domingo, 18 de setembro de 2016

Criatividade e pensamento de grupo: como evitar e unanimidade burra



A livre expressão de ideias é uma condição importante para potencializar a atitude criadora individual e coletiva. O sucesso de uma sessão de criatividade está fortemente condicionado à separação rigorosa da fase de geração de ideias (pensamento divergente) da fase de julgamento e seleção das ideias geradas (pensamento convergente), de tal modo que se complementem, mas cada uma agindo no seu devido momento. Na fase de geração de ideias, todo julgamento deve ser suspenso. Cada participante deve silenciar seu censor interno, tanto para as ideias de seus colegas de grupo, como também para suas próprias ideias. Esta regra tem um inimigo insidioso, cuja presença e consequências nem sempre são claramente percebidas durante as sessões de criatividade: o pensamento de grupo (groupthink). Pensamento de grupo é um fenômeno psicológico que ocorre em grupos de pessoas. Ao invés de avaliar criticamente as informações, os membros do grupo começam a formar opiniões subordinadas ao modo de pensar imposto pelo grupo. Equipes afetadas pelo pensamento de grupo priorizam a coesão do grupo e tendem a fechar os olhos para a realidade e tomar decisões irracionais, temerárias e antiéticas. Os principais danos são a perda do pensamento independente, da criatividade individual e da capacidade de jazer julgamentos sólidos. Uma equipe se torna vulnerável ao pensamento de grupo quando:

  • seus membros compartilham idêntica formação profissional e as mesmas experiências;
  • são mantidos isolados de opiniões externas;
  • não existem regras claras para tomada de decisão;
  • suas avaliações são influenciadas por lideres controladores que somente aceitam a conformidade com seus pontos de vista.
Sintomas do pensamento de grupo

Irving Janis, pesquisador da Yale University, documentou oito sintomas do pensamento de grupo:

  1. Ilusão de invulnerabilidade – otimismo excessivo que encoraja a tomada de riscos extremos.
  2. Racionalização coletiva – membros minimizam sinais de alerta e não reconsideram suas suposições. Informações que contradizem as suposições adotadas são ignoradas.
  3. Crença na moralidade inerente – membros acreditam no acerto de sua causa e, portanto, ignoram as consequências éticas e morais de suas decisões; os fins justificam os meios.
  4. Visões estereotipadas dos não pertencentes ao grupo – visões negativas do “inimigo” fazem ver respostas efetivas para resolução de conflitos como desnecessárias.
  5. Pressões diretas sobre os dissidentes – os membros sofrem pressões para não expressar argumentos contrários às visões do grupo.
  6. Autocensura – dúvidas e divergências do consenso percebido pelo grupo não são manifestadas.
  7. Ilusão de unanimidade – as visões e julgamentos da maioria são assumidos como unanimidades.
  8. Auto designados “vigilantes mentais” – membros protegem o grupo e o líder de informação problemática ou contrária à coesão, visão e/ou decisões do grupo.

As pressões do grupo levam ao pensamento descuidado e irracional, pois, na busca da coesão e unanimidade:

  • falham em considerar todas as alternativas;
  • realizam uma pobre pesquisa de informações;
  • analisam as informações de forma tendenciosa;
  • falham na análise de riscos das alternativas preferidas;
  • têm dificuldades em reconhecer os erros e reavaliar suas decisões;
  • falham em estabelecer planos de contingência.>
As decisões têm uma baixa probabilidade de serem bem sucedidas. Quanto se trata de inovação, as ideias tendem a serem conservadoras e sem imaginação, toda mudança é vista como uma séria ameaça ao grupo.

Prevenção do pensamento de grupo

Os grupos não são necessariamente destinados ao pensamento de grupo. Algumas medidas podem ser adotadas para prevenir o pensamento de grupo:
  • Os líderes devem atribuir a cada membro o papel de “avaliador crítico”. Isto permite a cada membro a liberdade de expressar objeções e dúvidas.
  • Os chefes não devem impor suas opiniões ao designar ao grupo a tarefa de desenvolver soluções para um problema. Ele deve estabelecer metas, mas sem restringir o pensamento criativo na procura de soluções alternativas.
  • Ao designar um grupo para trabalhar num problema, deixar bem claro que todas as alternativas devem ser examinadas.
  • Montar uma equipe multidisciplinar para assegurar pontos de vista e abordagens diversificadas.
  • O grupo pode e deve convidar especialistas fora do grupo e partes interessadas no problema para participarem ativamente das discussões e expressarem suas opiniões.
  • Ao menos um membro do grupo deve receber a incumbência de “Advogado do Diabo”. Deve ser uma pessoa diferente para cada reunião.

Seguindo estas diretrizes, o pensamento de grupo pode ser minimizado ou evitado. Um bom exemplo foi dado por John F. Kennedy, presidente dos EUA. Após o fracasso da tentativa de invadir Cuba e depor Fidel Castro, em que tinha ignorado as objeções ao plano da CIA, Kennedy tratou de evitar o pensamento de grupo durante a Crise de Mísseis Cubanos, que colocou o mundo na iminência de uma guerra nuclear. Durante as reuniões para tratar da crise com a União Soviética e Cuba, ele convidou especialistas externos para compartilhar seus pontos de vista, e permitiu aos membros de sua equipe questioná-los abertamente. Ele também permitiu aos membros de sua equipe discutir possíveis soluções para o impasse entre os EUA e a Rússia com pessoas confiáveis de seus departamentos. Ele dividiu sua equipe em vários subgrupos para quebrar parcialmente a coesão grupal. Kennedy se ausentou deliberadamente de reuniões, de forma a evitar pressionar seus assessores com suas próprias opiniões. Para tomar uma decisão vital de como evitar uma guerra nuclear, ele necessitava urgentemente de alternativas para escolher o melhor modo de negociar a solução do impasse com os líderes soviéticos. 


Fonte: Texto extraído do livro Criatividade Aplicada por Jairo Siqueira.

Imagens do Brasil - Ji-Paraná - Rondônia


Ji-Paraná é um município do estado de Rondônia, no Brasil. É movido principalmente pelos setores industrial e de laticínios. O município foi o primeiro do estado de Rondônia a investir em alta tecnologia de comunicação de dados, quando conectou, através de uma rede sem fio, o prédio principal da subprefeitura.
O nome do município é de origem tupi, significando "grande rio dos machados", através da junção de yî (machado) e paranã (mar, grande rio). É uma alusão ao grande número de pedras que se parecem com machados indígenas. A cidade também é conhecida por "Coração de Rondônia", devido à localização da cidade na região central do estado e à presença de uma ilha com o formato que lembra um coração, localizada na confluência dos rios Machado e Urupá.
Seu início remonta a antes do marechal Cândido Rondon chegar onde hoje está a cidade, com a corrente migratória estimulada pela grande seca que assolou a Região Nordeste do Brasil entre 1877 e 1880, tendo os rios servido de estrada, como o principal deles, o Rio Machado. Os nordestinos enfrentaram várias dificuldades, como a densa Floresta Amazônica e as cachoeiras que dificultavam sua marcha. Eles se estabeleceram formando a primeira povoação na confluência do Rio Urupá, tomando, portanto, o nome de Urupá. Eram, principalmente, seringueiros e garimpeiros, atraídos pela extração de matéria-prima da floresta nativa e pedras preciosas como o diamante, respectivamente.
Após a fase da borracha, com seus altos e baixo, em 1909 o desbravador Cândido Mariano da Silva Rondon desempenhou importante papel, construindo a primeira estação telegráfica, ligando Cuiabá e Porto Velho, a qual denominou de Presidente Pena, em homenagem ao então presidente da república, Afonso Augusto Moreira Pena. Nesta mesma época, estava sendo construída a ferrovia Madeira-Mamoré, que, com a integração telegráfica, ajudou a ocupar e acabar com o isolamento na região.
Ao redor da casa do Marechal Rondon, o povoado evoluiu, dando origem ao atual centro do município de Ji-Paraná. A partir de 1968, milhares de imigrantes, oriundos principalmente da Região Sul do Brasil, chegaram à região, expulsos de sua terra de origem pela crescente mecanização na lavoura. Atualmente, a cidade conta com 128.000 habitantes vindos de todos os estados brasileiros, bem como com descendentes de antigos seringueiros, garimpeiros e índios.
A atual cidade de Ji-Paraná já foi denominada sucessivamente Vila Urupá, Presidente Penna e Vila de Rondônia. Em 11 de outubro de 1977, o presidente Ernesto Geisel concedeu emancipação política à Vila de Rondônia através da Lei nº 6.448, que deu autonomia ao município, transformando-o na atual Ji-Paraná. A instalação aconteceu no mesmo ano, no dia 22 de novembro, pertencendo o município ainda porém à Comarca de Porto Velho, até o dia 29 de fevereiro de 1980, quando, através da Lei nº 6.750, de 10 de dezembro de 1979, deu-se a instalação do Município de Ji-Paraná.
Os dois principais e maiores rios que compõem sua hidrografia são o Urupá e o Machado, este possui um complexo hidrográfico que abrange uma superfície de aproximadamente 92 500km², atravessando o estado no sentido sudeste-norte, sendo o mais extenso do estado. Embora tenha 50 cachoeiras ao longo de seu percurso, em alguns trechos o rio apresenta-se navegável, atendendo ao escoamento dos produtos oriundos do extrativismo vegetal na região. Também existem diversos córregos e riachos ao longo da cidade. O Rio Urupá deságua no Rio Machado e este deságua no Rio Madeira, importante afluente da margem direita do Rio Amazonas.
A bacia do Rio Machado possui um regime hidrográfico assim como muitos outros rios de regiões de clima tropical. No período da cheia, de dezembro a maio, áreas situadas próximas à margem costumam ser alagadas; no período de seca, no trimestre de junho a agosto, o volume do rio diminui, sendo possível andar em algumas partes por cima de pedras que chegam até a superfície.

Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Imagens do Brasil - Criciúma - Santa Catarina



Criciúma é um município brasileiro situado no estado de Santa Catarina, Região Sul do país.
A cidade é polo industrial em diversos setores, entre eles: confecção, embalagens, cerâmico, plástico e descartáveis, metalmecânico, extração do carvão mineral, construção civil e material gráfico.
Conhecida por ser a Capital Brasileira do Carvão e do Revestimento Cerâmico. No seu subsolo abriga uma das maiores reservas minerais do país. A Mina de Visitação Octávio Fontana, permite uma visão da evolução histórica da riqueza extrativa da cidade. Colonizada por italianos, a cidade recebeu também poloneses, alemães, portugueses e árabes em diversas fases do seu desenvolvimento.
Entre tantas festas populares que acontecem no Sul, uma delas é em Criciúma. Realizada há mais de 23 anos, a Festa das Etnias, que nas primeiras edições recebeu o nome de Quermesse por ser realizada na Praça Nereu Ramos, ao lado da Catedral São José, reúne todas as tradições étnicas da região e tem como principais objetivos promover as manifestações culturais e integrar os colonizadores de Criciúma, repassando assim sua história cultural.
O município recebeu esta denominação por existir muito capim Criciuma na região onde a cidade está assentada. Criciuma é o nome dado a um grande número de gramíneas dos gêneros Arundinaria e Chusquea, que pode ser encontrado na praça Nereu Ramos (centro da cidade). A Criciuma asymmetrica é aparentada com a Chusquea ramosissima), que aparenta um bambu. No idioma indígena local, o nome Criciúma corresponde a "taquara pequena".
Origens e povoamento - Domingos de Brito Peixoto, bandeirante paulista, era o fundador da povoação de Santo Antônio dos Anjos da Laguna, em 1676. A cidade atualmente denominada Laguna era a "guarda de avanço" portuguesa na parte mais meridional do imenso Brasil Colônia. Dentre os demais objetivos, o mais importante era a vigilância dos movimentos hispânicos na Colônia de Sacramento e como que um suporte para povoar o Rio Grande do Sul, também sob disputa da Espanha.
Como o movimento de Laguna em direção ao Sul se intensificava, há provas de que, já nos primeiros tempos do século XVIII, o território criciumense tenha sido atravessado, seguidas vezes, pela civilização humana. Mas, por muito tempo, o homem não indígena não se estabeleceu em suas terras.
Criciúma somente foi colonizada em 6 de janeiro de 1880 por imigrantes que vieram do norte da Itália. Entre as primeiras famílias, podem ser citadas as seguintes: Pisetti, Scotti, Sonego, Benedet, Casagrande, De Luca, Dario, Pavan, Netto, Martinello, Pierini, Zanetti, Milanese, Da Ros, Bilesimo, Meller, Millioni, Ortolan, Barbieri, Piazza e Venson.[9] A despeito das dificuldades iniciais, a colônia progrediu rapidamente.
Em 1890, chegam na região imigrantes alemães e polacos, que junto aos italianos, e também aos descendentes de portugueses oriundos da região de Laguna, contribuem de forma decisiva no desenvolvimento do município.
O município é polo internacional nos setores da indústria de plásticos e descartáveis, indústria química, metal-mecânica, confecção, cerâmica, colorifícios e extração mineral, além de importantes construtoras, transportadoras e as maiores redes supermercadistas de Santa Catarina.
A cerâmica, extrativismo mineral, vestuário, a metal-mecânica e o plástico são os principais segmentos. A cerâmica tem dimensão internacional, competindo com a Itália e a Espanha no mercado mundial, com fabricantes de renome como Cecrisa e Eliane. A indústria de descartáveis plásticos é a mais importante do país, respondendo por cerca de 90% da produção nacional de copos, pratos e bandejas plásticas. O vestuário representa o terceiro polo de jeans do Brasil. A indústria metal-mecânica é a única de envergadura regional, porém pela preocupação que tem demonstrado com os programas de qualidade, tende a obter reconhecimento mais amplo.

Fonte: Wikipedia

Será que vivemos em um mundo irreal?


O Bank of America Merryl Lynch diz que há entre 20% e 50% de chance de estarmos dentro da matrix e que a realidade é apenas uma simulação. A Business Insider publicou que, em uma nota aos clientes na terça-feira (06/09/2016), o Bank of America Merrill Lynch disse que existe de 20% a 50% de chance de estarmos vivendo na matrix - o que significa que o mundo que experimentamos como "real" é na verdade apenas uma simulação. 

A empresa cita comentários de Elon Musk , Neil de Grasse Tyson , e de Nick Bostrom sobre o papel inovador que vivemos sobre a questão, para chegar a essa estimativa dos 20 a 50%. 
BAML
Aqui está o que diz o comunicado do BAML (grifo nosso):
"Muitos cientistas, filósofos e líderes empresariais acreditam que há uma probabilidade de 20-50% de que os seres humanos já estão vivendo em um mundo virtual simulado por computador. Em abril de 2016, os pesquisadores reuniram-se no Museu Americano de História Natural para debater esta noção. O argumento é que já estamos nos aproximando de simulações em 3D fotorealistas, das quais milhões de pessoas podem participar simultaneamente. É concebível que com os avanços na inteligência artificial, realidade virtual, e do poder de computação, os membros de civilizações futuras poderão decidir executar uma simulação de seus antepassados ​​".
O BAML também destaca três cenários prováveis ​​de Nick Bostrom para a raça humana, que são 1. extinção antes de chegar a uma fase "pós-humano", 2. atingir existência pós-humano, mas não simular história evolutiva, e 3. já estamos na matriz.
A leitura do texto de Bostrom, de 2003, porém, deixa claro que nunca teremos realmente acesso ao pleno conhecimento de qualquer um desses cenários, pois, como Bostrom conclui, "A menos que nós estejamos vivendo agora em uma simulação, os nossos descendentes, quase certamente, nunca executarão uma  simulação de um seu antepassado." 
O ditado "se for verdade, será verdadeiro, caso contrário será falso" significa que nada disto na luta filosófica realmente importa de qualquer maneira. 
Estejamos na matriz ou não. E se nós não estamos, será improvável que possamos criar a matriz, pois se a matriz fosse plausível, ela já teria sido criada de qualquer maneira. E nós estaríamos na mesma. 
Com isso, as implicações de investimento permanecem obscuros. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

4 regras de ouro para o seu pecúlio de aposentadoria


Dois terços dos participantes do programa 401(K) de aposentadoria nos EUA, entrevistados para uma pesquisa recente do JP Morgan Asset Management, disseram que eles poderiam se planejar melhor para a aposentadoria, caso seus empregadores ajudassem a "compreender os seus números", isto é, obter um apoio sobre essas especificidades envolvendo o quanto eles deveriam estar economizando e quanto dinheiro eles deveriam ter em contas de aposentadoria para garantir uma vida pós-carreira segura. 
Dadas as muitas incertezas envolvidas na realização de projeções para décadas no futuro, é impossível esperar objetivos precisos. Ainda assim, alguns números podem fornecer orientações gerais, mas valiosas. 
Aqui estão quatro números-chave que podem fazer o planejamento da aposentadoria menos assustador e, no mínimo, você ir na direção certa até que você consiga um plano mais personalizado. 

15% 
Se você economizar esta porcentagem do salário a cada ano, em toda a sua carreira, você terá uma chance razoável de montar uma cesta de ovos que será capaz de apoiá-lo confortavelmente para o resto de sua vida. Na verdade, o relatório de uma pesquisa do Center College de Boston para a aposentadoriaestima que este número é o quanto uma família típica dos Estados Unidos deve economizar a cada ano, a fim de manter o seu padrão de vida na aposentadoria. Mas, enquanto 15% é um bom ponto de referência para a maioria das pessoas e também um bom ponto de partida, este agregado familiar pode não ser típico. Você pode ter que economizar uma taxa superior se, digamos, você estiver partindo tardiamente no planejamento de sua aposentadoria ou se você estiver prevendo que vai viver muito depois de aposentado. Ou então, você pode ser capaz de conviver com uma taxa de poupança um pouco menor, se você começar a planejar e economizar mais cedo, ou ainda, se você tem outros recursos, como uma pensão tradicional da empresa que você possa considerar para gerar renda para sua aposentadoria. 
Para ter uma noção mais precisa de quanto você deve reservar anualmente com base em fatores como a sua idade, o quanto você já economizou, a porcentagem de sua renda pré-aposentadoria que você acha que vai precisar depois de se aposentar e quantos anos você espera viver na aposentadoria, você deve tentar calcular o quanto de dinheiro terá necessidade de poupar para a aposentadoria 

110 
Subtraia a sua idade deste número e você vai sair com uma boa estimativa de quanto de poupança para sua aposentadoria deve ser aplicado em ações. Assim, por exemplo, se você está com 20 anos de idade, deveria investir 90% de sua carteira para aposentadoria em ações, com os restantes 10% investidos em títulos do Tesouro, enquanto uma pessoa com 50 anos de idade teria uma combinação mais moderada de 60% em ações e 40% em títulos.
A ideia é que os jovens investidores devem ser capazes de tolerar os altos e baixos, às vezes selvagens, do mercado de ações em troca de ganhos mais elevados para construção de riqueza proporcionado por ações, uma vez que vai ter muito tempo para recuperar as perdas do curto prazo. À medida que você se aproxima e entra na aposentadoria, no entanto, preservar a poupança que você acumulou se torna mais importante, o que exige uma participação maior de investimentos em títulos para compensar o aumento da volatilidade das ações. 
Mas mesmo essa noção de começar com uma alta exposição a ações e baixá-la à medida que a idade aumenta faz sentido, pois alguns jovens investidores podem preferir um peso menor na carteira de ações, por razões particulares. Por exemplo, eles podem ter uma menor tolerância para o risco ou eles podem sentir que há alguma chance que eles precisem usar suas economias antes da aposentadoria. Da mesma forma, alguns investidores mais velhos podem estar dispostos a investir mais de suas economias em ações se eles têm acesso a outros recursos que podem ajudá-los a superar contratempos no mercado, ou se a sua cesta de ovos é tão grande que as chances de perda são mínimas, mesmo se sua carteira for golpeada com perdas substanciais. 
Você pode adotar uma relação para ações/títulos que corresponda melhor às suas necessidades e gostos particulares através do preenchimento de questionários de tolerância de risco de alocação de ativos existentes em publicações especializadas como esta versão grátis de 11 perguntas da Vanguard . Ou, se você não se sente confortável para a construção de uma carteira em seu próprio país, você pode procurar um conselheiro para obter ajuda ou conferir uma das soluções de baixo custo das novas gerações de " robôs-conselheiros " que usam algoritmos e outras tecnologias para criar uma mistura de ativos que esteja de acordo com a sua tolerância ao risco e objetivos financeiros.
3.7
Este número, que vem do livro do planejador financeiro Charles Farrell, Suas relações com o dinheiro , representa o fator de multiplicação para o seu salário que deveria estar colocado disciplinadamente em contas para aposentadoria na idade de 45 anos ou cerca de metade do salário da sua carreira, para ter uma chance decente de uma aposentadoria segura. Então, por esta métrica, se você estiver com 45 anos de idade e ganhando US$ 80.000 por ano, a sua cesta de ovos para a aposentadoria deve totalizar cerca de US $ 300.000. Se você está se aproximando dessa idade e encontra-se muito aquém desse nível de poupança ou, mais preocupante, você é mais velho e está muito atrasado, ​​este número é um bom alerta e você precisa encontrar maneiras de preencher a lacuna entre a situação em que você se encontra e onde você deveria estar em seus esforços de planejamento para a aposentadoria.
Como você poderia esperar, há uma série de suposições subjacentes a esta referência. Entre outras coisas, este número assume que você pretende se aposentar aos 65 anos, com 80% de sua renda pré-aposentadoria e que você vai continuar a poupar 15% do salário a cada ano até se aposentar. Mudar uma ou duas suposições, e a quantidade de economias que você deve ter na mão aos 45 anos pode cair. Por exemplo, se você estiver disposto a se aposentar aos 65 anos com 70% ao invés de 80% da renda pré-aposentadoria, você precisará ter acumulado cerca de três vezes o salário por 45 anos e depois economizar 13% ao ano, em vez de 15% . E se você está bem com o trabalho em todo o caminho até os 70 anos de idade e vivendo com 70% de sua renda pré-aposentadoria, o número de anos de salário que você deve ter de economia na idade 45 anos cai para 2,5 e a taxa de poupança anual necessário, cai a 10%.
Embora esta relação poupança-renda possa dar-lhe uma maneira rápida de avaliar se você está mais ou menos no caminho certo, em diferentes fases da sua carreira - Farrell também oferece pontos de referência para as idades de 25 a 65 anos de idade, em seu livro - você deve considerar avaliar bem a situação particular de onde você se encontra no momento. Você pode fazer isso utilizando uma das muitas calculadoras existentes de renda para a aposentadoria, que lhe permite ligar as suas informações financeiras específicas (taxa de poupança, os saldos das contas para aposentadoria, sua relação ações/títulos, quantos anos você espera levar até a aposentadoria, etc.) e, em seguida, utilizar simulações computadorizadas para estimar suas chances de ser capaz de se aposentar com renda suficiente para manter seu estilo de vida preferido.
4%
Este é o percentual máximo de recursos que você deve retirar no primeiro ano de aposentadoria, se você quer um alto nível de garantia de que a sua cesta de de ovos irá apoiá-lo por pelo menos 30 anos. Então, se você tem $ 1 milhão economizados, você iria retirar não mais do que 4%, ou seja, US $ 40.000, naquele primeiro ano. Para garantir que o seu rendimento mantenha o ritmo com o aumento dos preços, você iria aumentar essa quantia inicial em dólar pela taxa de inflação a cada ano. Então, se a inflação está funcionando em, digamos, 2% ao ano, você iria retirar $ 40.800 no segundo ano, cerca de US $ 41.600 no terceiro ano e assim por diante.
Esta " regra dos 4%  " vem com algumas ressalvas importantes, no entanto. Uma delas é que você pode esta retirando recursos de suas poupanças muito cedo, se os seus investimentos para aposentadoria estiverem gerando retornos abaixo da média. Na verdade, em vista dos rendimentos baixos de hoje e as previsões para ganhos abaixo da média nos próximos anos, alguns especialistas em aposentadoria acreditam que uma taxa de retirada inicial de 3% ou ainda menor pode ser mais apropriado se você deseja que a sua cesta de ovos venha a durar pelo menos 30 anos.
Outra ressalva é que, se sua carteira para a aposentadoria tem um bom desempenho, seguindo a regra de 4%, isso poderia deixá-lo com uma grande poupança no final da aposentadoria. Isso pode não parecer uma desvantagem, mas pode significar que você se sacrificou desnecessariamente no início do planejamento para a aposentadoria.
Assim, enquanto a regra de 4% pode ser útil como um guia geral para alcançar a  sua cesta de ovos para a aposentadoria ou para estimar antes de se aposentar, se você tem poupança suficiente para gerar a renda que você vai precisar, pois você provavelmente vai querer criar um ambiente mais plano de retirada flexível e personalizada. Ao re-executar a análise a cada ano ou mantê-la com informações atualizadas, você pode ajustar suas retiradas conforme necessário, para que você não corra sobre suas economias muito rapidamente, ou acabe com uma grande cesta de ovos no final da vida, juntamente com arrependimentos por você não gastar mais livremente no início da aposentadoria.
Autor: Walter Updegrave é o editor de RealDealRetirement.com . 
Fonte: Time

sábado, 27 de agosto de 2016

Imagens do Brasil - Ouro Branco - Minas Gerais



Ouro Branco é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, na Região Sudeste do Brasil.
O município abriga uma das mais importantes siderúrgicas do Brasil, a Gerdau Açominas.
Atraídos pela existência de ouro, em fins do século XVII, ex-integrantes da bandeira de Borba Gato desbravaram a região da atual Ouro Branco. O bandeirante Miguel Garcia, lá encontrou ouro que tinha uma coloração esbranquiçada, ficando assim conhecido como "ouro branco".
Em 16 de fevereiro de 1724, durante o governo de dom Lourenço de Almeida, o arraial foi elevado à categoria de freguesia colativa, sendo considerada uma das povoações mais antigas de Minas Gerais. A construção da Igreja Matriz de Santo Antônio de Ouro Branco data de 1717, tendo sido, provavelmente, concluída em 1779. A diferença de 62 anos é justificável, visto que as obras em igrejas de certa importância, nos tempos coloniais, duravam anos.
Ouro Branco foi distrito de Ouro Preto, tornando-se município em 1953. A cidade ainda guarda bens históricos como a capela Nossa Senhora Mãe dos Homens e a Igreja de Santo Antônio de Itatiaia também são do século XVIII. Em Ouro Branco também se encontra a Casa de Tiradentes, situada à margem direita da Estrada Real.
Houve vários ciclos econômicos em Ouro Branco, que iniciaram com o ciclo do ouro, depois, o ciclo da uva, posteriormente, o ciclo da batata, e atualmente, a atividade preponderante é a industrial, que iniciou-se com a instalação da então empresa estatal Aço Minas Gerais S.A.. em 1976, atual Gerdau Açominas S.A, que inaugurou o ciclo do aço.
O povoado de Santo Antônio de Ouro Branco teve sua origem em fins do século XVII, provavelmente no ano de 1694, como conseqüência do processo de ocupação iniciado com as primeiras bandeiras que, subindo o Rio das Velhas à procura de ouro, desbravaram a região, assentando-se ao pé da Serra de Ouro Branco, também denominada, na época, Serra do Deus (te) Livre (tombada pelo IEPHA em 07/11/1978).
Os primitivos habitantes desta região foram os índios da tribo Carijós.
Os ex-integrantes da Bandeira chefiada por Borba Gato, Miguel Garcia de Almeida Cunha e Manuel Garcia, transpondo os altos da cachoeira de Itabira do Campo (atualmente Itabirito) descobre o ouro na falha radial da Serra, onde se encontram os mananciais dos Ribeirões da Cachoeira e Água Limpa. Tal descoberta não produz o rendimento esperado: Manuel e Miguel se desentendem e a bandeira se divide.
A Serra do Ouro Branco tem uma área aproximada de 1 614 hectares e está localizada no município de Ouro Branco. É uma elevação abrupta, formada por um paredão com cerca de vinte quilômetros de extensão a sudeste, que delimita um planalto cuja altitude varia entre 1 250 e 1 568 metros e encostas íngremes a nordeste.
Os solos, em sua grande maioria, são arenosos, oriundos de rochas quartzíticas e uma pequena porção, a nordeste, é constituída de solos argilosos, provenientes da formação mineral tipo itabirito.
É considerada o marco inicial sul da Cadeia do Espinhaço, que compreende um grupo de serras com altitudes variáveis, ao longo de 1.100 km de extensão, até a Bahia. Essa cadeia abriga um dos mais ricos ecossistemas do mundo, os campos rupestres.
A Serra do Ouro Branco é uma importante área de recarga das bacias do rio Paraopeba e rio Doce. Apresenta uma grande quantidade de nascentes e cursos d’água, que, em sua maioria, formam o Lago Soledade. Além disso, fornece toda a água que é consumida pela cidade de Ouro Branco.
Além das belezas naturais, está entre as atrações o conjunto arquitetônico e paisagístico da Capela de Santana e a casa-sede da Fazenda Pé do Morro, localizado a quatro quilômetros da área urbana, aos pés da serra de Ouro Branco e às margens da Estrada Real. A origem do local é do século XVIII e pela importância patrimonial foi tombado pelo IEPHA em dezembro de 2009.
Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Que a idade avançada seja realmente de ouro e felicidade


Em uma cultura que valoriza a juventude, o envelhecimento pode parecer uma perspectiva sombria. Mas um novo estudo sugere que os adultos mais velhos são geralmente menos estressados e mais felizes com suas vidas do que as pessoas mais jovens o são.
O estudo, que incluiu adultos com idades entre 21 a 99, descobriu que, em média, o bem estar mental está melhorando à medida que as pessoas crescem. E isso apesar do fato de que os adultos mais velhos tinham mais problemas de saúde física e problemas com a memória, em relação às pessoas mais jovens.
As razões não são totalmente claras. Mas os pesquisadores apontaram para algumas explicações possíveis - incluindo a perspectiva e a "sabedoria" que vem da experiência de vida.
Adolescentes e jovens adultos podem estar preocupados por não conseguir o numero suficiente de "like" em seis posts no Facebook, observou o Dr. Dilip Jeste, o pesquisador sênior do estudo.
"Quando você é jovem, tudo é muito importante. E obter a aprovação dos outros é fundamental", disse Jeste, diretor do Centro de Envelhecimento Saudável na Universidade da Califórnia, San Diego.
Conforme as pessoas envelhecem, elas tipicamente têm uma melhor noção do que realmente importa para eles e eles estão menos propensos a se preocupar com as pequenas coisas, disse ele.
Isso é provavelmente parte do que está acontecendo, concordou James Maddux, um estudioso sênior do Centro para o Avanço do Bem-Estar da Universidade George Mason, em Fairfax, Va.
"A pesquisa mostra que as pessoas se sentem melhor na regulagem emocional ao longo do tempo", disse Maddux, que não estava envolvido no novo estudo."A experiência de vida dá-lhe perspectiva. Todos sabem que os baixos não duram, nem os altos."
Os resultados, publicados em 24 de agosto no Journal of Clinical Psychiatry, baseiam-se em pesquisas de mais de 1.500 adultos na área de San Diego.
Em geral, condições de saúde física e problemas de memória foram mais comuns entre adultos mais velhos. Mas as pessoas em seus 20 e 30 anos relatam os mais altos níveis de estresse, depressão e ansiedade. No geral, a saúde mental vem a melhorar com a idade, descobriram os pesquisadores.
Uma vez que o estudo não seguiu as mesmas pessoas ao longo do tempo, os resultados não mostram que os jovens adultos estressados ​​eventualmente tornam-se mais felizes, explicou Jeste. Também pode haver algumas diferenças entre gerações no trabalho, por exemplo.
Mas tanto ele, como Maddux, duvidam que essas diferenças explicariam totalmente por que os idosos tinham mais conteúdo.
"Não podemos dizer com certeza que você será mais feliz aos 80 anos do que aos 20", disse Jeste. "Mas nós pensamos que é provável."
Para Maddux, a explicação "mais razoável" para os resultados é que, ao longo do tempo, a maioria das pessoas desenvolvem uma certa quantidade de "sabedoria" que os ajuda a lidar com os maus momentos.
"A vida torna-se menos parecida com uma montanha-russa", disse ele.
E ele não estava surpreso que os idosos eram tipicamente mais felizes, apesar de terem mais problemas de saúde.
De acordo com Maddux, a pesquisa mostra que as "coisas que acontecem conosco" - que inclui o envelhecimento e as doenças - fazem apenas uma pequena diferença na nossa caminhada para a felicidade .
Os genes desempenham um papel fundamental. Simplificando, Maddux disse, os cérebros de algumas pessoas são "hard-wired" para a felicidade, enquanto os cérebros de outras pessoas não são. Mas há também fatores que podem ser mudados - incluindo as atitudes cultivadas ao longo do tempo.
As pessoas mais jovens, disse Maddux, podem tentar desenvolver as habilidades necessárias para gerenciar as suas emoções, em vez de ficar "à espera da experiência de vida para fazê-lo."
Isso, segundo ele, poderia significar alguma coisa semelhante a como fazer um curso em um centro universitário ou em uma comunidade local, da prática da meditação, ao uso de recursos de auto-ajuda on-line.
Jeste tem uma outra sugestão: passe algum tempo com os mais velhos.
"Isso beneficia ambas as gerações: as mais jovens e as mais velhas", disse ele. Apesar de os idosos neste estudo terem sido identificados como geralmente mais felizes do que as pessoas mais jovens, isso não significa que a velhice é despreocupada. Muitos idosos sofrem de solidão e de uma sensação de que eles perderam a sua utilidade, Jeste apontou.
Quanto aos adultos mais jovens, segundo ele, uma certa quantidade de estresse e ansiedade é de se esperar, uma vez que eles estão construindo carreiras e famílias, e muitas vezes sentem "pressão de seus pares".
Mas Jeste também questionou se os jovens adultos de hoje podem se sentir mais estressados do que as gerações passadas o foram - em parte por causa das expectativas elevadas. Anos atrás, os jovens esperavam normalmente para conseguir um emprego - provavelmente em sua cidade natal - tinham uma família e se sentiam confortáveis.
"Agora, existem muito mais oportunidades", disse Jeste. "Mas, com as oportunidades surgem mais expectativas."
A referência, segundo ele, deve ser que juventude não significa felicidade, e a velhice não é algo a ser temido.
Maddux concordou. "As pessoas ainda olham para o envelhecimento como algo a temer", disse ele. "Mas à medida que você envelhece, você adquire sabedoria. Com isso, a vida torna-se geralmente mais fácil e mais agradável."

FONTES: Artigo escrito por Amy Norton - HealthDay News Reporter
Referências: Dilip Jeste, MD, Diretor do Centro de Envelhecimento Saudável, professor, psiquiatra, Universidade da Califórnia, San Diego; James Maddux, Ph.D., pesquisador sênior do Centro para o Avanço do Bem-Estar, George Mason University, Fairfax, Va .; Agosto 2016, Journal of Clinical Psychiatry

sábado, 20 de agosto de 2016

Imagens do Brasil - Ilha de Paquetá



A ilha de Paquetá localiza-se no interior nordeste da baía de Guanabara, no bairro de Paquetá, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. A principal forma de chegar à ilha é através das barcas que partem da Praça XV.
"Paquetá" é uma palavra com origem na língua tupi. Significa "muitas pacas", pela junção de paka (paca) e etá (muitos)
A ilha de Paquetá apresenta o formato de um oito, com 1,2 quilômetro quadrado de área e 8 quilômetros de perímetro. Em sua maior extensão, da ponta do Lameirão à ponta da Imbuca, mede 2.316 metros e, na menor, na ladeira do Vicente, aproximadamente 100 metros.
Em seu relevo, contam-se nove morros, o mais elevado dos quais o morro do Vigário, na cota de 69 metros acima do nível do mar.
As demais elevações são: Morro de São Roque ou morro da Moreninha, Morro do Castelo, Morro da Covanca, Morro do Costallat, Morro das Pedreiras, Morro das Paineiras, Morro do Vigário, Morro do Veloso, Morro da Cruz.
As praias da ilha são: Praia dos Tamoios, Praia do Catimbau, Praia do Lameirão (também conhecida como Praia das Águas), Praia da Covanca, Praia Pintor Castagneto (Praia dos Coqueiros), Praia de São Roque, Praia da Moreninha (Praia Dr. Aristão), Praia Manuel Luís (Praia dos Frades), Praia da Imbuca, Iracema e Moema, Praia da Mesbla, Praia Grossa, Praia José Bonifácio (Praia da Guarda),
A ilha dista aproximadamente quinze quilômetros da Praça 15 de Novembro, no Centro da cidade do Rio de Janeiro. Constitui-se no bairro de Paquetá, um tradicional e pacato recanto turístico da cidade.
Atribui-se ao cosmógrafo francês André Thevet, integrante da expedição de Nicolas Durand de Villegagnon, a descoberta da ilha pelos europeus, ainda em 1555, quando da fundação da chamada França Antártica. Na época, a ilha era habitada pelos índios tamoios, também chamados tupinambás, os quais se aliaram aos franceses contra os colonizadores portugueses. Na ilha, houve uma importante batalha da guerra entre tupinambás e franceses, de um lado, e portugueses e índios temiminós, de outro. Na batalha, morreu o grande líder tupinambá Guaixará.
No contexto da campanha para a expulsão definitiva dos franceses pelas forças portuguesas comandadas por Estácio de Sá e da fundação da cidade do Rio de Janeiro em 1565, nesse mesmo ano a ilha de Paquetá foi doada, sob a forma de duas sesmarias, a dois dos capitães portugueses: a parte norte da ilha, atual bairro do Campo, coube a Inácio de Bulhões, e a parte sul, atual bairro da Ponte, a Fernão Valdez.
No contexto da presença da Família Real Portuguesa no Brasil, um alvará especial do príncipe-regente dom João criou a Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte.
No Período Regencial, em 1833, por decreto regencial, a ilha de Paquetá tornou-se independente de Magé e passou a pertencer ao Município da Corte.
Em 1903, os distritos da ilha de Paquetá e da ilha do Governador foram unidos no Distrito das Ilhas, incorporando as ilhas e ilhotas ao redor de ambas.
Em 1961, o estado da Guanabara criou o Distrito Administrativo de Paquetá e, em 1975, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, a ilha passou a pertencer à cidade do Rio de Janeiro.
Tradicionalmente, a ilha constituiu-se em um polo abastecedor da cidade do Rio de Janeiro, com os produtos oriundos, principalmente, da Fazenda São Roque. A coleta de mariscos e a atividade de pesca também foram importantes no período colonial e após. A partir do século XVII, começou a se desenvolver na ilha uma pequena atividade de construção naval, paralelamente à exploração de pedras e de cal para a construção civil na cidade. A atividade de fabricação de cal era facilitada pela abundância de conchas como matéria-prima e de madeira oriunda dos manguezais, utilizada como combustível nos fornos.

Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Uma homenagem ao bom senso


Por Walter Williams
Domingo, 24 de julho de 2016 - Publicado no Instituto Von Mises Brasil 

Nota do editor 
Walter Williams é reconhecidamente um dos maiores economistas vivos da atualidade. Autor de sete livros, suas colunas são publicadas nos principais jornais americanos. Negro e de origem humilde, cresceu pelo próprio esforço. Isso o tornou um crítico mordaz das políticas da ação afirmativa e do assistencialismo. 
A seguir, um apanhado de suas melhores frases. 

- Como pode algo que é considerado imoral quando feito individualmente se tornar moral quando feito coletivamente? Será que a simples legalização basta para estabelecer a moralidade? A escravidão era legal; os confiscos stalinistas e maoistas eram legais; a perseguição dos nazistas aos judeus era legal; o apartheid na África do Sul era legal. A legalidade tornava esses atos morais? Claramente, a estipulação da legalidade não justifica esses crimes. A legalidade, por si só, não pode ser o talismã das pessoas morais. 
- No infindável debate sobre "justiça social", a definição de "justo" tem sido debatida por séculos. No entanto, permita-me oferecer a minha definição de justiça social: eu mantenho tudo aquilo que eu ganho com o meu trabalho e você mantém tudo aquilo que você ganha com o seu trabalho. Discorda? Então diga-me: qual porcentagem daquilo que eu ganho "pertence" a você? Por quê? 
-  Talvez o seu professor de história tenha ensinado a você que o legado do colonialismo explica a pobreza do Terceiro Mundo. Lamento, mas você foi enganado. O Canadá foi uma colônia. Austrália, Nova Zelândia e Hong Kong também foram colônias. Aliás, o país mais rico do mundo, os Estados Unidos, também foi colônia. Por outro lado, Etiópia, Libéria, Tibete, Nepal e Butão jamais foram colônias, mas hoje abrigam as pessoas mais pobres do mundo.
- Faça o seguinte experimento mental. Imagine que você é um tirano. Dentre suas metas para destruir a liberdade estão o extermínio de negros, judeus e católicos. Que tipo de país você preferiria gerir: a) um país no qual os estados são submissos ao governo federal e no qual todo o poder está centralizado em uma capital, repleta de poderosas agências governamentais com poderes decisórios e com detalhadas informações sobre os cidadãos do país, ou b) um país em que o poder está amplamente disperso por vários estados e milhares de jurisdições locais, e cujo governo federal é limitado? 
- A estrada que estamos trilhando, em nome do bem comum, é muito familiar. Os inenarráveis horrores do nazismo, do stalinismo e do maoismo não foram originalmente criados nas décadas de 1930 e 1940 pelos homens associados a tais rótulos. Aqueles horrores foram simplesmente o resultado final de uma longa evolução de ideias que levaram à consolidação do poder nas mãos de um governo central, e tudo em nome da "justiça social". Foram alemães decentes, porém mal informados — e os quais teriam tido espasmos de horror à simples ideia de extermínio e genocídio —, que construíram o Cavalo de Troia que levou Hitler ao poder. 
- Se eu vir uma pessoa com fome e então decidir abordar violentamente uma terceira pessoa com o intuito de, por meio de ameaças, intimidação e coerção, tomar o dinheiro dela para repassar ao faminto, o que você pensaria de mim? Creio e espero que a maioria de nós veria tal ato como roubo. Será que tal conclusão muda se nós coletivamente concordarmos em tomar o dinheiro de uma pessoa para alimentar o necessitado? O ato ainda assim seria roubo. Atos imorais como roubo, estupro e assassinato não se tornam morais quando feitos coletivamente por meio de uma decisão majoritária. 
- Democracia e liberdade não são sinônimos. A democracia é apenas a irracionalidade das multidões; a liberdade é a soberania do indivíduo.
- Os especialistas da elite intelectual substituíram aquilo que funcionava por aquilo que "soava bonito". A sociedade era muito mais civilizada antes de os intelectuais assumirem o controle de nossas escolas, de nossas universidades, de nossos programas sociais, de nossas polícias, e de nossos tribunais. Já passou da hora de colocarmos essas pessoas para correr e retornarmos ao bom senso. 
- Uma vez que você aceita o princípio de que você é dono de si próprio, aquilo que é moral e aquilo que é imoral se tornam auto-evidentes. Assassinato é imoral porque viola a propriedade privada. Estupro e roubo também são imorais porque também violam a propriedade privada. 
E aí vai uma pergunta importante: o estupro se tornaria moralmente aceitável se o governo aprovasse uma lei legalizando o ato? 
Você provavelmente está pensando: "Qual o seu problema, Williams? Estupro é pura e simplesmente imoral, não importa o que o governo diga ou faça!"
Se você assumir essa posição, não seria igualmente imoral quando o governo legaliza o confisco de uma fatia da renda de um indivíduo para distribuir para outro indivíduo? Se um cidadão toma o dinheiro de uma pessoa e o repassa para outra pessoa, todos nós consideraríamos tal ato um roubo, pura e simplesmente. E, como tal, um ato imoral. 
Será que o mesmo ato se torna moral quando o governo toma o dinheiro de determinadas pessoas e o repassa para grandes empresas, funcionários públicos, artistas e famílias pobres? 
Ainda continua sendo roubo, pura e simplesmente. Só que com uma importante diferença: o ato é considerado legal, e quem o pratica não vai para a cadeia. 
- Dado que o governo não possui recursos próprios, e dado que não existe nenhuma fada munida de uma varinha mágica entregando ao governo os fundos para bancar os programas que ele próprio cria, somos forçados a reconhecer que os gastos governamentais nada mais são do que o confisco da propriedade de um indivíduo e seu subsequente repasse para outro, a quem o dinheiro não pertence — ou seja, roubo legalizado.
- Os beneficiários de políticas protecionistas e de políticas de subsídios sempre são muito visíveis. Já suas vítimas são invisíveis. Os políticos adoram esse arranjo. E o motivo é simples: os beneficiados sabem em quem devem votar em agradecimento ao arranjo; já as vítimas não sabem quem culpar pelo desastre.
- Para os adeptos do multiculturalismo e da diversidade, coisas como cultura, ideias, costumes, artes e habilidades são uma questão racial, e são determinadas pelo grupo ao qual você pertence. Para tais pessoas, assim como um indivíduo não tem controle sobre a raça a que pertence, ele também não tem controle sobre sua cultura. Essa é uma ideia racista, mas é um racismo politicamente correto. Ela diz que as convicções, os valores e o caráter não são determinados pelo discernimento pessoal e pelas escolhas feitas, mas sim determinados geneticamente. Em outras palavras, como os racistas de outrora afirmavam: a raça determina a identidade.
- Um estabelecimento que proíbe a entrada de negros é tão válido quanto um que proíbe a entrada de brancos. Um estabelecimento que proíbe a entrada de homossexuais é tão válido quanto um que proíbe a entrada de heterossexuais. Um estabelecimento que proíbe a entrada de judeus é tão válido quanto um que proíbe a entrada de neonazistas. O verdadeiro teste para determinar se um indivíduo é sinceramente comprometido com a defesa da liberdade de associação não está em ele permitir que as pessoas se associem de uma maneira que ele aprova. O verdadeiro teste ocorre quando ele permite às pessoas serem livres para se associar voluntariamente de maneiras que ele considera desprezíveis. Associação forçada não é liberdade de associação.
- O poder que presidentes, deputados e senadores têm de fazer bem para a economia é extremamente limitado; o poder que eles têm de fazer o mal é devastador. A melhor coisa que políticos podem fazer para a economia é parar de fazer mal. Em parte, isso pode ser alcançado por meio da redução de impostos e da redução de regulamentações. Acima de tudo, eles deveriam parar de querer controlar nossas vidas. 
- Em que sentido as mulheres são iguais aos homens? As próprias feministas não querem que os esportes deixem de ser segregados por gênero. Elas não defendem que haja lutas de boxe entre um homem e uma mulher; tampouco querem que haja jogos de futebol, vôlei, basquete e beisebol entre equipes masculinas e femininas. As consequências desastrosas desse arranjo seriam óbvias para todos. Feministas sabem que a política de igualdade de gêneros deve ser implantada em áreas cujos efeitos são menos visíveis. 
O fato é que nós humanos não somos iguais. Alguns são homens, outros são mulheres. Alguns são inteligentes e outros não são tão inteligentes. Alguns são negros, outros são brancos. Alguns são altos, outros são baixos. Alguns são pobres, outros são ricos. As diferenças — desigualdades — são infinitas. A igualdade perante os princípios gerais da lei é o único tipo de igualdade propícia à liberdade; é o único tipo de igualdade que pode ser impingida sem destruir a liberdade. Trata-se de uma igualdade que não requer — e nem pressupõe — que as pessoas sejam iguais. 
Tentativas de tornar as pessoas iguais por meio de alterações nas leis produzem resultados que destroem a civilidade e o respeito pela lei. O governo só pode criar uma vantagem para uma pessoa se, ao mesmo tempo, ele criar uma desvantagem para outra pessoa.
- Pelo bem da argumentação, suponha que, sem a presença de uma empresa multinacional, o melhor emprego que um ugandense pobre e sem instrução fosse capaz de conseguir lhe pagasse US$ 2 por dia. E então vem uma empresa multinacional, constrói uma fábrica em Uganda e contrata esse ugandense por US$ 4 por dia, um salário muito abaixo daquele que ela paga aos seus empregados nos EUA. Uma simples questão de bom senso diria que esse ugandense ficou em melhor situação em decorrência da presença de uma empresa multinacional. E esse mesmo bom senso diria que ele estaria em pior situação caso essa multinacional fosse politicamente pressionada para sair do país. Faz algum sentido dizer que uma ação que melhora a situação de um ugandense é uma "exploração"?
- Todos nós somos tremendamente ignorantes a respeito da maioria das coisas que utilizamos e com as quais lidamos em nosso dia a dia. Mas cada um de nós é versado em coisas ínfimas e que podem ser consideradas relativamente insignificantes.
Por exemplo, um padeiro pode ser o melhor padeiro da cidade. Mas ele é tremendamente ignorante sobre praticamente todos os insumos que permitem a ele ser o melhor padeiro da cidade. 
Qual é a probabilidade de ele entender sobre todo o processamento do gás que ele utiliza em seu forno? Aliás, o que será que ele entende sobre a fabricação de fornos? E o que dizer sobre todos os ingredientes que ele usa: farinha, açúcar, levedura, baunilha e leite? Qual é a probabilidade de ele saber como cultivar trigo e açúcar, e como proteger a plantação de doenças e pestes? O que ele sabe sobre a extração da baunilha e da produção de fermento? Será que ele tem a mais mínima ideia de como tudo isso é feito? 
Tão importante quanto tudo isso é a questão de como todas as pessoas que produzem e distribuem todos esses itens sabem quem necessita deles e para quando. 
Há literalmente milhões de pessoas cooperando entre si, por meio do sistema de preços e da busca pelo lucro, para garantir que o padeiro tenha todos os insumos necessários. Esse é o milagre do mercado. É o milagre do mercado e do sistema de preços que faz com que todo esse trabalho de coordenação seja feito de maneira tão eficiente. Aquilo que é chamado de mercado é simplesmente uma coleção de milhões e milhões de decisões individuais independentes tomadas diariamente não apenas em um país, mas em todo o mundo. 
E quem coordena todas as atividades de todas essas pessoas? Tenha a certeza de que não existe nenhum comitê central planejando a produção e a distribuição de pão.
- Qual motivação humana foi a responsável por criar as coisas mais fabulosas que existem? Eu diria que foi a ganância. Quando uso o termo ganância, não me refiro a trapaças, roubos, fraudes e outros atos de desonestidade. Refiro-me apenas ao ato de indivíduos quererem melhorar ao máximo suas próprias vidas. Alguns preferem utilizar o termo "interesse próprio", "egoísmo racional" ou "ambição iluminada". Eu prefiro o termo ganância. Infelizmente, muitas pessoas são ingênuas o bastante ao ponto de acreditar que compaixão, preocupação e "entender a dor do outro" são atos moralmente superiores. Agindo assim, elas se tornam vítimas fáceis de charlatães, impostores, escroques e vigaristas. 
- O capitalismo de livre mercado foi a melhor coisa que já aconteceu para o cidadão comum. Os ricos sempre tiveram acesso ao entretenimento, e quase sempre podiam fazê-lo do conforto de seus palácios e mansões. Os ricos nunca tiveram de vivenciar o trabalho extenuante e maçante de limpar seu próprio carpete, passar a própria roupa, ou passar o dia todo mourejando em um forno quente para ter um jantar decente. Eles sempre puderam pagar pessoas para fazer isso para eles. Já a produção em massa possibilitada pelo capitalismo fez com que rádios e televisores, aspiradores de pó, máquinas de lavar e de costurar, e fornos microondas estivessem amplamente disponíveis e ao alcance do cidadão comum, poupando-o dos estafantes e monótonos trabalhos pesados do passado. Hoje, o cidadão comum tem o poder de usufruir muito mais tempo livre, e com mais qualidade de vida, do que os ricos do passado podiam. 
- Sempre que as pessoas utilizam o termo "exploração" em referência a uma transação voluntária, elas estão simplesmente discordando do preço. Só que, se partirmos do princípio de que discordância do preço é exploração, então a exploração está por todos os lados. Por exemplo, eu não apenas discordo do meu salário, como também discordo dos preços de um jatinho Gulfstream. 
De maneira alguma estou sugerindo que você retire o termo "exploração" do seu vocabulário. Tratase de um termo emocionalmente valioso, que tem grandes poderes enganadores quando empregado corretamente. No início de meus 44 anos de casado, minha mulher frequentemente me fazia acusações de a estar explorando. Ela costumava esbravejar: "Walter, você está me usando!" Isso durou um tempo. Até que, em um determinado dia, respondi: "Querida, é claro que estou usando você. Se você não tivesse nenhum proveito para mim, eu simplesmente não teria me casado com você". 
Quantos de nós nos casaríamos com uma pessoa que não tivesse proveito nenhum para nós? Com efeito, o principal problema dos solitários deprimidos é que eles simplesmente não conseguem encontrar alguém que tenha interesse em usá-los.

Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos. 

domingo, 7 de agosto de 2016

Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016


Jogos Olímpicos de 2016 oficialmente Jogos da XXXI Olimpíada, mais comumente Rio 2016, é um evento multiesportivo realizado no segundo semestre de 2016, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
A escolha da sede foi feita durante a 121ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional, que aconteceu em Copenhague, Dinamarca, em 2 de outubro de 2009. Os Jogos Paralímpicos de Verão de 2016 serão sediados na mesma cidade e organizados pelo mesmo comitê.
É a primeira vez que os Jogos Olímpicos são sediados na América do Sul e a segunda vez na América Latina, depois da Cidade do México 1968. É também a terceira vez que acontecem no hemisfério sul, depois de Melbourne 1956 e Sydney 2000. Além disso, é também a oitava vez que o Brasil sedia um grande evento multiesportivo.
O evento ocorre entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016 e as Paraolimpíadas serão entre 7 e 18 de setembro do mesmo ano. O local de abertura e encerramento será no Estádio do Maracanã. Serão disputadas 28 modalidades, duas a mais em relação aos Jogos Olímpicos de Verão de 2012. O Comitê Executivo do COI sugeriu as inclusões do rugby sevens e do golfe, e foram aprovados durante a 121ª Sessão.
Na Assembleia Geral do COB do dia 22 de dezembro de 2009 foi criado o Comitê Organizador dos Jogos Olimpicos e Paralímpicos Rio 2016, cujo presidente é Carlos Arthur Nuzman.
Locais e infraestrutura
Os eventos serão distribuídos em quatro regiões espalhadas pelo Rio. A maioria dos eventos será realizada na zona oeste da cidade, na região da Barra da Tijuca. Os locais na área do Parque Olímpico do Rio fazem parte de uma ampliação do Complexo Esportivo Cidade dos Esportes.
O maior espaço para os jogos em termos de capacidade é o Estádio do Maracanã, oficialmente conhecido como Estádio Jornalista Mário Filho, que pode abrigar 90 mil espectadores, sendo a sede das cerimônias de abertura e encerramento do evento, bem como das finais de futebol. Além disso, cinco locais fora do Rio de Janeiro serão sedes de eventos do futebol, nas cidades de Brasília, Belo Horizonte, Manaus, Salvador e São Paulo.
Pela primeira vez na história, as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão não serão realizadas no mesmo lugar que os eventos de atletismo e todos os eventos de ginástica serão na mesma arena.
Parque Olímpico
O Parque Olímpico do Rio de Janeiro é um conjunto de instalações no Complexo Esportivo Cidade dos Esportes que está sendo expandido no bairro da Barra da Tijuca. A construção teve início no dia 6 de Julho de 2012.
O complexo inclui nove espaços esportivos na Zona Oeste do Rio de Janeiro, sendo que sete deles são estruturas permanentes. Após os jogos são concluídas, a Arena Carioca 3 irá se tornar uma escola de esportes, enquanto os outros seis locais farão parte do Centro Olímpico de Treinamento.
Uma parte do Cidade dos Esportes que foi originalmente construída para sediar os Jogos Pan-Americanos de 2007,será reutilizada, sendo composto pelo Parque Aquático Maria Lenk, Velódromo Olímpico do Rio e a Arena Olímpica do Rio, que no ano seguinte foi privatizada, tornando-se a HSBC Arena. Em agosto de 2011, foi divulgado o escritório de arquitetura britânico Estúdio Aecom como responsável pelo projeto.
Porto Maravilha
O centro histórico da cidade está passando por um projeto de revitalização urbana beira-mar em grande escala chamado "Porto Maravilha". Ele abrange 5 quilômetros quadrados de área. O projeto visa a reestruturação a zona portuária do Rio de Janeiro, com a crescente atratividade do centro da cidade, e melhorar a posição de competitividade da cidade na economia global. A chamada "Região Portuária" (parte do Caju, Gamboa, Saúde, Santo Cristo e parte do Centro), que sofreu grande degradação a partir dos anos 1960 por falta de incentivo às indústrias e residências na região.
A renovação urbana envolve: 700 km de redes públicas de abastecimento de água, saneamento, drenagem, eletricidade, gás e telecomunicações; 4 km de túneis; 70 km de estradas; 650 km² de calçadas; 17 km de ciclovias; 15 mil árvores e três estações de tratamento de esgoto.

Fonte: Wikipedia

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