branco de alguns utensílios.
Os índios se mostram ressabiados com as novidades, mas acabam se aproximando, talvez com o intuito de passar a conhecer o que lhes está sendo apresentado.
Embora seja um vídeo longo (15 minutos), as cenas são emocionantes. Vale a pena ver. Talvez seja uma boa caracterização do velho ditado "ninguém ama o desconhecido".
No entanto, parece que a identificação com as novidades se deu de forma rápida e sem grandes traumas.

Preciosidade encontrada no blog danosse.com.

O que aconteceu com as ações da Mundial, ontem?

Destaque de alta na Bolsa desde abril deste ano, as ações da Mundial S/A (MNDL3 e MNDL4) fecharam em forte baixa na BM&F Bovespa ontem. As ações preferenciais da Mundial caíram 50,1%, a maior queda dentre todas as ações negociadas na Bolsa brasileira. As ordinárias tiveram desvalorização mais modesta de 14,4%. As negociações para os dois papéis foram suspensas diversas vezes durante o dia para novos leilões, já que a movimentação intradiária superou o limite estabelecido pela Bovespa. A Bovespa tem um limite para variações nos preços das ações durante o dia com o objetivo de trazer liquidez necessária aos papéis negociados. A medida tem o efeito colateral e benéfico de esfriar os ânimos dos investidores, que no calor das operações, podem tomar decisões das quais podem se arrepender mais tarde. Sem essa medida, a volatilidade nos preços das ações poderia ser muito maior. Michael Ceitlin, Diretor de Relações com Investidores, da Mundial, emitiu um comunicado ontem afirmando que a movimentação atípica nos preços das ações da empresa não reflete nenhum fato relevante do conhecimento da companhia. As ações da Mundial chamaram a atenção do mercado no início de abril deste ano quando a empresa manifestou o interesse de se adequar às exigências do Novo Mercado da BM&F Bovespa, o mais alto nível de governança corporativa da Bolsa. Os analistas acreditam que o movimento é normal e já era esperado, pelo fato de ações terem se valorizado muito nos últimos meses e contando com a volatilidade histórica do papel. Mesmo com a queda de ontem, as ações ordinárias da Mundial acumulam valorização de mais de 2.300% no ano e as preferenciais acumulam mais de 700% no período. Os analistas acreditam que é cedo afirmar que o processo de valorização da companhia acabou. A volatilidade vista nos últimos meses foi muito alta e é normal que períodos de altas valorizações sejam seguidos por correções. O que deve ficar claro é que o investidor tenha consciência de que o investimento nos papéis possui alto risco especulativo no momento.

Fonte: ADVFN

20 julho 2011

BNDES aprova crédito de R$ 209,6 milhões para seis usinas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 209,6 milhões para cinco pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) do Complexo Jurena, em Mato Grosso, e uma em Paracambi, no Estado do Rio de Janeiro. Juntas, as unidades gerarão 116,4 megawatts (MW).
A construção da unidade fluminense vai consumir R$ 125,6 milhões do crédito, concedido à Sociedade de Propósito Específico (SPE) Lightger S/A, associação entre Light e Cemig que controla a PCH Paracambi. A usina terá 25 MW de potência instalada. Trata-se de uma ampliação do Complexo das Lajes, que já conta com outras quatro hidrelétricas e terá sua potência instalada elevada para 668 MW.
Segundo o BNDES, o financiamento também contempla a construção da linha de transmissão que será conectada à subestação Nilo Peçanha, em Paracambi. O BNDES financiará 61,8% do investimento total, de R$ 157 milhões. A PCH entrará em operação em dezembro de 2011.
Até lá, a obra deve gerar 950 empregos diretos e indiretos, informou o banco. Já o crédito para as usinas do Complexo Jurena demandarão R$ 84,4 milhões do BNDES, como parte do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa).

Fonte: Agência Estado

Coca-Cola, Nike, Mastercard e outras sete empresas estrangeiras poderão ser negociadas pelo investidor brasileiro no mercado local a partir da próxima segunda-feira. O Itaú Unibanco, que venceu uma concorrência da BM&FBovespa, é o responsável por trazer as ações das companhias, que incluem ainda Colgate-Palmolive, o site Amazon, Caterpillar, Chevron, Oracle, Monsanto e Schlumberger. 
Atualmente, há 20 papéis de empresas de outros países em negociação no Brasil, entre elas Google, Apple, Alcoa, Microsoft.
O investimento nessas empresas na Bolsa brasileira, porém, será restrito a grandes investidores. Para pessoas físicas, a opção estará disponível somente para aquelas com aplicações financeiras de mais de R$ 1 milhão. Quem não tiver esse patrimônio terá de procurar fundos de investimento que incluam esses papéis na carteira.
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Quais empresas sofrem mais com a elevação da taxa de juros?

Os analistas do mercado financeiro elevaram a previsão de alta da Selic (taxa básica de juro) para este ano. De acordo com o Relatório Focus desta segunda-feira (11), elaborado Banco Central (BC), a taxa básica de juro deve terminar 2011 a 12,75% ao ano, 0,25 ponto percentual acima das estimativas anteriores.
O fato é que a Selic é um importante instrumento do Governo para conter o avanço da inflação. Entretanto, ao mesmo tempo que o juros altos provocam a desaceleração dos preços, eles também causam um desaquecimento econômico e podem prejudicar as empresas e suas ações na bolsa de valores.
Acompane o texto completo.

Receita da Randon cresce 11,4% em junho

A Randon Implementos e Participações informou nesta quarta-feira (20/7) que registrou receita líquida de R$ 345,2 milhões em junho, valor 11,4% superior ao verificado no mesmo mês de 2010.
No primeiro semestre, a receita líquida totalizou R$ 2,052 bilhões, um crescimento de 20,6% sobre igual período do ano passado.
Já a receita bruta (sem eliminação de impostos) avançou 11,6% em junho, para R$ 529,2 milhões, somando R$ 3,124 bilhões no primeiro semestre.

Fonte: Brasil Econômico

Estoques de petróleo dos EUA recuam em 3,7 milhões de barris

As reservas comerciais da commodity caíram para 351,7 milhões barris. Já os estoques de gasolina subiram em 800 mil barris na mesma base de comparação, ficando em 212,5 milhões. Continue a leitura aqui.

Vale não deve alcançar meta de produção de cobre

O diretor executivo de marketing, vendas e estratégia da mineradora, José Carlos Martins afirmou na terça-feira (19) que a Vale (VALE3, VALE5) não deve atingir sua meta de produzir 1 milhão de toneladas de cobre em 2015, de acordo com dados da Bloomberg. No ano passado, a companhia produziu cerca de 207 mil toneladas de cobre. Saiba mais aqui.

Carlos Slim apoia Best Buddies International

Anthony Kennedy Shriver, fundador e presidente da Best Buddies International,  anuncia que Carlos Slim, por meio da Fundación TELMEX, consignou US$ 2 milhões como uma importante doação em apoio à vindoura Campanha Momentum da organização.
A Best Buddies ( www.bestbuddies.org ), que foi fundada por Shriver em 1989, é uma organização sem fins lucrativos, dedicada ao estabelecimento de um movimento mundial de voluntários que cria oportunidades para amizades direcionadas (one-to-one), emprego integrado e desenvolvimento de liderança para pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento.
Sobre a Best Buddies International
A Best Buddies® é uma organização sem fins lucrativos dedicada ao estabelecimento de um movimento mundial de voluntários que cria oportunidades para amizades direcionadas (one-to-one), emprego integrado e desenvolvimento de liderança para pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento. Fundada em 1989 por Anthony K. Shriver, a Best Buddies é uma organização vibrante que cresceu de uma unidade original para quase 1.500 unidades de escolas de ensino fundamental, escolas de ensino médio e faculdades em todo o mundo. 
Hoje, os sete programas formais da Best Buddies: Escolas de Ensino Fundamental, Escolas de Ensino Médio, Faculdades, Cidadãos, e-Buddies®, Empregos e Embaixadores, envolvem participantes em cada um dos 50 estados e em 50 países, impactando positivamente a vida de cerca de 700.000 pessoas com e sem deficiência em todo o mundo. 
Como o resultado do seu envolvimento com a Best Buddies, pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento garantem empregos gratificantes, vivem por conta própria, tornam-se líderes inspiradores e fazem amizades duradouras. Para mais informações, visite www.bestbuddies.org ou www.bestbuddies.org.mx .
Sobre a Fundación TELMEX
A Fundação TELMEX é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos criada em dezembro de 1995. Ela promove programas nacionais de alto impacto e com enfoque social. A Fundação contribui para resolver problemas estruturais que afligem os setores mais vulneráveis da sociedade em áreas como educação, saúde, justiça e auxílio em catástrofes naturais. Além disso, a Fundação fornece apoio a programas permanentes voltados à cultura, desenvolvimento humano e esportes, para o benefício da população mexicana de todas as faixas etárias. Para mais informações, visite www.fundaciontelmex.org
Para obter informações adicionais sobre, ou se juntar à Campanha Momentum, favor entrar em contato com: John M. Carlin pelo e-mail JohnCarlin@BestBuddies.org.

Fontes: Best Buddies; PR Newswie Brasil.

Hercules: Impressionado com alta da Mundial? Então conheça essa empresa

As ações da Hercules S/A Fabricação de Talheres (HETA4) estão seguindo as extraordinárias altas recentes da Mundial (MNDL3 e MNDL4) e apresentam grande valorização este ano na Bolsa. Desde o começo do ano as ações preferenciais da Hercules negociadas na BM&F Bovespa subiram quase 800%, contando com a valorização das ações até ontem. Mesmo se o investidor tivesse comprado as ações somente no começo de junho teria duplicado seu capital. E se tivesse começado a investir na empresa somente neste mês, até ontem teria triplicado o capital. Somente em um dia, na segunda-feira, 17 de julho, as ações da companhia registraram alta de mais de 160%. Esses ganhos têm uma explicação: a Hercules é uma das maiores acionistas da Mundial S/A, detentora de uma grande participação acionária na companhia. A empresa possui 19,8% do total das ações ordinárias e 1,6% das ações preferenciais da Mundial. Os analistas acreditam que os investidores estão procurando as ações Hercules como forma de se capitalizar, em parte, nas boas perspectivas para a Mundial, mas afirmam que o investimento continua de alto risco e especulativo.

Dia do Amigo

Apresento a seguir, texto do Rotariano Waldenir Bragança sobre o Dia do Amigo. A comemoração do Dia do Amigo, em 20 de julho, é fruto da iniciativa de um engenheiro argentino, Enrique Ernesto Febbra, Rotariano do Rotary Club Once – Buenos Aires. Sobre o dia, existe uma placa alusiva na esquina de Corrientes com 9 de Julho, próximo ao Obelisco, na Capital portenha. A seguri, o texto.
20 de Julho - Dia do Amigo

Waldenir de Bragança

O admirável companheiro argentino Enrique Ernesto Febbraro (RC Once, Buenos Aires, D.4890) tomou vigorosa iniciativa para a criação do Dia Internacional do Amigo – dedicando o 20 de julho, que assinala a presença do homem na Lua (20-07-1969), considerado momento extraordinário para uma reflexão sobre a amizade. Sua iniciativa foi vitoriosa. Hoje, o mundo comemora e mais ressalta a amizade. O companheiro Febbraro foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz. Merece!
Vamos comemorar o Dia do Amigo, celebrar a amizade e ressaltar, sempre, o seu valor. Na vida, é essencial cultivar a amizade em nossas relações, porque ela é uma necessidade da alma.
Nós somos feitos de sonhos e a amizade nos faz realizá-los. O sentimento da amizade figura entre os mais poderosos e misteriosos instintos humanos.
A amizade não resulta de uma simpatia nascida de interesses comuns, ou de níveis de cultura; não é uma relação baseada em intercâmbio de idéias, pois, também, se desenvolve no silêncio. Em sua nobreza, a amizade é o sal que dá valor à convivência humana. É o sol que clareia caminhos do viver. Para que nasça e permaneça, exige a prática mútua de todas as virtudes da convivência: sinceridade, lealdade e generosidade. É um centro de interesses que estimula o desenvolvimento de muitas virtudes!
Há muitos séculos, pensadores buscam ressaltar a amizade, desde Platão com o seu “Lísias”, ou “Sobre a Amizade”.
Mas pouco se possui sobre o cultivo da amizade, sobre educar para a amizade.
É falsa a idéia de que a amizade surge de maneira espontânea em todas as pessoas. Não basta ser animado e simpático para se ter muitos amigos.
Sócrates: “Era o que havia de mais importante e necessário para ele, desde a infância”.
Aristóteles: “A amizade é uma virtude, ou ao menos vem acompanhada de virtude e, além do mais, é o que há de mais necessário para a vida. Ninguém gostaria de viver sem amigos, mesmo que possuísse todos os demais bens”. Em “Ética a Nicômaco”, ele procura demonstrar que a realidade particular, diante dos ideais em comum, da admiração e do fascínio do que se faz, é um dos “detonadores” que desencadeiam amizade entre diferentes pessoas, de categorias profissionais e gerações.
Para Cícero: “Penso que deveria perguntar o que se pode dizer sobre a amizade aos que a praticam”.
William Shakespeare, sobre amizade à distância, escreveu:
“Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E aprende a construir as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”.
Cultivar a amizade é tarefa básica do Rotary. Podemos ter companheirismo sem amizade? Podemos viver sem amigos? É valor necessário às criaturas? É preciso educar para a amizade? Deve ser prioridade no relacionamento familiar? Na escola? No trabalho? Ou será só um nome?
A amizade aponta a eternidade como fonte de nossa satisfação. Ela tem risco porque diviniza o amigo e está sujeita a desilusões. Afinal de contas, está diante de uma criatura humana.
Só existe uma amizade suprema, para a qual se concentram todas as amizades. Existe só um amigo ideal, perfeito e completo, aquilo que buscamos nos afetos humanos: é Deus.
É uma resposta à inquietação humana, mas nunca a satisfaz plenamente.
Há muito a se pesquisar, estudar, praticar e influenciar escolas, organizações profissionais e de negócios para envolver o maior número de adeptos da nobre causa da amizade.
O mundo, para viver em paz, necessita cultivar a amizade.
“É importante lembrar que a amizade verdadeira possui regras que não podem ser violadas sem que se viole a própria amizade”, afirma Geraldo Castilho em “Educar para a Amizade”.
Não há verdadeira amizade sem educação da amizade, sem cultivo, sem atenções, sem cuidados. É preciso estimular, aperfeiçoar a vida de amizade.
Ela é virtude que pertence ao gênero das atividades práticas e, por isso, só pode ser adquirida mediante o exercício.
Vamos promover cursos sobre o “cultivo da amizade”! O Rotary é uma escola viva da amizade. O companheirismo é um meio eficaz para a cultura da amizade.
Nós temos que ser e podemos ser exemplo – porque, em verdade, nós somos exemplos. Nossa convivência se realiza na busca da prestação de serviços pelo ideal de servir. Nós praticamos a amizade – essência da vida do Rotary – nós desenvolvemos as virtudes humanas da sinceridade e da generosidade que levam à solidariedade, à compreensão e à tolerância, que – partindo da pessoa – ganham grupamentos humanos, levando a comunidade à uma nova postura.
A amizade é o fio dourado que tem ligado e alimentado o Rotary para ajudar a fazer a história da humanidade e celebrar a paz.
Colaboração do Companheiro do Rotary RJ Tijuca, Joper Padrão do Espírito Santo.

19 julho 2011

Mudanças, um negócio usual

Muitas organizações passaram as últimas duas décadas aprendendo a não ver a mudança como um perigo ou desafio, mas como uma oportunidade para gerenciar sua vantagem competitiva.
Quer saber mais sobre o tema, leia aqui.