17 julho 2011

Como agir em caso de avaria no elevador

Num dos programas da Ana Maria Braga, os bombeiros ensinaram como agir
em caso de elevador que trava ou para.
Pelo menos 76 pessoas morreram no ano passado, porque confiaram no zelador, que usou uma chave de fenda no elevador em pane e abriu um certo pino. A pessoa que estava dentro tentou sair pela metade aberta da porta do elevador. O elevador movimentou-se, e a pessoa foi cortada ao meio.
Há casos em que outras pessoas tiveram mãos, braços ou cabeças decepadas.
Por isso, NUNCA tente sair pelo buraco ou parte aberta de um elevador em pane!
O procedimento correto é o seguinte:
1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém.
2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe a cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança.
3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente.
4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.
5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado. ESPERAR que as pessoas saiam. ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na placa !
Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!
Os bombeiros explicaram também que o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos.
Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas !
Resumindo: se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já está sob controle.
E, em caso de Incêndio, JAMAIS use o elevador. Faça uso da escada.

Haja fôlego!!!!!!

Dizem que é de autoria de Luiz Fernando Veríssimo. De qualquer forma, não deixa de ser muito boa!
Exigências da vida moderna (quem aguenta tudo isso???) 
Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir o diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E depois uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber...
Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia. UFA!!!
E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia. CAGANDO NÉ!!!
Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito. TÁ DIFICILLLLL!
As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar das minhas amizades quando eu estiver viajando.
Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.
Ah! E o sexo!!!! Todos os dias, um dia sim, o outro também, senão vira corno na certa.
Dizer EU TE AMO, toda hora. ''Ainda pego quem inventou essa neura...que saco!!!''
Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Se tiver tem que brincar com ele, pelo menos meia hora todo dia, para ele não ficar deprimido...
Na minha conta são 29 horas por dia, se der tudo certo.
A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!
Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes ao mesmo tempo.
Chame os amigos e seus pais, seu amor, o sogro, a sogra, os cunhados...., enquanto tá no banheiro, só assim eles não demoram muito.
Beba o vinho, coma a maçã e dê a banana na boca da sua mulher. Não esqueça do EU TE AMO? (Vou achar logo quem inventou isso, me aguardem).
Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio, pra sei lá o que, etc....
Agora você tá ferrado mesmo é se tiver criança pequena. Aí lascou de vez, porque o tempo que ia sobrar para você... já era. criança ocupa um tempo danado. Agora tenho que ir.
É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro e correndo, que a coisa toda não se entendeu lá dentro e alguém quer sair rápido.
E já que vou, levo um jornal... Tchau....

15 julho 2011

D. Pedro II falava hebráico. Você sabia?

O Prof. Shlomo Haramati, em seu livro “O Hebraico Vivo Através das Gerações”, publicado em Israel em 1992 oferece techos a respeito do interesse de D. Pedro II, imperador do Brasil, sobre a língua hebraica. O Prof. Shlomo Haramati leciona Linguística Aplicada na Universidade Hebraica, Jerusalém. Foi pesquisador da UNESCO, tendo atuado na área da erradicação do analfabetismo.
Foi agraciado com o “Prêmio Jerusalém” em 1974, pelo desenvolvimento de métodos para o ensino do hebraico como língua materna e como língua estrangeira.
O texto abaixo foi extraído do livro citado que, devidamente atualizado, foi transmitido como palestra pelo próprio autor na rádio israelense Kol Israel em dez/1998. 
O trecho apresentado é uma tradução de Ephraim Knaan e Moshé Waldmann.
D. Pedro II, imperador do Brasil de 1841 a 1889, era conhecido por sua vasta cultura e ampla gama de interesses, dominando diversos idiomas inclusive o hebraico.
Segundo o semanário HaMaguid (O Anunciador), o primeiro a ser editado na Europa na língua hebraica, “as línguas européias D. Pedro falava e escrevia com desenvoltura, e também conhecia bem o hebraico”.
Houve sempre, por parte do imperador brasileiro, profundo interesse em assuntos de cultura geral e científica e extrema dedicação ao estudo de idiomas.
Participava de diversas academias de ciências e letras, tendo sido eleito membro da Academia Francesa e tornando-se imortal.
Continua HaMaguid: “Era membro ativo de diversas sociedades científicas na Europa e foi eleito para a Liga dos Quarenta Sábios, em Paris”.
Ainda jovem, D. Pedro II demonstrou especial interesse pela língua hebraica, a qual estudou durante toda a sua vida com afinco, com o auxílio de rabinos e professores judeus em sua pátria e também no exterior.
Há diversos testemunhos quanto ao excelente domínio da língua hebraica a que chegou D. Pedro, incluindo fala fluente e redação criativa.
Segundo o próprio D. Pedro, seu primeiro professor foi um judeu sueco chamado Akerblom.
Após a morte deste, estudou o imperador com o Dr. Heining, falecido em 1888.
O Dr. Koch também é lembrado como um de seus professores de hebraico.
A partir de 1886 estudou D. Pedro com seu assistente de pesquisas, Dr. Christian Seybold, que era também professor de línguas orientais.
Com ele estudou também árabe, com o objetivo, segundo seu próprio comentário, de entender melhor o hebraico e também capacitar-se a ler a literatura árabe no original.
Seu apego à língua hebraica foi interpretado como uma forma de compensar os atos de crueldade cometidos por seus antepassados, reis de Portugal, durante a Inquisição, e também motivado por sua vontade de ler a Bíblia no original.
Contam que certa vez encontrou D. Pedro, nos jardins do palácio, uma Bíblia em hebraico que havia sido perdida por um pastor protestante.
Esta descoberta provocou em D. Pedro forte emoção, a ponto de levá-lo a tomar a decisão de estudar hebraico.
Estudou D. Pedro o hebraico durante toda a sua vida, e quando foi deposto pelos republicanos em 1889 encontrou alívio para seu sofrimento no exílio estudando línguas, aprofundando especialmente seu conhecimento da gramática e literatura hebraicas.
Um de seus biógrafos, Georg Raeders, assim descreveu: “A fim de encontrar consolo em seus anos de exílio, ele também estudou grego e árabe, mas acima de tudo sentia-se atraído pelo hebraico.
E a razão disto era que em seu exílio ele se identificava com um povo que também vivia exilado.
Não há dúvidas que seu profundo interesse pelo hebraico, em seus últimos anos de vida, resultava de ser esta a língua de um povo que vivia na diáspora, estando ele próprio solitário e longe de sua pátria.
Sua afinidade com o hebraico foi também por vezes ridicularizada.
Em 1872, o romancista português Eça de Queiroz publicou artigo criticando as viagens de D. Pedro à Europa e aos Estados Unidos.
“Sua Majestade,” escreve o romancista, “conhecido pela modéstia nos costumes e nas iguarias que impõe no palácio real, tem na verdade uma gula especial e única - a língua hebraica.
Por não levar acompanhante conhecedor do hebraico em suas longas e tediosas viagens por trem, assim que chega, faminto, ao seu destino, sendo festivamente recebido, só sabe balbuciar: ‘Hebraico...’”.
E continuava Eça de Queiroz: “Certa vez, quando recebido com pompa nos palácios reais ingleses e solicitado a exprimir suas vontades e preferências, exclamou com voz sofrida: ‘Hebraico!..’ Os oficiais da recepção, espantados, tiveram a genial idéia de levar o imperador a uma sinagoga. Rodeado por judeus imersos em suas orações, pôde deglutir D. Pedro, com muita curiosidade e satisfação, porções sem fim de hebraico”.
Em seu exílio escreveu D. Pedro um livro de gramática hebraica, em francês, e traduziu do hebraico para o francês a canção “Had Gadiá”, da Hagadá de Pessach (1), por entender que esta canção refletia a essência da justiça divina e seu poder sobre a vida e a morte.
Traduziu também, de um jargão misto de hebraico e provençal, para o francês, três cânticos litúrgicos antigos (séc. XVI ou XVII), que costumavam ser entoados nas festas de Brit Milá (2) e Purim (3) por algumas comunidades na Provence.
Sobre estas traduções observou Sokolov (4):
“Nenhum de nossos homens de letras teve a idéia de salvar do esquecimento e da perda estas peças do folclore judaico, até que veio o imperador brasileiro e coletou-as, interpretou-as, traduziu-as e publicou-as, com total fidelidade aos originais”.
No livro que publicou com estas traduções (5), aduziu D. Pedro na introdução a história destas canções e seu valor literário, para que seus leitores pudessem captar a luminosidade oculta nos tesouros da literatura hebraica.
No prefácio deste livro, declarou o monarca brasileiro seu amor pela língua hebraica e descreveu as sucessivas etapas de seu estudo, mencionando com reverência os nomes de seus professores de hebraico, como citamos anteriormente.
Nos anos 70 e 80 do século XIX, ainda imperador do Brasil, D. Pedro viajou diversas vezes para a América do Norte e Europa.
Nessas viagens ele ampliou seu conhecimento de línguas antigas (sânscrito, grego e hebraico), como menciona edição de HaMaguid de 1887:
“D. Pedro II, imperador do Brasil, é pessoa culta e estudada. Em suas horas livres ocupa-se do estudo do sânscrito, do grego, do hebraico e suas literaturas. Para este fim, ele leva consigo em suas viagens ao exterior muitos livros raros, escritos nessas línguas, despendendo horas em sua leitura”.
Em suas viagens costumava D. Pedro encontrar-se com intelectuais judeus de sua época, como Adolf Frank (1809-1893), primeiro professor judeu na Sorbonne, Israel Michel Rabinowitz (1818-1893), que traduziu parte do Talmud para o francês, Julius Opert (1825-1905), assiriologista muito conhecido na época, A.A.Neubauer (1831-1907), pesquisador de manuscritos hebraicos e diretor da biblioteca da Universidade de Oxford nos anos 1873-1900 e Moïse Schwab (1839-1918), diretor da Bibliothèque Nationale de Paris e tradutor do Talmud de Jerusalém para o francês.
Quando chegou D. Pedro a São Petersburgo em 1876, encontrou-se com A.A.Harkavi (1839-1919), diretor da Biblioteca Real, que era conhecido como pesquisador de manuscritos hebraicos antigos. D. Pedro manteve com ele longas discussões sobre os manuscritos que lá se encontravam.
Quando de seu exílio em Paris (1889-1891), manteve D. Pedro laços de amizade com intelectuais e escritores hebraístas e judeus.
Não é de surpreender que nessa época a visão aguçada de Ephraim Deynard (1846-1936), bibliógrafo e comerciante de manuscritos hebraicos, tenha atraído o mui-ilustrado imperador no exílio para oferecer-lhe manuscritos e livros hebraicos antigos.
Foi divulgada carta de Deynard a D. Pedro, na qual destaca o conhecimento da língua hebraica pelo imperador, o que o eternizaria:
“Desta forma Sua Majestade destacou-se e gravou seu nome, em letras luminosas, na história e no coração do povo do Deus de Abraão”.
E assim cumprimentou Deynard o imperador, em seu nome e em nome do povo de Israel:
“Esta saudação é-lhe dirigida por dezenas de milhares de filhos de Israel, pela grande honra que Sua Majestade conferiu a este povo antigo por ter estudado sua língua”.
Em suas viagens ao exterior costumava D. Pedro visitar sinagogas.
Consta que em 22 de setembro de 1876 esteve em visita à sinagoga de Odessa e impressionou-se com a bela melodia das orações.
Sobre as visitas de D. Pedro a sinagogas escreveu o historiador A.R.Malachi:
“Entrava incógnito e sentava-se junto à porta, como se fosse um visitante pobre.
Em algumas sinagogas, pensando que fosse judeu, quiseram dar-lhe a honra de ler na Torá (6) e, para tal, perguntaram-lhe seu nome e de seu pai.
Mas o visitante dizia a verdade, respondendo que não era judeu”.
Temos testemunhos de que D. Pedro costumava rezar em sinagogas, com o livro próprio de orações em hebraico.
Seguindo as instruções contidas no livro, certa vez na sinagoga de Bruxelas, soube quando levantar-se e o que dizer, acompanhando atentamente a liturgia.
Segundo outras fontes, cumpriu sim D. Pedro o ritual da “subida” à Torá, dizendo as respectivas bênçãos em hebraico e até mesmo traduzindo os versículos que havia lido.
Assim ocorreu em sua visita a Londres em 1871, na grande sinagoga da Great Portland Street, e também na sinagoga de Bruxelas.
Nesta última, diante do espanto geral dos circunstantes, declarou D. Pedro:
“Levarei comigo, em meu coração, o selo da Torá de Moisés, e suas palavras pairarão para sempre diante de meus olhos”.
Conta-se que também “subiu” à Torá na sinagoga da cidade de São Francisco, na Califórnia, e também lá demonstrou seu conhecimento através da tradução correta dos versículos que leu.
Discutiu, inclusive com os rabinos, sobre a importância da língua hebraica.
Em dezembro de 1876 visitou D. Pedro a Terra Santa, tendo participado com os judeus de Jerusalém das orações de sexta-feira à noite, junto ao Muro das Lamentações.
Foi provavelmente nesta viagem que adquiriu o imperador os rolos da Torá, recentemente redescobertos no Museu Nacional no Rio de Janeiro. (7)
Como dito, dominava D. Pedro II a língua hebraica, a ponto de manter conversação fluente.
Conta-se que no tempo em que foi imperador, convidou alguns líderes da comunidade judaica brasileira a seu palácio.
Quando se apresentaram, com todo o respeito devido a Sua Majestade, este dirigiu-se a eles em hebraico.
O espanto dos líderes judeus foi grande:
Por não entenderem palavra do que o imperador lhes dizia e porque não poderiam supor que Sua Majestade se dirigiria a eles em hebraico.
Passada a surpresa, o imperador repreendeu-os:
“Que judeus são vocês, que não compreendem a língua de seus antepassados ?!”
D. Pedro faleceu em Paris em 5 de dezembro de 1891.
Na eulogia publicada no jornal HaTsfirá (A Sirene), editado em Varsóvia na língua hebraica, escreveu Israel Isser Goldblum (1863-1925) sobre a vasta cultura de D. Pedro II e seu especial interesse pela língua hebraica, tendo sido salientado o fato de o imperador do Brasil saber e falar fluentemente o hebraico:
“Bem aventurados aqueles que viram D. Pedro II, Imperador do Brasil, e ouviram-no falar na língua sagrada.
Bem aventurados todos aqueles que o saudaram e foram por ele saudados”.
Notas dos tradutores:
(1) Hagadá de Pessach: Texto que descreve o êxodo dos judeus do Egito, lido anualmente na Páscoa judaica.
(2) Brit Milá: Cerimônia de circuncisão.
(3) Purim: Festival anual que comemora a salvação dos judeus no exílio persa.
(4) Sokolov, Nahum (1861-1936): Decano dos jornalistas e escritores israelenses.
(5) Poésies Hébraïco-Provençales du Rituel Israélite Comtadin. Traduites et Transcrites par S.M. Dom Pedro II D’Alcantara, Empereur du Brésil. Avignon 1891. (Cf. Elias Lipiner, 1916-1998, escritor brasileiro-israelense, em seu texto “Imperador do Brasil e Amante do Hebraico” publicado no mensário “Am VaSefer” [Povo e Livro], Israel, fev/1966)
(6) Torá: Rolos de pergaminho contendo a história e as leis básicas do povo judeu, lidos ao longo de cada ano.
(7) Pesquisadores consideram estes rolos da Torá como dos mais antigos existentes, remontando ao século XIV ou XV. Foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e encontram-se em exibição no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.
 

13 julho 2011

A Copa 2014 vem aí! E os negócios?

O Brasil começa a se preparar para a Copa de 2014, tanto com a seleção de futebol, como em relação aos diversos negócios que surgirão com o mega evento que seá realizado em 12 (doze) cidades sede.
Obras serão realizadas, tanto em estádios novos, ou remodelados, em diversos itens de infra-estrutura. Mas e os negócios que daí poderão surgir? Quais áreas serão mais promissoras?
Para responder às perguntas relacionadas com negócios que poderão ser explorados antes, durante e depois da Copa do Mundo de 2014, o SEBRAE realizou estudo, onde são apontados os segmentos mais promissores. Setores foram identificados pelo SEBRAE e serão estudados pela  FGV- Fundação Getúlio Vargas, a saber: Construção civil, Tecnologia da informação, Turismo, Produção associada ao turismo, Comércio varejista, Serviços, Vestuário, Madeira e móveis e Agronegócio.

Estimativas da Ernest & Young, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), apontam que o valor investido em obras de infraestrutura e organização do País será da ordem de R$ 22,46 bilhões. Adicionalmente, a competição deverá injetar R$ 112,79 bilhões na economia brasileira, com a produção em cadeia de efeitos diretos, indiretos e induzidos. Estima-se que, no período de
2010 a 2014, sejam movimentados R$ 142,39 bilhões adicionais no País. Apenas para o setor de tecnologia da informação (TI), serão necessários investimentos de R$ 309 milhões para acomodar o grande fluxo de dados associado ao megaevento.
O estudo completo do SEBRAE pode ser lido no documento "Copa do Mundo FIFA 2014: Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas  Cidades-Sede - Resumo executivo Brasil". Não perca a oportunidade!

09 julho 2011

Combate aos germes em roupas

Atenção alérgicos!!!!!

De acordo com a BBC, um novo tratamento anti-microbial foi desenvolvido por cientistas da Universidade da Georgia. Trata-se de um spray capaz de matar qualquer germe presente em tecidos, que podem causar doenças ou odores desagradáveis.
Eles garantem que o líquido pode ser aplicado tanto em fibras naturais como sintéticas, sejam elas roupas, tapetes, sapatos e até plastico. Nos testes, o produto também foi capaz de impedir a reprodução das bactérias e nem perdeu suas características mesmo após várias lavagens.
"A proliferação de bactérias em tecidos e plásticos é uma preocupação crescente, especialmente em hospitais e hotéis, que são ambientes perfeitos para o desenvolvimento desses microorganismos", disse o Dr. Jason Locklin, um dos responsáveis pelo projeto, à BBC.
Outros produtos similares já existem no mercado, mas a expectativa é que esse spray tenha um preço acessível para a maior parte da população.
Fonte: Olhar Digital

07 julho 2011

Radioembolização para pacientes com câncer primário de fígado inoperável

Os resultados da análise multi-centro Rede Europeia de Radioembolização com microesferas de resina de ítrio-90 (ENRY - European Network on Radioembolization with Yttrium-90 resin microspheres) dos resultados de longo prazo relacionados com a sobrevivência e com a segurança da radioembolização usando esferas de resina (SIR-spheres) em pacientes com tumores primários inoperáveis no fígado foram publicados hoje na Hepatology, uma revista revisada por pares da Associação Americana para o Estudo das Doenças do Fígado (American Association of the Study of Liver Diseases).
A avaliação de 325 pacientes com câncer primário de fígado inoperável (carcinoma hepatocelular irressecável), que foram tratados por equipes de especialistas em fígado, oncologistas, radiologistas intervencionais e médicos de medicina nuclear em oito centros na Alemanha, Itália e Espanha, forneceu "provas robustas dos resultados
de sobrevivência alcançados com a radioembolização, incluindo pacientes com doença avançada e poucas opções de tratamento", disse Bruno Sangro, MD, PhD, Professor de Hepatologia na Unidade do Fígado da Universidade Clínica de Navarra, Pamplona, Espanha, e presidente do grupo ENRY.
Sobre o carcinoma hepatocelular
O carcinoma hepatocelular (CHC) ocorre em pessoas cujos fígados se tornam gravemente danificados ou cirróticos, devido a condições tais como a hepatite e alcoolismo. É um entre os dez cânceres mais comuns em todo o mundo, com quase 750.000 casos diagnosticados anualmente, e a terceira principal causa de mortes por câncer. A doença ocorre com maior frequência em regiões onde a hepatite é diagnosticada com mais frequência, tais como a região Ásia-Pacífico e Sul da Europa.
O câncer hepatocelular pode ser curado somente através de cirurgia, ou pela resseção das partes do fígado afetadas pela doença, ou através de transplante de fígado de um doador saudável. Entretanto, estas intervenções são inapropriadas para a grande maioria dos pacientes, cuja sobrevivência pode variar de poucos meses a dois ou mais anos, dependendo amplamente do estado de seus fígados na época do diagnóstico e da extensão da invasão do tumor.
Descobertas da avaliação ENRY
A maioria dos pacientes (82,5%) avaliados pelo grupo ENRY tinha doença hepática que estava razoavelmente bem compensada (Child-Pugh classe A), com cirrose associada (78,5%) e bom status de desempenho na escala ECOG (ECOG 0-1: 87,7%). Porém, muitos deles tinham múltiplos nódulos tumorais (75,9%), com a doença presente em ambos lóbulos do fígado (53,1%) e/ou oclusão da veia porta (o vaso que transporta sangue do trato gastrintestinal para o fígado) ou em uma parte da veia (13,5%) ou no vaso principal (9,8%).
Mais de 40 por cento dos pacientes (41,5%) obtiveram progresso seguindo um ou mais outros tratamentos antes de receberem radioembolização com esferas de resina (microesferas de resina de ítrio-90; Sirtex Medical Limited, Sydney, Austrália), incluindo cirurgia ou transplante de fígado, procedimentos percutâneos tais como injeção de etanol ou ablação por radiofrequência de tumores individuais do fígado, ou procedimentos vasculares tais como embolização transarterial (TAE) ou quimioembolização (TACE) que bloqueiam as artérias do fígado que nutrem os tumores.
Usando os critérios de estadiamento Barcelona Clinic Liver Cancer (BCLC), a vasta maioria dos pacientes avaliados pelo grupo ENRY possuía a doença avançada (BCLC C: 56,3%) ou intermediária (BCLC B: 26,8%).
Os pacientes que receberam a radioembolização (também chamada de terapia de radiação interna seletiva ou SIRT - selective internal radiation therapy) receberam uma dose mediana de 1,6 GBq de microesferas de resina de ítrio-90 emissoras de radiação beta, predominantemente como procedimento único por meio transarterial para o fígado por um cateter através das artérias femoral e hepática. A sobrevivência geral mediana dos pacientes tratados com SIRT e avaliados pelo grupo ENRY foi de 12,8 meses. A sobrevivência variou significativamente por estágio da doença: 24,4 meses para pacientes no estágio BCLC A; 16,9 meses no BCLC B e 10,0 meses no BCLC C.
"Como o ENRY não foi um estudo prospectivo, nossas descobertas devem ser interpretadas de maneira conservadora", explicou o Professor Sangro. "O que podemos dizer, com base em nossa avaliação de uma grande série de pacientes com CHC tratados em consultórios de rotina, é que a radioembolização usando esferas de resina visa diretamente os tumores e poupa tecidos viáveis do fígado, o que nos permite reduzir a carga da doença e aumentar potencialmente tanto a sobrevivência do paciente quanto sua qualidade de vida. O maior benefício da sobrevivência pode ser esperado naqueles pacientes com melhor status de desempenho, menos nódulos tumorais e nenhuma oclusão da veia porta.
"Também ficou claro, a partir de nossa análise", ele acrescentou, "que a radioembolização pode ser particularmente útil em quatro populações específicas de pacientes. Estas incluem, primeiramente, pacientes que poderiam de outra forma serem considerados para TACE mas podem beneficiar-se mais das esferas de resina; pacientes que são candidatos deficientes para TACE devido ao alto número de nódulos tumorais (>5) ou espalhados por ambos lóbulos do fígado; pacientes que não tiveram resultados anteriores com TACE e, por fim, pacientes que não são elegíveis para TACE devido à oclusão da veia porta. Estes pacientes possuem poucas outras opções de tratamento".
Outras opções de tratamento que demonstraram estender a sobrevivência para pacientes com CHC inoperável incluem TACE, que requer repetidos procedimentos intervencionais e hospitalizações devido à resultante síndrome pós-embolização; e o sorafenibe, um medicamento oral administrado duas vezes por dia o qual pode causar efeitos colaterais que levam à descontinuação do medicamento em mais de um terço dos pacientes (38%).
A colaboração ENRY descobriu que a radioembolização foi muito bem tolerada por estes pacientes já adoentados. Mais da metade (54,5%) sofreram de fadiga; cerca de um terço (32,0%) reportaram náusea ou vômito; enquanto que um pouco mais de um quarto (27,1%) reportaram dor abdominal e um em dez pacientes apresentaram febre moderada. Estes sintomas foram transitórios em todos os casos.
Um número muito pequeno de pacientes (3,7%) sofreram de úlcera gastrintestinal, que pode ocorrer quando algumas microesferas inadvertidamente passam por uma artéria gástrica.
"Com base na avaliação ENRY", concluiu o Professor Sangro, "acreditamos que a radioembolização merece o uso de rotina em um número de pacientes com câncer primário de fígado. A radioembolização também pode ser uma opção sinergética quando combinada com tratamentos farmacêuticos mais recentes, tais como o inibidor da tirosina-quinase, sorafenibe".
Médicos e pacientes interessados em participar em um dos dois testes randomizados controlados iniciados recentemente de radioembolização usando esferas de resina, podem obter mais informações nos endereços: 
http://www.soramic.de - o teste SORAMIC (http://www.clinicaltrials.gov identificador NCT01126645) está sendo conduzido na Europa usando esferas de resina combinadas com sorafenibe comparadas com somente sorafenibe em pacientes com CHC; 
http://www.sirvenib.com – o teste SIRveNIB (http://www.clinicaltrials.gov identificador NCT01135056) está sendo conduzido na Região Ásia-Pacífico e compara as esferas de resina com o sorafenibe em pacientes com CHC. 
Para informações adicionais
As esferas de resina estão aprovadas para uso na Austrália, na União Europeia (Marcação CE), Nova Zelândia, Suíça, Turquia e diversos outros países para tratamento de tumores irressecáveis do fígado. As esferas de resina foram também inteiramente aprovadas pela FDA e são indicadas nos Estados Unidos para tratamento de tumores metastáticos irressecáveis do fígado desde câncer colorretal primário em combinação com quimioterapia hepática intra-arterial usando floxuridina. Imagens para baixar, informações de base para a mídia, um vídeo do modo de ação e materiais adicionais de apoio estão disponíveis on-line no endereço http://www.SIRTnewsroom.com
Referências: 
1. Sangro B, Carpanese L, Cianni R et al em nome da Rede Europeia de Radioembolização com microesferas de resina de ítrio-90 (ENRY - European Network on Radioembolization with Yttrium-90 resin microspheres). Survival after 90Y resin microsphere radioembolization of hepatocellular carcinoma across BCLC stages: A European evaluation. Hepatology 2011; ePub doi: 10.1002/hep.24451.
2. GLOBOCAN. Liver Cancer Incidence and Mortality Worldwide in 2008. http://globocan.iarc.fr/factsheets/cancers/liver.asp acessado em 28
de junho de 2011.
3. Llovet J, Ricci S, Mazzaferro V et al para o Grupo de Estudo de Investigadores SHARP. Sorafenib in advanced hepatocellular carcinoma. New England Journal of Medicine 2008; 359: 378-390.

Fontes: ENRY Trialists; PR News Wire Brasil

Observatório desafia física pós-Einstein

O Telescópio de Raios Gama Integral, da Agência Espacial Europeia, revelou novos resultados que vão afetar drasticamente a busca pela chamada "física pós-Einstein".
Os dados do observatório espacial mostraram que qualquer "granulação" quântica do espaço deve ter uma escala muito menor do que se previa.
Os dados do observatório espacial mostraram que qualquer "granulação" quântica do espaço deve ter uma escala muito menor do que se previa.
O GRB 041219A ocorreu em 19 de dezembro de 2004 e foi imediatamente classificado no topo da lista dos GRBs em brilho.[Imagem ao lado: ESA/SPI Team/ECF]
O Telescópio de Raios Gama Integral, da Agência Espacial Europeia, revelou novos resultados que vão afetar drasticamente a busca pela chamada "física pós-Einstein".
Os dados do observatório espacial mostraram que qualquer "granulação" quântica do espaço deve ter uma escala muito menor do que se previa.
Granularidade do espaço
A Teoria Geral da Relatividade de Einstein descreve as propriedades da gravidade e assume que o espaço é um tecido suave e contínuo.
No entanto, a teoria quântica sugere que o espaço deve ser granulado quando visto em uma escala suficientemente pequena, como a areia em uma praia.
Uma das maiores ocupações dos físicos na atualidade está na tentativa de casar estes dois conceitos, criando uma única teoria da gravitação quântica.
Agora, o Integral colocou novos limites muito mais rigorosos para o tamanho desses "grãos" quânticos no espaço, mostrando que eles devem ser muito menores do que algumas ideias sobre a gravidade quântica vinham sugerindo.
Polarização da luz
Segundo os cálculos, os minúsculos grãos poderiam afetar a forma com que os raios gama viajam pelo espaço.
Os grãos devem "torcer" os raios de luz, mudando a direção na qual eles oscilam - uma propriedade chamada polarização.
Os raios gama de alta energia devem ser torcidos mais do que os raios gama de energias mais baixas, e a diferença na polarização pode ser usada para estimar o tamanho dos grânulos do espaço.
Explosão de raios gama
Philippe Laurent e seus colegas usaram dados do instrumento IBIS, a bordo do observatório Integral, para procurar diferenças de polarização entre raios gama de alta e baixa energia, emitidos durante uma das mais poderosas explosões de raios gama (GRBs) já vistas.
As GRBs vêm de algumas das explosões mais energéticas conhecidas no Universo. Acredita-se que a maioria delas ocorra quando estrelas muito maciças, durante uma supernova, colapsam para formar estrelas de nêutrons ou buracos negros.
Esse colapso gera um gigantesco pulso de raios gama, com duração de poucos segundos até alguns minutos - mas, durante esse tempo, o pulso ofusca o brilho de galáxias inteiras.
O GRB 041219A ocorreu em 19 de dezembro de 2004 e foi imediatamente classificado no topo da lista dos GRBs em brilho. Ele foi tão brilhante que o Integral foi capaz de medir a polarização dos seus raios gama com precisão.
Tamanho dos grãos do espaço
Os cientistas então procuraram diferenças na polarização a diferentes energias, mas não encontraram nenhuma dentro dos limites de precisão dos dados.
Algumas teorias sugerem que a natureza quântica do espaço - sua "granularidade" - deve manifestar-se na chamada escala de Planck: a 10-35 metro. Para comparação, um milímetro, a menor divisão que se pode ver em uma régua escolar, equivale a 10-3 metro.
No entanto, as observações do Integral são cerca de 10.000 vezes mais precisas do que qualquer medição anterior e mostram que qualquer grão quântico deve estar na casa dos 10-48 metro ou menor.
"Este é um resultado muito importante em física fundamental e descarta algumas teorias das cordas e teorias da gravidade quântica em loop," afirmou o Dr. Laurent.
Agora, a bola volta para os teóricos, que deverão reexaminar suas teorias à luz deste novo dado.
As observações do Integral são cerca de 10.000 vezes mais precisas do que qualquer medição anterior e mostram que qualquer grão quântico deve estar na casa dos 10-48 metro ou menor. [Imagem ao lado: ESA/Medialab]
Explosão de raios gama
Philippe Laurent e seus colegas usaram dados do instrumento IBIS, a bordo do observatório Integral, para procurar diferenças de polarização entre raios gama de alta e baixa energia, emitidos durante uma das mais poderosas explosões de raios gama (GRBs) já vistas.
As GRBs vêm de algumas das explosões mais energéticas conhecidas no Universo. Acredita-se que a maioria delas ocorra quando estrelas muito maciças, durante uma supernova, colapsam para formar estrelas de nêutrons ou buracos negros.
Esse colapso gera um gigantesco pulso de raios gama, com duração de poucos segundos até alguns minutos - mas, durante esse tempo, o pulso ofusca o brilho de galáxias inteiras.
O GRB 041219A ocorreu em 19 de dezembro de 2004 e foi imediatamente classificado no topo da lista dos GRBs em brilho. Ele foi tão brilhante que o Integral foi capaz de medir a polarização dos seus raios gama com precisão.
Tamanho dos grãos do espaço
Os cientistas então procuraram diferenças na polarização a diferentes energias, mas não encontraram nenhuma dentro dos limites de precisão dos dados.
Algumas teorias sugerem que a natureza quântica do espaço - sua "granularidade" - deve manifestar-se na chamada escala de Planck: a 10-35 metro. Para comparação, um milímetro, a menor divisão que se pode ver em uma régua escolar, equivale a 10-3 metro.
No entanto, as observações do Integral são cerca de 10.000 vezes mais precisas do que qualquer medição anterior e mostram que qualquer grão quântico deve estar na casa dos 10-48 metro ou menor.
"Este é um resultado muito importante em física fundamental e descarta algumas teorias das cordas e teorias da gravidade quântica em loop," afirmou o Dr. Laurent.
Agora, a bola volta para os teóricos, que deverão reexaminar suas teorias à luz deste novo dado.

06 julho 2011

Atitude é tudo!!!!

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça...
- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordo, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.
ATITUDE É TUDO!
Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Se preocupe em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus...

05 julho 2011

Atitudes que podem prejudicar a evolução no trabalho

Já diz o dito popular que um sorriso abre portas, mas, sorrir demais, segundo alertam os especialistas, pode passar uma imagem negativa, de falsidade, e acabar prejudicando a evolução profissional dentro da empresa. “Pessoas que ficam sorrindo o tempo todo e demonstrando disponibilidade de forma exagerada podem passar uma imagem de falsidade”, diz a consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.
Outra atitude tida como positiva, mas que, se for exagerada, pode acabar impactando de forma negativa os profissionais é o excesso de proatividade, que pode levar as pessoas a enxergarem este profissional como intrometido. “Ser resiliente e proativo demais, querer saber de tudo, participar de tudo o que acontece na empresa, além de dar uma impressão negativa, pode fazer com que o profissional acabe deixando de lado as obrigações pelas quais ele é de fato responsável, o que torna o comportamento prejudicial para a carreira”, explica a consultora em carreira da De Bernt Entschev Human Capital, Gizelle Marques.
Extremos
Ainda segundo Gizelle, qualquer comportamento extremo é prejudicial para a evolução da carreira. Assim, quem sempre coloca o trabalho em primeiro lugar, como aqueles que nunca abrem exceções na vida particular para resolver questões profissionais, são mal vistos por gestores e líderes.
Neste sentido também, de exageros, ela destaca a excessiva resistência ao novo e a busca interminável por feedbacks. “Na tentativa de acertar, de conseguir uma melhor colocação na empresa, as pessoas acabam exacerbando comportamento. Há aqueles que buscam o tempo todo por feedback, que querem sempre saber qual é o próximo passo para chegarem a outro patamar, por exemplo. Tais atitudes podem demonstrar ambição exagerada, impaciência para cumprir as etapas da evolução da carreira”.
Outras atitudes
Além das ações positivas, que, quando exageradas, tornam-se negativas, Karla lembra ainda das atitudes que sempre são tidas como negativas e acabam contando pontos a menos para o profissional:
- Comprometer-se e não cumprir;
- Falar mal de antigos chefes e empresas;
- Não saber ouvir a opinião de terceiros;
- Não saber lidar com críticas;
- Querer aparecer mais que os outros membros da equipe;
- Ser inflexivo e agressivo;
- Ser centralizador;
- Não cuidar da aparência pessoal;
- Mostrar-se inseguro, desinteressado e não saber olhar a empresa como um todo.
Além da empresa
As especialistas lembram ainda que é um erro focar-se somente no emprego atual, esquecendo-se da empregabilidade. De acordo com elas, é preciso prestar atenção ao mercado e procurar se atualizar, para não sabotar a própria carreira.
Neste sentido, lembram, é essencial manter o networking, sendo um erro demonstrar-se preconceituoso, não sustentar as amizades e mostrar-se interesseiro, procurando as pessoas apenas quando precisa de algo.

Fonte: InfoMoney

19 junho 2011

7 Práticas que você pode fazer durante as dificuldades

“Não importa o quão bom, realizado e eficiente você for, haverá momentos em que você ficará sobrecarregado por alguma coisa negativa, chata e perturbadora.”
Confira algumas dicas práticas que você pode fazer para continuar e superar esses tempos difíceis:
1. Reconhecer que as regras normais não se aplicam para o momento
Às vezes temos uma longa lista de tarefas para cumprir mas temos dificuldades para completar até as pequenas tarefas.
Ao invés de negar essa realidade, aceite e faça alguns ajustes temporários.
2. Concentrar em tarefas essenciais, e cortar todo o resto
Não pense no “Should-Do List” (Lista que devo fazer), mas no “Must-Do-To-Survive List” (Lista que deve fazer para sobreviver).
Coloque as suas atividades normais em espera e tente lidar com o que vem imediatamente após isso.
3. Ter um bom descanso
Quando você já está estressado por não ter tempo suficiente para fazer tudo, descansar pode ser um contra-senso. Mas se você não descansar o suficiente, a situação pode se transformar rapidamente de mal a pior.
Nutrir e estimular o seu corpo com o descanso é extremamente importante se você quiser ser produtivo durante um momento difícil.
4. Pedir ajuda
Faça as coisas óbvias (mais as difíceis) e saiba pedir ajuda: o trabalho delegado aos seus colaboradores e sua família e amigos para obter assistência. Seu verdadeiros aliados ficarão felizes em ajudá-lo quando você está em uma fase difícil: Dê a chance de fazer algo de bom, e eles ajudarão.
5. Foco no positivo, sempre que possível
Geralmente os erros afastam o pensamento positivo. Tente não ceder a isso. Em alguns casos,ouvir coisas boas de alguém próximo pode ser um alívio.
Não seja tímido: Se você precisa de um impulso moral, gentilmente peça. Você sabe muito bem para quem pedir, por que não fazer isso?
“Seus verdadeiros aliados ficarão felizes em ajudá-lo quando você está em um ponto difícil: dê a eles essa chance.”
6. Recomeçar/Reiniciar
Quando parecer que os tempos difíceis estão terminando, aproveite o momento e decida como você pode fazer melhorar daqui para frente.
7. Agradecer
Depois que a tempestade passou e o sol começa a brilhar novamente, não se esqueça das pessoas que te ajudaram na sua necessidade. Faça disso uma prioridade, mostre gratidão para aqueles que tomaram conta de você.

Imagens do Rio de Janeiro

Maravilhosas tomadas aéreas do Rio de Janeiro e de seus principais pontos turísticos.

O trabalho enobrece e ocupando a mente desvia-se da má conduta

Na nobre tarefa de educar os filhos, é muito comum vermos os pais pouparem as crianças e jovens de colaboração na manutenção da organização e limpeza do lar.
Não nos passará pela mente, em realidade, que os pequenos ou jovens devam, quando não houver necessidade, ser postos para que realizem trabalhos pesados, que lhes absorvam as horas de estudo e aprimoramento de si mesmos.
Invocamos as possibilidades de aprenderem a arte de auxiliar, de prestar colaboração, o que, a cada dia, se torna mais raro.
São muitas as mães que se transformam em serviçais de seus filhos, não para que cresçam, mas, para que se encharquem nos caldos de terrível egoísmo, sem que aprendam, nos dons do amor, a se fazerem úteis.
Onde está o problema de ensinar-se aos pequenos a esticar a cama donde se levantaram?
Onde está a dificuldade de fazer-lhes atender a essa ou àquela pequena higiene doméstica?
Onde está a impossibilidade de que aprendam a pregar um botão ou costurar uma bainha?
Como ignorar que é importante para os jovens lavar ou passar uma peça do vestuário, para si ou para alguém que precise?
Por que tanto constrangimento em ensinar ao jovem, rapaz ou moça, a passar um café ou preparar um arroz, considerando-se a honra da cooperação fraterna?
Identificamos muitos filhos que se tornaram incapazes pelos caminhos, em razão da displicência ou descaso dos que lhes deviam educação.
Não os deveremos preparar para os tempos de facilidade e abastança, mas para os dias de necessidade e carência, de modo que a incapacidade não os mutile, desnecessariamente.
Pensemos na educação que estamos oferecendo aos nossos filhos, em como os devemos educar para o mundo.
O lar é a primeira escola. É onde serão aprendidos todos os valores.
Da mesma forma que nos esmeramos para oferecer a melhor educação escolar aos nossos filhos, lembremos de ofertar-lhes a educação cristã, plantando neles a semente da cooperação.
Os membros de uma família devem se sentir incentivados a se ajudarem mutuamente, sempre que necessário.
Evoquemos o Divino Mestre, na carpintaria do Pai, cooperando.
Coloquemos a luz do Evangelho em seus corações sem deixarmos, contudo, de lhes ocuparmos as mãos, ainda que seja nos pequenos afazeres domésticos ou da oficina, pois ajudar no trabalho do bem, onde quer que ele apareça, é também evangelização.

27 maio 2011

Site indica mais de 2.500 opções de medicamentos genéricos

Com o surgimento dos remédios genéricos - aquele que contém o princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica - foi possível encontrar preços mais baixos para a mesma qualidade de produto. Para atender quem quer encontrar medicamentos genéricos de forma rápida, foi lançado o www.genericofacil.com.br, que busca entre mais de 2.846 opções de remédios de mais de 80 laboratórios brasileiros.
O site surgiu a partir da idéia de um cliente de uma empresa de Web "Ele foi comprar seus remédios para pressão alta e buscou informações na internet, ele só encontrou informações sobre a versão comercial dos medicamentos. Na farmácia, descobriu que havia o genérico do mesmo remédio, por cerca de 50% do preço da opção comercial e, então, começou a procurar informações sobre a versão genérica. Tudo o que encontrou foram sites técnicos, para médicos e outros profissionais da saúde, que, para os leigos, era uma informação quase que inútil", conta o CEO da empresa.
Segundo ele, a população leiga que vai ao médico, mesmo tendo recebido a indicação de um remédio comercial, pode usar o mecanismo de busca para encontrar a versão genérica. O objetivo não é vender o remédio, mas mostrar as diferentes opções. O que o site faz é indicar quais as versões genéricas daquele medicamento são oferecidas no mercado, por qual laboratório, e em que dosagem.

26 maio 2011

Lenda japonesa e jingle da Varig

Há uma antiga lenda japonesa datada do período Muromashi (século XV) que um pescador chamado Urashima Taro (o "japinha" do desenho) salvou um tartaruga de um grupo de rapazes que a estavam maltratando.
No dia seguinte, uma tartaruga enorme se aproximou dele e lhe disse que a pequena tartaruga que ele salvara era na verdade a filha do Imperador do Mar, que gostaria de vê-lo e agradecer-lhe. Ela permitiu que ele subisse em suas costas e, através de magia, fez surgir brânquias em Taro para que ele pudesse respirar debaixo d'água. Assim pôde levá-lo a uma viagem para conhecer o fundo do mar e o palácio do rei-dragão. Lá o pescador se encontrou com o imperador e com a sua filha, a pequena tartaruga, que agora estava transformada em uma bonita princesa.
Taro ficou no palácio como hóspede de honra e muitas festas foram feitas em sua homenagem. Assim foram se passando os dias. Embora feliz nas águas marinhas, Urashima começou a sentir saudades de sua terra natal e de seus parentes, e pediu para voltar. Ao partir, recebeu da princesa uma arca de presente, com a promessa de que só a abrisse quando ficasse bem velho e de cabelos brancos.Ao chegar em sua cidade não a reconheceu, pois estava tudo muito mudado. Ele não conseguiu reconhecer nenhuma das pessoas da vila, os lugares já não eram mais os mesmos.
Começou a perguntar se ninguém conhecia um pescador chamado Urashima Tarō. Algumas pessoas disseram que tinham ouvido falar de alguém com esse nome, que havia desaparecido no mar muitos anos atrás. Taro acabou descobrindo que haviam se passado trezentos anos desde o dia em que havia decidido ir ao fundo do mar.
Tomado de grande tristeza, foi para a beira do mar na esperança de reencontrar a tartaruga, mas desesperou-se porque esta demorava e acabou abrindo a caixa que a princesa lhe havia oferecido. De dentro dela saiu uma nuvem de fumaça branca, que o envolveu. De repente, seu corpo tornou-se velho e enrugado, nasceu-lhe uma longa barba branca e suas costas curvaram-se com o peso de tantos anos. E do mar veio a voz doce e triste da princesa: "Eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estavam todos os seus anos …" A caixa continha a "eterna juventude" de Urashima Taro e o pescador, sem reconhecer seu valor, deixou-a ir-se para sempre.
O "JINGLE" DA VARIG- No final dos anos 60 a VARIG inaugurava sua rota do Brasil ao Japão e para comemorar, encomendaram ao notável "jinglista" ARCHIMEDES MESSINA que, baseado na lenda, fez uma adaptação genial e acabou se transformando num enorme sucesso e até hoje é um dos "jingles" mais tocados no Brasil em todos os tempos. A gravação ficou a cargo da "TARGET AUDIO", a produção ficou a cargo de "Eduardo Barros" e a voz é da cantora japonesa ROSA MI YAKE que naquela época fazia um sucesso enorme com o programa "Imagens do Japão" da Rede Record.
Este vídeo vai especialmente para os queridos amigos que durante muitos anos voaram na antiga VARIG

25 maio 2011

Em épocas de baixa na Bolsa, em quais empresas investir?

Interessante comentário publicado pela ADVFN, sobre o momento atual da Bolsa no Brasil. A matéria corrobora posição que venho defendendo há mais de um ano, qual seja, investir em ações de empresas que costumeiramente pagam bons dividendos. Veja a matéria.

O que fazer na Bolsa quando parece que os preços não saem do lugar? Investir na Bolsa tem sido difícil para a maioria dos investidores desde o ano passado. Em momentos de crise ou indefinição é importante que o investidor proteja seu capital. Os analistas recomendam ações de empresas defensivas no momento. Essas empresas têm uma característica especial em relação às demais: seus resultados surfam acima das marés de baixa da economia, ou seja, seus produtos e serviços são solicitados pelos consumidores caso a situação econômica seja boa ou ruim. Em épocas de alta inflação, como a atual, empresas que podem reajustar suas receitas regularmente de acordo com um índice inflacionário saem ganhando na Bolsa. Os investidores sabem que podem contar com a segurança oferecida por esses papéis. Companhias de utilidade pública como geradoras e distribuidores de energia elétrica, saneamento e telecomunicações se encaixam na descrição de empresas defensivas. Outra vantagem dessas empresas é sua política de dividendos. Empresas defensivas em geral têm um enorme gasto com investimentos no início de suas operações, mas ao longo dos anos seus maiores custos são de apenas manutenção do investimento inicial. Dessa forma a maioria dos lucros é geralmente distribuída de volta aos acionistas na forma de proventos. Esses podem ser dividendos ou juros sobre capital próprio e constituem um ótimo rendimento para a carteira de um investidor ao longo dos anos.

Fonte: Newsletter ADVFN

17 maio 2011

Dicionário de Medos

Quanta cultura!!! Útil, ou inúti?

Abissofobia - medo de abismos, precipícios.
Ablepsifobia - medo de ficar cego
Ablutofobia - medo de tomar banho.
Acarofobia - medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros).
Acerofobia - medo a produtos ácidos.
Acluofobia - medo ou horror exagerado de escuridão.
Acrofobia - medo de altura.
Acusticofobia - medo relacionado aos ruídos de alta intensidade.
Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto.
Aerodromofobia - medo de viagens aéreas.
Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas.
Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião).
Afobia - medo da falta de fobias
Agliofobia - medo de sentir dor.
Afefobia - medo de ser tocado.
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro.
Agrafobia - medo de abuso sexual.
Agrizoofobia - medo de animais selvagens.
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas.
Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos.
Ailurofobia - medo de gatos.
Algofobia - medo de dor.
Altofobia - medo de alturas
Amatofobia - medo de poeiras
Amaxofobia - medo mórbido de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte.
Ambulofobia - medo de andar
Amnesifobia - medo de perder a memória.
Ancraofobia ou Anemofobia - medo de correntes de ar
Androfobia - medo de homens
Analofobia - medo de buracos escuros
Anemofobia - medo de ventos
Anginofobia - medo de engasgar
Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade
Antlofobia - medo de enchentes
Anuptafobia - medo de ficar solteiro(a)
Apeirofobia - medo de infinito
Apifobia - medo de abelhas
Aracnefobia ou Aracnofobia - medo de aranhas
Aritmofobia - medo de números
Arrenfobia - medo de homens
Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas
Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza
Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos
Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular)
Ataxofobia - medo de desleixo
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Atelofobia - medo de imperfeições
Atefobia - medo de ruínas
Atomosofobia - medo de explosões atômicas
Atiquifobia - medo do fracasso
Aurofobia - medo de ouro
Autofobia - medo de ficar só ou sozinho
Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
Automisofobia - medo de ficar sujo
Aviofobia ou aviatofobia - medo de voar de avião
Azinofobia - medo de apanhar do pai

Bacilofobia ou Bacteriofobia - medo de bactérias
Balistofobia - medo de mísseis
Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
Batofobia - medo de profundidade
Botanofobia - medo de plantas
Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
Belonofobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas
Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos
Biofobia - medo da vida

Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar
Caetofobia - medo de pêlos
Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades
Catagelofobia - medo do ridículo (estar ou ser)
Catapedafobia - medo de saltar de lugares baixos ou altos
Catoptrofobia - medo de espelhos
Cenofobia ou centofobia - medo que caracteriza-se pela aversão e medo mórbido de sentir inquietação de grandes espaços abertos.
Cimofobia - medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
Cinetofobia ou cinesofobia - medo de movimento
Cinofobia - medo de cães
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia - medo de prostitutas ou doença venéreas
Ceraunofobia - medo de trovão
Copofobia - medo da fadiga
Corofobia - medo de dançar
Coniofobia - medo de poeira (amatofobia)
Cosmicofobia - medo de fenômenos cósmicos
Crometofobia ou crematofobia - medo de dinheiro
Cromofobia ou cromatofobia - medo de cores
Cronofobia - medo do tempo
Cronomentrofobia - medo de relógios
Claustrofobia - medo de espaços confinados
Cleitrofobia ou cleisiofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados
Cleptofobia - medo de ser roubado
Climacofobia - medo de degraus (subir ou cair de degraus)
Clinofobia - medo de ir para cama
Clitrofobia ou cleitrofobia - medo de ficar fechado
Cnidofobia - medo de cordas
Cometofobia - medo de cometas
Coimetrofobia - medo de cemitérios
Contreltofobia - medo de abuso sexual
Coprofobia - medo de fezes
Coulrofobia - medo de palhaços
Cremnofobia - medo de precipícios
Cretinofobia - medo de nunca mais acessar o link
Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento

Deipnofobia - medo de jantar e conversas do jantar
Demonofobia ou demonofobia - medo de demônios
Demofobia - medo de multidão (Agorafobia)
Dendrofobia - medo de árvores
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia - medo de doenças de pele
Dextrofobia - medo de objetos do lado direito do corpo
Diabetofobia - medo de diabetes
Dinofobia - medo de vertigens ou redemoinho
Diplofobia - medo de visão dupla
Dipsofobia - medo de beber
Disabiliofobia - medo de se vestir na frente de alguém
Dismorfofobia - medo de deformidade
Distiquifobia - medo de acidentes
Domatofobia ou oiquofobia - medo de casas ou estar em casa
Dorafobia - medo de pele de animais
Dromofobia - medo de cruzar ruas

Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho
Electrofobia - medo de eletricidade
Eleuterofobia - medo da liberdade
Elurofobia - medo de gatos (ailurofobia)
Emetofobia - medo de vomitar
Enoclofobia - medo de multidão
Enosiofobia ou enissofobia - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável
Entomofobia - medo de insetos
Epistaxiofobia - medo de sangrar do nariz
Epistemofobia - medo do conhecimento
Equinofobia - medo de cavalos
Eremofobia - medo de ficar só
Ereutrofobia - medo de ficar vermelho
Ergasiofobia - medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
Ergofobia - medo do trabalho
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho
Eretofobia - medo do ato sexual propriamente dito.
Esciofobia ou esciafobia - medo de sombras
Escolecifobia - medo de vermes
Escopofobia ou escoptofobia - medo de estar sendo olhado
Escotofobia - medo de escuro
Escotomafobia - medo de cegueira
Esfecsofobia - medo de marimbondos
Espectrofobia - medo de fantasmas ou espectros
Estasibasifobia ou estasifobia - medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo
Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas
Estigiofobia - medo do inferno

Fagofobia - medo de engolir ou de comer
Falacrofobia - medo de tornar-se careca
Farmacofobia - medo de tomar remédios
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia - medo de febre
Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol
Felinofobia - medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
Filemafobia ou filematofobia - medo de beijar
Filofobia - medo de enamorar
Filosofobia - medo de filosofia
Fobia Social - medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
Fobofobia - medo de fobias
Fonofobia - medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes
Fotofobia - medo de luz
Fronemofobia - medo de pensar
Ftisiofobia - medo de tuberculose

Galeofobia ou gatofobia - medo de gatos
Gamofobia - medo de casar
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia - medo de cruzar pontes
Geliofobia - medo de rir
Geniofobia - medo de manter a cabeça erguida
Gerascofobia - medo de envelhecer
Gerontofobia - medo de pessoas idosas
Geumafobia ou geumofobia - medo de sabores
Gimnofobia - medo de nudez
Ginofobia ou ginefobia - medo de mulheres
Glossofobia - medo de falar ou tentar falar em publico
Gnosiofobia - medo do conhecimento

Hadefobia - medo do inverno
Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas
Hamartofobia - medo de pecar (pecados)
Hafefobia ou haptefobia - medo de ser tocado ou de tocar em alguém ou em alguma coisa
Harpaxofobia - medo de estar sendo roubado
Hedonofobia - medo de sentir prazer
Heliofobia - medo do sol
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia - medo de sangue
Heresifobia ou hereiofobia - medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
Herpetofobia - medo de répteis ou coisa que arrastam
Heterofobia - medo do sexo oposto (sexofobia)
Hidrargiofobia - medo de medicamentos mercuriais
Hidrofobia - medo de água
Hidrofobofobia - medo de raiva (doença)
Hielofobia ou hialofobia - medo de vidro
Hierofobia - medo de padres ou coisas sacras
Higrofobia - medo de líquidos ou umidade
Hilefobia - medo de materialismo ou de epilepsia
Hilofobia - medo de florestas
Hipengiofobia ou hipegiafobia - medo de responsabilidade
Hipnofobia - medo de dormir ou ser hipnotizado
Hipofobia - medo de casas
Hipsifobia - medo de altura
Hobofobia - medo de bêbados ou mendigos
Hodofobia - medo de atravessar estradas
Hormefobia - medo de ficar abalado ou chocado
Homiclofobia - medo de neblina
Hominofobia - medo de homens
Hoplofobia - medo de armas de fogo
Homofobia - medo de gays

Iatrofobia - medo de ir ao médico ou ao doutor
Ictiofobia - medo de peixe
Ideofobia - medo de idéias
Ilingofobia - medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo
Iofobia - medo de veneno
Insectofobia - medo de insetos
Isolofobia - medo da solidão, de estar sozinho, o medo de ficar isolado
Isopterofobia - medo de cupins

Japanofobia - medo de japoneses

Lachanophobia ou lachanofobia - medo de vegetais
Laliofobia ou lalofobia - medo de falar
Leprofobia ou leprafobia - medo de lepra
Ligirofobia - medo de barulhos
Ligofobia - medo de escuridão
Lilapsofobia - medo de furacões
Limnofobia - medo de lagos
Linonofobia - medo de cordas
Lissofobia - medo de ficar louco
Liticafobia - medo de processos (civil)
Locquiofobia - medo de nascimento (criança)
Logizomecanofobia - medo de computadores
Logofobia - medo de palavras
Luefobia - medo de sífilis (lues)

Mageirocofobia - medo de cozinhar
Maieusiofobia - medo da infância
Malaxofobia - medo de amar (sarmassofobia)
Maniafobia - medo de insanidade
Mastigofobia - medo de punição
Mecanofobia - medo de máquinas
Megalofobia - medo de coisas grandes
Melanofobia - medo de cor preta
Melissofobia - medo de abelhas
Melofobia - medo ou ódio de música
Meningitofobia - medo de doença nervosa
Merintofobia - medo de ficar amarrado
Metalofobia - medo de metal
Metatesiofobia - medo de mudar
Meteorofobia - medo de meteoros
Metifobia - medo de álcool
Metrofobia - medo ou ódio de poesia
Micofobia - medo ou aversão por cogumelos
Microbiofobia - medo de micróbios (bacilofobia)
Microfobia - medo de coisas pequenas
Mictofobia - medo de escuridão
Mirmecofobia - medo de formigas
Misofobia - medo de germens, contaminação ou sujeira
Mitofobia - medo de mitos, estórias ou declarações falsas
Mixofobia - medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia)
Molismofobia ou molisomofobia - medo de sujeira ou contaminação
Monofobia - medo de solidão ou ficar só
Monopatofobia - medo de doença incurável
Motefobia - medo de borboleta e mariposa
Motorfobia - medo de automóveis
Musofobia ou murofobia - medo de ratos

Nebulafobia - medo de neblina (homiclofobia)
Necrofobia - medo de morte ou coisas mortas
Nelofobia - medo de vidro
Neofarmafobia - medo de medicamentos novos
Neofobia - medo de qualquer coisa nova
Nefofobia - medo de nevoeiros
Nictofobia - medo da escuridão ou da noite
Noctifobia - medo da noite
Nictohilofobia - medo de florestas escuras ou a noite
Nosocomefobia - medo de hospital
Nosofobia ou nosemafobia - medo de ficar doente
Nostofobia - medo de voltar para casa
Novercafobia - medo da madrasta
Nucleomitufobia - medo de armas nucleares
Nudofobia - medo de nudez

Obesofobia - medo de ganhar peso (pocrescofobia)
Oclofobia - medo de multidão
Ocofobia - medo de veículos
Odinofobia ou odinefobia - medo da dor (algofobia)
Odontofobia - medo de dentista ou cirurgia odontológica
Oenofobia - medo de vinhos
Ofidiofobia - medo de cobras
Oftalmofobia - medo de estar sendo vigiado
Olfactofobia - medo de cheiros
Ombrofobia - medo de chuva ou de estar chovendo
Ometafobia ou omatofobia - medo de olhos
Oneirofobia - medo de sonhos
Onomatofobia - medo de ouvir certas palavras ou nomes
Ostraconofobia - medo de ostras
Ornitofobia - medo de pássaros

Pagofobia - medo de gelo ou congelamento
Pantofobia ou panofobia - medo de tudo
Pantofobia - medo de sofrimento ou doença
Paralipofobia - medo de responsabilidade
Parafobia - medo de perversão sexual
Parturifobia - medo de parto
Patroiofobia - medo da hereditariedade
Pecatofobia - medo do pecado (crime imaginário)
Pediculofobia - medo de piolho
Pediofobia - medo de bonecas
Pedofobia - medo de crianças
Peniafobia - medo da pobreza
Pirexiofobia - medo de febre
Pirofobia - medo de fogo
Placofobia - medo de sepulturas
Plutofobia - medo de opulência
Pluviofobia - medo de chuva ou estar chovendo
Pnigofobia ou pnigerofobia - medo de estar sendo sufocado
Pocrescofobia - medo de ganhar peso (obesofobia)
Polifobia - medo de muitas coisas
Poinefobia - medo de punição (castigo)
Ponofobia - medo de trabalho pesado ou de dor
Potamofobia - medo de rios ou águas correntes
Potofobia - medo de álcool
Prosofobia - medo de progresso
Pselismofobia - medo de gaguejar
Psicofobia - medo da mente
Psicrofobia - medo de frio
Pteromeranofobia - medo de voar
Ptiriofobia - medo de piolho (pediculofobia)
Pombofobia - medo de pombo(ave)
Papirofobia - medo de livros

Quemofobia - medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas
Quenofobia - medo de espaços vazios
Quifofobia - medo de parar
Quimofobia - medo de ondas
Quionofobia - medo de neve
Quinofobia - medo de raiva (doença)
Quiraptofobia - medo de ser tocada(o)

Rabdofobia - medo de ser severamente punido
Radiofobia - medo de radiação, raio-x
Ritifobia - medo de ficar enrugado
Rupofobia - medo de sujeira

Sarmassofobia - medo de fazer amor (malaxofobia)
Satanofobia - medo de satã (demônio)
Selafobia - medo de flashes (luzes)
Selenofobia - medo da lua
Seplofobia - medo de material radiativo
Sesquipedalofobia - medo de palavras grandes
Sexofobia - medo do sexo oposto (heterofobia)
Siderodromofobia - medo de trem ou viagem de trem
Siderofobia - medo de estrelas
Sinistrofobia - medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda
Sinofobia - medo de chinês ou cultura chinesa
Sitofobia ou Sitiofobia - medo de comida ou comer (cibofobia)
Socerafobia - medo de padrasto ou madrasta
Sociofobia - medo da sociedade ou de pessoas em geral
Somnifobia - medo de dormir
Simmetrofobia - medo de simetria
Singenesofobia - medo de parentes
Sifilofobia - medo de sífilis
Sofofobia - medo de aprender
Soteriofobia - medo de dependência dos outros
Surifobia - medo de camundongo (rato)
Simbolofobia - medo de símbolos

Tacofobia ou Tachofobia - medo de velocidade
Taeniofobia ou teniofobia - medo de solitária (tênia)
Tafofobia ou tafefobia - medo de ser enterrado vivo
Talassofobia - medo do mar
Tanatofobia ou tantofobia - medo da morte ou de morrer
Tapinofobia medo de ser contagioso
Taurofobia - medo de touro
Teatrofobia - medo de teatro
Tecnofobia - medo de tecnologia
Telefonofobia - medo de telefone
Teleofobia - medo de definir planos ou de cerimônias religiosas
Teofobia - medo de Deus ou de religião
Teologicofobia - medo de teologia
Teratofobia - medo de crianças ou pessoas deformadas
Termofobia - medo de calor
Testofobia - medo de fazer provas (escolares)
Tetanofobia - medo de tétano
Tiranofobia - medo de tiranos
Tocofobia - medo de gravidez
Tomofobia - medo de cirurgia
Tonitrofobia - medo de trovão
Topofobia - medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor
Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia - medo de se envenenar
Traumatofobia - medo de traumas (físicos)
Tripanofobia - medo de injeções
Triscaidecafobia - medo do número 13
Tropofobia - medo de mudar ou fazer mudanças

Uranofobia - medo do céu
Urifobia - aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante a fenômenos paranormais
Urofobia - medo de urina ou do ato de urinar

Vacinofobia - medo de vacinação
Venutrafobia - medo de mulher bonita
Verbofobia - medo de palavras
Verminofobia - medo de vermes
Vestifobia - medo de vestir
Virginitifobia - medo de estupro
Vitricofobia - medo do padrasto

Xantofobia 1 - medo da cor amarela.
Xantofobia 2 - medo de qualquer objeto de cor amarela.
Xenofobia - medo de estrangeiros ou estranhos
Xerofobia - medo de secura, aridez
Xilofobia - medo de objetos de madeira ou de floresta

Zelofobia - medo de ter ciúmes
Zeusofobia - medo de Deus ou deuses
Zoofobia - medo de animais

26 abril 2011

Primeiro símbolo unificado e mundial para energia sustentável


Happy Energy, uma jovem iniciativa que defende uma mudança de cultura nova e positiva, propõe um novo símbolo como um sinal reconhecível e universal para a sustentabilidade.
Um mundo limpo obriga-nos a mudar para energias renováveis e métodos de produção duráveis. É por isso que um número crescente de pessoas opta por fontes de energia verde e produtos ecologicamente corretos.
Queremos uma sociedade sem poluição, crise climática e distribuição injusta de recursos. Ainda não há, entretanto, um logotipo de sustentabilidade global para identificar esta mudança de cultura.

O poder de um símbolo forte

Como não há um logotipo unificado em todo o mundo, nós sugerimos usar o sinal proposto como um símbolo reconhecível e universal para a sustentabilidade. Com o rótulo icônico "happy energy", desenvolvido pelo co-fundador Erik Schoppen, existe agora um símbolo que indica claramente que nós queremos viver em um mundo onde o crescimento não deve ter um efeito negativo sobre as pessoas e o meio ambiente do
nosso planeta.

Utilização gratuita do logotipo de sustentabilidade

Projetos inspiradores que propaguem "energia feliz" podem usar o símbolo. Informações sobre como obter o logotipo podem ser encontradas em nosso site www.happyenergy.com. Porque usar, compartilhar e promover a "energia feliz" não é algo que você faz para si mesmo; você faz isso pelas pessoas com quem você compartilha o nosso planeta, e para garantir um futuro justo para as novas
gerações.

Movimento por um Mundo Feliz


Happy Energy é um movimento voltado para um futuro jovem e quer propagar a filosofia positiva de uma sociedade sustentável por meio de energias renováveis e de produtos sustentáveis e projetos que espalhem "energia feliz", usando o logotipo da Happy Energy como um símbolo identificável e universal.
Happy Energy é mais do que energia sustentável. Ela representa uma nova cultura, o acompanhamento necessário para a revolução industrial. Uma cultura que significa justiça social e respeito à natureza. Sem poluição, questões climáticas e uso irresponsável dos recursos e técnicas. Estamos agora em um ponto na história em que tal nova cultura não é mais um sonho, mas uma meta realista.
"Nosso símbolo 'happy energy' é como o sol; é gratuito e estádisponível para todos." - Wubbo Ockels, primeiro astronauta holandês, físico e co-fundador da Happy Energy.
O símbolo pode ser baixado gratuitamente em http://www.happyenergy.com.
Imagens de alta resolução podem ser baixadas em:

Teste sobre o comportamento humano

Abaixo é apresentado vídeo com um Flashmob organizado pela organização "Testé sur des humains" na TVA.
Todos os participantes receberam como cortesia, transporte grátis.
Devemos lembrar que, a cada ano, 671 milhões de quilos de plásticos são produzidos em todo o mundo; que a cada ano, 400 milhões de garrafas e latas não são recicladas, em Quebec, Canadá; que existem 18.000 peças de plásticos flutuando em cada km2 do oceano e que 91% dos moradores de Quebec cuidam do meio ambiente. E você? O que está disposto a fazer?