sexta-feira, 25 de novembro de 2016

As taxas de demência estão caindo, nos EUA, mesmo com a população envelhecendo


Apesar do receio de que as taxas de demência estavam caminhando para explodir á medida que a população estava se tornando mais velha e mais gorda, e esta mesma população tem apresentado mais diabetes pressão arterial elevada, uma grande pesquisa nacional representativa encontrou o inverso. A demência está realmente em declínio. E mesmo quando as pessoas desenvolvem demência, ela está ocorrendo em idades cada vez mais avançadas. 
Estudos anteriores encontraram a mesma tendência, mas envolveram populações muito menores e menos diversificadas, como a população de maioria branca de Framingham, Mass., e moradores de algumas áreas na Inglaterra e no País de Gales. 
O novo estudo descobriu que a taxa de demência em americanos de 65 anos caiu de 24 por cento em 200, para 8,8 por cento em 2012. Essa tendência é "estatisticamente significativa e impressionante", disse Samuel Preston, demógrafo do Universidade da Pensilvânia, o qual não estava associado com o estudo. 
Em 2000, as pessoas receberam um diagnóstico de demência com uma idade média de 80,7 em 2012, a idade média foi 82,4. 
"A taxa de demência não é imutável", disse o Dr. Richard Hodes, diretor do Instituto Nacional sobre Envelhecimento. "Ela pode mudar." 
O que "é uma notícia muito boa", disse John Haaga, diretor de divisão do Instituto de Pesquisa Comportamental e Social. Isso significa, segundo ele, que "cerca de um milhão e meio das pessoas com idade de 65 ou mais velhos que não têm demência agora a teriam se a taxa observada em 2000 tivesse se mantido." 
Keith Fargo, diretor de programas científicos e de divulgação na Associação de Alzheimer, disse que o grupo tinha sido encorajado por algumas das pesquisas anteriores, mostrando um declínio, mas também tinha se sentido"um pouco nervoso" sobre tirar conclusões, porque as populações dos estudos anteriores eram bastante homogêneas. 
Agora, ele disse sobre os novos dados, "o que temos é um estudo nacional representativo. É uma notícia maravilhosa." 
Estima-se que quatro milhões a cinco milhões de americanos desenvolvem demência em cada ano. Continua a ser a doença mais cara da América - um estudo financiado pelo Instituto Nacional sobre Envelhecimento que em 2010 o custo foi de até US $ 215 bilhões por ano para cuidar de pacientes com demência, superando as doenças cardíacas ($ 102.000.000.000) e câncer ($ 77.000.000.000).
O estudo, publicado on-line segunda-feira (14/11/2016) pela revista JAMA Internal Medicine, incluiu 21.000 americanos acima de 65 anos em todos os níveis de raças, educação e renda, que participam do Estudo de Saúde e Aposentadoria, e que examina regularmente as pessoas e os acompanha à medida que envelhecem. O Instituto Nacional sobre Envelhecimento financiou o trabalho, mas não estava envolvido com a coleta de dados, análise ou interpretação. 
Para avaliar a demência, os participantes foram convidados, entre outras coisas, para recordar 10 nomes imediatamente e depois de passado algum tempo, para subtrair em sequência de sete de 100, e depois contar 20 deles. O teste foi baseado em extensa pesquisa indicando que isto era uma boa medida de avaliação das habilidades da memória e da forma de pensar. 
Os participantes também foram questionados sobre seus níveis de educação, renda e saúde. De certa forma, o declínio da demência pode parecer inesperado. 
Isso ocorreu apesar de um aumento da diabetes - a prevalência de diabetes entre os americanos mais velhos subiu para 21 por cento em 2012, contra 9 por cento em 1990. Ela começou a cair só muito recentemente. E, segundo o estudo, o diabetes aumenta o risco de demência em 39 por cento. 
Mais pessoas idosas nos dias de hoje também têm fatores de risco cardiovascular - níveis elevados de pressão arterial, glicemia e colesterol - o que aumenta o risco de demência. No entanto, um número crescente de pessoas está tomando medicamentos para essas condições, melhorando o controle, e talvez por isso esses fatores de risco estejam desempenhando um papel importante no declínio verificado de demência. 
Além disso, há a questão da educação. Em média, os americanos mais velhos em 2012 tinham mais um ano de escolaridade do que os americanos mais velhos em 2000. E anos de escolaridade foram associados com uma diminuição do risco de demência neste estudo, como em muitos outros. As conclusões sobre a obesidade foram especialmente intrigantes. Em comparação com pessoas de peso normal, as pessoas com sobrepeso e obesos tinham um risco 30 por cento menor de demência, concluiu o estudo. Pessoas com baixo peso tiveram um risco 2,5 vezes maior. No entanto, a imagem sobre a obesidade é confusa porque outros estudos descobriram que a obesidade na meia idade aumenta o risco de demência na velhice. 
Ainda não está claro exatamente porque a educação iria reduzir o risco de demência. Existe a hipótese de reserva cognitiva: que as mudanças de educação desenvolvem cérebros em uma boa forma, tornando-os mais resistentes à demência, e que as pessoas com mais educação têm cérebros que são mais capazes de compensar os danos da demência. 
Mas a educação também está ligada a mais riqueza. As pessoas com mais educação muitas vezes vivem em ambientes que diferem daqueles de pessoas que têm menos escolaridade, e eles tendem a ter uma saúde melhor sobre tudo. Eles também são menos propensos a fumar. 
Quanto aos negros americanos, o risco de demência foi maior, mas algumas possíveis razões - menos educação, menos riqueza, mais fatores de risco cardiovascular - não explicam totalmente a diferença. Uma possibilidade é que eles receberam uma pior qualidade de educação, em cada ano, o que ofereceria menos proteção contra a demência, disse o principal autor do estudo, o Dr. Kenneth Langa.
Em resumo, muito do que está acontecendo com as taxas de demência desafia a explicação, disse o Dr. Langa, um professor de medicina na Universidade de Michigan, em Ann Arbor, que também trabalha no sistema de cuidados de saúde do Veterans Affairs, por lá. 
O Dr. Denis Evans, professor de medicina no Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, pediu cautela em aceitar a conclusão de que as taxas de demência estavam em declínio e, se assim está ocorrendo, recomenda cuidado em aceitar as explicações possíveis. Embora ele não tenha nada além de elogios para a competência dos pesquisadores, ele observou que tais estudos eram extremamente difíceis de fazer. Decidir se um entrevistado é demente pode, inadvertidamente, ser facilmente enviesada, disse ele. 
"É muito complexo", disse o Dr. Evans. 
Mas o declínio é consistente com o que parece ser uma tendência de longo prazo, apesar do fracasso dos pesquisadores para encontrar alguma maneira eficaz para os indivíduos se protegerem da doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência. Dr. Langa estima que, em comparação com a taxa no início de 1990, houve uma redução de 25 a 30 por cento nas taxas de demência entre os americanos mais velhos. 
Quanto ao futuro, é difícil de prever, disse o Dr. Langa. 
Mesmo com a menor prevalência de demência, haverá pessoas muito mais velhas nos Estados Unidos, mais nas próximas décadas, especialmente pessoas com 85 anos e mais velhos, que estarão em maior risco. Por essa razão, o número total de pessoas com demência deve subir, apesar de não tanto como tinha sido previsto. 
Existem forças que atuam contra a continuação da descida das taxas de demência. Mais pessoas que atingem a idade de 65 anos e acima, nas próximas décadas terão sido obesos na meia-idade, possivelmente aumentando o risco de demência. Além disso, a tendência de mais anos de escolaridade parece ter estabilizado, de modo que o efeito da educação pode não ser tanto um fator de peso. 
Mas os pesquisadores continuam otimistas. 
O estudo encontrou associações observou o Dr. Hodes. "Agora, o desafio real", disse ele, "é ver se podemos gerar evidências do que causa o quê."

Fonte: New York Times - Health

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Imagens do Brasil - São Luís - Maranhão


São Luís é um município brasileiro e a capital do estado do Maranhão. É a única cidade brasileira fundada por franceses, no dia 8 de setembro de 1612, tendo sido posteriormente invadida por holandeses. Em seguida, foi colonizada pelos portugueses. Localiza-se na ilha de Upaon-Açu, no Atlântico Sul, entre as baías de São Marcos e São José de Ribamar.
A capital maranhense tem um desenvolvido setor industrial por conta de grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país, seu litoral estrategicamente localizado bem mais próximo de grandes centros importadores de produtos brasileiros como Europa e Estados Unidos, o que permite economia de combustíveis e redução no prazo de entrega de mercadorias provenientes do Brasil pelo Porto de Itaqui que é o segundo mais profundo do mundo e um dos mais movimentados, sofisticados e bem estruturados para o comércio exterior no Brasil.
A cidade está ligada ao interior do estado por meio de uma linha férrea e também aos estados vizinhos do Pará, Tocantins e Piauí o que facilita e barateia a escoação agrícola vinda do interior do país para o porto de Itaqui, sendo que, com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul, a cidade vai estar interligada a todas as regiões brasileiras por ferrovias. Por rodovia, a ilha já é servida pela BR-135. que a liga ao continente e, por ar, conta com o Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, com capacidade de atender mais de um milhão de passageiros por ano e que já opera com demanda quase saturada pelo movimento intenso de passageiros não somente da cidade de São Luís, mas também por servir como porta de entrada por ser o maior e mais movimentado aeroporto próximo ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
O nome da cidade é uma homenagem dada pelos franceses ao rei da França Luís XIII, conforme registrou o cronista da França Equinocial o Capuchinho Claude D'Abbeville. Posteriormente o nome passou a referenciar Luís IX, chamado de "São Luís Rei de França". O rei Luís IX ficou popular pois morreu numa Cruzada na Idade Média, sendo posteriormente canonizado pela Igreja.
A capital maranhense, lembrada hoje pelo enorme casario de arquitetura portuguesa, no início abrigava apenas ocas de madeira e palha e uma paisagem quase intocada. Aqui, ficava a aldeia de Upaon-Açu, onde os índios tupinambás - entre 200 e 600, segundo cronistas franceses - viviam da agricultura de subsistência (pequenas plantações de mandioca e batata-doce) e das ofertas da natureza, caçando, pescando e coletando frutas. Nos arredores da atual cidade de São Luís, habitava a etnia indígena dos potiguaras.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Imagens do Brasil - Crato - Ceará



O Crato é um município brasileiro do interior do estado do Ceará. A cidade situa-se no Cariri cearense, conhecido por muitos como o "Oásis do Sertão" pelas características climáticas mais úmidas e favoráveis à agropecuária. Faz divisa com o estado de Pernambuco, constituindo também um entroncamento rodoviário que a interliga ao Piauí, Paraíba e Pernambuco, além da capital do Ceará, Fortaleza. Localiza-se no sopé da Chapada do Araripe no extremo-sul do estado e na Microrregião do Cariri, integrante da Região Metropolitana do Cariri.
Constitui-se numa cidade com expressiva importância regional. Destaca-se na tradicional função de comercialização de produtos rurais, provenientes do desenvolvimento da agricultura no sopé dos vales irrigados da região do Cariri. Nesta área, destaca-se a famosa Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), feira agropecuária que inclui também shows com bandas e cantores famosos e atrai milhares de visitantes à cidade todo mês de julho.
É uma das cidades mais importantes e antigas do Ceará.
O topônimo Crato vem do latim curatus, que significa padre ou designação de lugares com condições de tornar-se paróquia.
História
As terras as margens do rio Jaguaribe-Mirim (e seus afluentes) e da Chapada do Araripe eram habitadas por diversas etnias indígenas, dentre elas os Kariri, Aquijiró, Guariú, Xocó, Quipapaú e tantas outras, antes da chegada das entradas e/ou missões religiosas dos portugueses, italianos, baianos, paraibanos e sergipanos.
Entradas dos Sertões de Dentro e a Missão Capuchinha
Com a expulsão dos neerlandeses do nordeste brasileiro, os portugueses e outros brasileiros puderam adentrar e explorar melhor a terra do Siará Grande.
Acredita-se que primeira penetração no território do Cariri aconteceu durante século XVII, com a bandeira dos irmãos Lobato Lira. Desta bandeira, participaram dois religiosos: um padre secular e um frade capuchinho, que ganharam a confiança dos índios cariris e conseguiram aldeá-los. Estes exploradores subiram o leito do Jaguaribe-Mirim e instalaram nos arredores da cachoeira dos Cariris (cachoeira de Missão Velha).
Tempos depois, o frade capuchinho Carlos Maria de Ferrara organizou, às margens do rio Itaitera (água que corre entre pedras), o maior e mais importante aldeamento de silvícolas na região. Este recebeu o nome de "Missão do Miranda", em homenagem a um dos chefes da tribo batizado com esse nome. Mais tarde, também aparecem as denominações "Miranda" e "Cariris Novos". A Missão do Miranda, sob a administração dos capuchinhos, prosperou, devido à fertilidade do solo e abundância de água, que possibilitaram o cultivo da cana-de-açúcar, mandioca e cereais. Manuel Carneiro da Cunha e Manuel Rodrigues Ariosto requereram, através da lei de sesmaria, a posse das terras adjacentes ao Rio Salgado, fato que culminou na elevação da missão a povoação.

Fonte: Wikipedia

sábado, 15 de outubro de 2016

Campanha Mundial de AVC - 29 de Outubro - Dia Mundial do AVC


Eu sou mulher: O AVC me afeta
A Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization - WSO), seus membros e parceiros em todo o mundo lançou uma campanha global sobre as mulheres e o Acidente Vascular Cerebral no Dia Mundial do AVC 2014 - 29 outubro 2014. Contamos com seu apoio contínuo para fazer desta outra campanha de sucesso. Por favor, visite o site regularmente e entre em contato com o membro da WSO responsável pela organização local - pergunte como você pode ajudar. Para obter uma lista dos membros organizações membros do WSO, visite ...
Por que as mulheres e o AVC? Aqui estão alguns fatos rápidos:
·    As mulheres tem uma mortalidade por AVC maior do que os homens. Seis em cada 10 mortes por AVC ocorrem em mulheres, em grande parte devido ao AVC que ocorre na idade mais avançada quando os AVCs são mais perigosos.
·   Muitos dos principais fatores de risco para o AVC ocorrem mais frequentemente em mulheres ou são específicos de mulheres. Mulheres com mais de 85 anos têm as maiores taxas de AVC.
·  Mulheres tem muitos fatores de risco. Alguns fatores de risco como Hipertensão, Fibrilação Atrial, Diabetes, Enxaqueca com aura visual e Depressão ocorrem mais frequentemente em mulheres e outros fatores de risco de AVC são específicos de mulheres, como a gravidez, pré-eclâmpsia, o uso de pílulas anticoncepcionais (especialmente em mulheres hipertensas), reposição hormonal após a menopausa, alterações hormonais e diabetes gestacional. Por isso, 1 em cada 5 mulheres está sob risco de AVC, ao contrário de 1 em cada 6 homens.
·   Isolamento e solidão. As mulheres são mais propensas a viver sozinhas e viúvas antes do AVC; elas são mais frequentemente institucionalizadas após o AVC e têm pior recuperação pós AVC do que os homens. Elas tem um declínio cognitivo mais grave, uma maior probabilidade de institucionalização, e um maior risco de depressão pós-AVC.
· Apesar das mulheres responderem bem ao tratamento do AVC, elas tendem a receber menos tratamento que os homens (tratamento agudo e reabilitação)
·  Mulheres e tipos de AVC: alguns tipos de AVC são mais comuns em mulheres, como trombose venosa cerebral e hemorragia subaracnoide.
·  Os cuidados do paciente pós AVC recai principalmente sobre as mulheres. Uma pesquisa mostra que as mulheres cuidadoras de cônjuges que sofreram AVC tendem a relatar uma diminuição em saúde mental depois de se tornar cuidadoras. Além disso, as mulheres com depressão têm um risco maior de AVC.
·  Há um hiato de conhecimento sobre o AVC em relação aos sexos. Apesar das mulheres serem mais conscientes sobre sinais de AVC e sobre os tratamentos do que os homens, as mulheres demoram mais para chegar ao hospital após o início dos sintomas de AVC e tem menos conhecimento sobre o tempo de 4,5 horas para o tratamento do AVC.
O AVC é em grande parte evitável ​​por meio da melhora do estilo de vida, mas para vencê-lo as mulheres precisam de informações específicas sobre o AVC, as práticas preventivas e de cuidados agudos e de longo prazo. Junte-se a nós na Campanha de AVC de 2014 para nos ajudar a aumentar a conscientização sobre o AVC, participando das atividades do Dia Mundial do AVC, e organizando o seu próprio evento. O AVC não discrimina, ele afeta a todos nós.
Para mais informações sobre o AVC em mulheres leia: Bibliografia - Women and Stroke (PDF em Inglês)
Contamos com o seu apoio. Juntos, podemos vencer a luta contra o AVC!
Saiba mais sobre o AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Se considerarmos um vaso sanguíneo isolado, o fluxo sanguíneo para o cérebro pode ser prejudicado de duas formas:
1.   A obstrução dos vasos (AVC isquêmico)
2.   A ruptura dos vasos, causando derrame de sangue para o cérebro (AVC Hemorrágico)
AVC Isquêmico
AVC isquêmico representa cerca de 87% de todos os casos.
Eles ocorrem como um resultado de uma obstrução num vaso sanguíneo que fornece sangue ao cérebro. Esta obstrução pode ocorrer devido ao desenvolvimento de depósitos de gordura que revestem as paredes dos vasos (chamada de aterosclerose). Estes depósitos de gordura podem causar dois tipos de obstrução:
·  Trombose cerebral refere-se a um trombo (coágulo de sangue) que se desenvolve nestas placas de gordura do vaso obstruído dentro do cérebro.
· Embolia cerebral refere-se geralmente a um coágulo que se forma em outro local no sistema circulatório, geralmente grandes artérias da parte superior do peito e no pescoço (por exemplo artéria carótida, aorta). Uma parte desta placa de gordura e desde coágulo se soltam, entram na corrente sanguínea e viajam através dos vasos sanguíneos até o cérebro até atingir e obstruir vasos menores que não os deixam passar. A segunda causa importante de embolia cerebral é um batimento cardíaco irregular, conhecido como fibrilação atrial. Este batimento cardíaco irregular deixa o sangue mais parado no coração, podendo formar coágulos que se desprendem e viajam até o cérebro, obstruindo um vaso cerebral.
AVC hemorrágico
Acidente vascular cerebral hemorrágico é responsável por cerca de 13% dos casos de AVC. É o resultado de um vaso enfraquecido que rompe e sangra no cérebro circundante. O sangue se acumula e comprime o cérebro Os dois tipos de Acidentes Vasculares Cerebrais hemorrágicos são a hemorragia intracerebral ou hemorragia subaracnóide.
O AVC hemorrágico, principalmente, a hemorragia subaracnóide, pode ocorrer quando um vaso sanguíneo enfraquecido rompe. Dois tipos de vasos sanguíneos enfraquecidos costumam causar acidente vascular cerebral hemorrágico: aneurismas e malformações arteriovenosas (MAV).
Um aneurisma é como um balão que se forma em uma região enfraquecida de um vaso sanguíneo. Se não for tratado, o aneurisma continua a enfraquecer até romper e sangrar no cérebro. Uma malformação arteriovenosa (MAV) é um conjunto de vasos sanguíneos anormalmente formados. Qualquer um desses vasos podem se romper, também causando sangramento no cérebro.
Fonte: Estas informações foram elaboradas pela Associação Americana de AVC (American Stroke Association), uma Associação membro da WSO e colocadas à disposição da Organização Mundial de AVC (WSO).
Sinais Alerta do AVC
Estes são os sinais de alerta de que alguém está tendo um AVC:
·   Dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo
·    Súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala
·    Dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos
·    Súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação
·    Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida
Se você perceber um ou mais desses sinais, não espere. O AVC é uma emergência médica.

Chame seus serviços médicos de emergência (no Brasil: SAMU 192) e procure um hospital imediatamente!

Aprenda a Prevenir o AVC
Aqui estão seis passos que qualquer pessoa pode seguir para reduzir o risco e o perigo de um AVC
1. Conheça os seus próprios fatores de risco: pressão alta, diabetes, colesterol alto.
2. Seja ativo e faça atividade física regularmente.
3. Mantenha uma dieta saudável rica em frutas e vegetais e com pouco sal, para se manter saudável e com pressão sanguínea baixa.
4. Limite o consumo de álcool.
5. Evite o hábito de fumar. Se você é fumante, procure ajuda e pare imediatamente.
6. Aprenda a reconhecer os sinais de alerta do AVC.
Dieta pobre em sal
Recomenda-se que o consumo de sal seja reduzido para menos de 5 g por dia para reduzir o risco de ter um Acidente Vascular Cerebral.
1.   O sal aumenta nossa pressão sanguínea
2.   Quanto maior a nossa pressão sanguínea, maior nosso risco de AVC
3.   Os adultos devem consumir menos de 5 g de sal ao dia, e as crianças ainda menos
4.   É particularmente importante que crianças não consumam muito sal pois a pressão sanguínea pode começar a aumentar na infância
5.   O sal está em alimentos do dia a dia como o pão, molho, queijo e carne processada, bem como o sal que acrescentamos na mesa e durante o preparo dos alimentos
6.   Reserve um tempo para se acostumar a reduzir o sal na alimentação, e você apreciará tanto quanto, senão mais, que o alimento salgado
Fibrilação atrial e outras doenças cardíacas
Fibrilação atrial (FA) é uma doença cardíaca pouco diagnosticada e pouco tratada e um dos maiores fatores de risco para o AVC. A FA faz com que os batimentos do coração fiquem descompassados, o que resulta em sangue acumulado (parado) dentro do coração podendo levar a formação de um coágulo. Esses coágulos podem viajar até ao cérebro e obstruir um vaso sanguíneo cerebral causando um AVC grave e, frequentemente, fatal. AVC devido a FA pode ser evitado pelas medicações anticoagulantes.
A WSO recomenda que pessoas que sofreram um ataque cardíaco (Infarto do miocárdio), que tenham diagnóstico de uma doença cardíaca ou tenham um ritmo cardíaco irregular devem ser acompanhados regularmente nos serviços de saúde com o objetivo de evitar a ocorrência de um AVC.
Sinais de alerta do AVC
O teste SAMU é uma maneira fácil para que todos possam lembrar e reconhecer os sinais de AVC:
Sorriso - Peça para dar um sorriso. A boca está torta?
Abraço - Pode levantar os dois braços?
Música - Peça para cantar ou falar uma frase. A fala é arrastada? Ele entende o que você diz?
Urgente - Se você identificar qualquer um destes sinais, Urgente ligue SAMU (192), ou vá imediatamente para um hospital preparado para atender casos de AVC.
Pense rápido. Aja rápido. AVC é uma emergência médica!
Fatos sobre o AVC
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) também conhecido como doença cerebrovascular ou derrame) ocorre quando um vaso sanguíneo que leva sangue e nutrientes para o cérebro para de funcionar: ou ele obstrui por um coágulo ou placa de gordura ou ocorre uma hemorragia. Quando isso acontece, uma parte do cérebro não recebe mais o sangue e oxigêno que necessita e começa a morrer. A extensão e localização do dano cerebral determina a gravidade do AVC, que pode variar de leve a catastrófico. Como diferente áreas do cérebro controlan diferentes funções, os efeitos específicos de um AVC dependem da área cerebral que foi lesada. Um pequeno AVC em uma área crítica do cérebro pode INCAPACITAR permanentemente. Como os neurônios não se regeneram, o dano às células é permanente. Milhões de células cerebrais morrem a cada minuto em um AVC não tratado. A ruptura dos vasos cerebrais causa hemorragia cerebral ou AVC hemorrágico.
Quais são os sinais de alerta do AVC?
·   Dormência súbita ou fraqueza na face, braço ou perna, especialmente em um lado do corpo
·    Súbita confusão, dificuldade para falar ou compreender a fala
·    Dificuldade súbita de enxergar em um ou ambos os olhos
·    Súbita dificuldade para caminhar, tontura, perda de equilíbrio ou coordenação
Tipos de AVC
Existem dois tipos de AVC causados pelo prejuízo do fluxo sanguíneo para o cérebro, que pode ocorrer de duas formas:
1. Aqueles quando ocorre oclusão da circulação - Acidente Vascular Cerebral isquêmico
2. Quando ocorre a ruptura de um vaso, causando hemorragia cerebral - AVC hemorrágico
Distúrbios após AVC
Os seguintes distúrbios podem ocorrer na sequência de um AVC e afetam a maioria dos pacientes com AVC:
·    DOR
·    DEPRESSÃO
·    ESPASTICIDADE
Faça o download do folheto WSC Advocacy
Neste panfleto, nós gostaríamos de compartilhar com vocês três princípios básicos para uma abordagem abrangente e contínua, desde a prevenção ao tratamento até a reabilitação e cuidados a longo prazo para enfrentar a epidemia do AVC
Fatos e Números
Pergunta: É verdade que o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é responsável por mais de 6 milhões de mortes todos os anos?
Resposta: Sim. Segundo a Organização Mundial da Saúde e outros experts em AVC, o AVC mata 6,2 milhões de pessoas no mundo a cada ano.
Estima-se que 17,3 milhões de pessoas morreram de doenças cardiovasculares em 2008, representando 30% de todas as mortes no mundo. Dessas mortes, estima-se que 7,3 milhões foram devido a doenças coronárias e 6,2 milhões foram devido ao AVC.
Fontes:
· Global status report on noncommunicable diseases 2010. Geneva, World Health Organization, 2011.
·  Global atlas on cardiovascular disease prevention and control. Geneva, World Health Organization, 2011.
· WHO Cardiovascular Diseases Fact Sheet No. 317. Updated March 2013 http/www.who.int/mediacentre/factsheets/fs317/en/
·  WHO (2005). Preventing chronic diseases: a vital investment: Geneva. World Health Organization
· Truelsen, T., Heuschmann, P.U., Bonita, R. et. al., (2007). Standard method for developing stroke registers in low-income and middle income countries: experiences from a feasibility study of a stepwise approach to stroke surveillance (STEPS Stroke). The Lancet Neurology, 6, 134-139.
Pergunta: É verdade que o AVC mata mais pessoas a cada ano do que a AIDS, tuberculose e malária juntos?
Resposta: Sim. (1) Em 2008, as mortes relacionadas com a AIDS atingiram 2,0 milhões (1.7 a 2.4 milhões); (2) 1,8 milhões de pessoas morreram de tuberculose em 2008, incluindo 500 mil pessoas com HIV; (3) houve 247 milhões de casos de malária em 2006, causando aproximadamente um milhão de mortes, principalmente entre crianças africanas. Segundo a Organização Mundial da Saúde e outros experts em AVC, o AVC mata 6,2 milhões de pessoas no mundo a cada ano.
Fontes:
·  Global status report on noncommunicable diseases 2010. Geneva, World Health Organization, 2011.
·   Global atlas on cardiovascular disease prevention and control. Geneva, World Health Oganization, 2011.
· WHO Cardiovascular Diseases Fact Sheet No. 317. Updated March 2013 http/www.who.int/mediacentre/factsheets/fs317/en/
·    2009 AIDS Epidemic Update. Geneva: UNAIDS/WHO.
· World Health Organization, Malaria Fact Sheet No. 94, Updated January 2009, http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs094/en/index.html
·         WHO/Stop TB Partnership. 2009 Update. Tuberculosis Facts. 
Pergunta: É verdade que o AVC também afeta crianças?
Resposta: Sim. O AVC também afeta crianças, incluindo recém-nascidos. Visite os site de associações membros da WSO para mais informações:
Fontes: 
·    American Stroke Association   http://www.strokeassociation.org
·    National Stroke Foundation - Australia   http://www.strokefoundation.com.au/
·   The Stroke Association – United Kingdom   http://www.stroke.org.uk/
 Pergunta: É verdade que a maioria dos AVCs não causam dor?
Resposta: Sim. A maioria dos AVCs não causam dor. Oitenta por cento dos AVCs são isquêmicos, causados ​​por um coágulo de sangue que obstrui uma artéria do cérebro e, geralmente, não causam dor. O AVC interrompe o oxigênio para uma parte do cérebro e, por isso, as células do cérebro começam a morrer, mas isso geralmente não é doloroso. Não ignore os sintomas porque eles não causam dor. Apenas 20% dos AVCs são causados ​​por sangramento dentro do cérebro, e este tipo de AVC geralmente é muito doloroso.
Fonte:
·  University of Virginia (USA) Health Systems website:http://www.healthsystem.virginia.edu/
Pergunta: É verdade que no mundo, a cada 10 segundos morre 1 pessoa por AVC?
Resposta: Sim. Em todo o mundo estima-se que a cada 60 segundos 6 pessoas morrem de AVC.
Fontes:
·    World Health Report 2007. Geneva: World Health Organization.
·  International Cardiovascular Disease Statistics (2007 Update). A publication of the American Heart Association.
Pergunta: É verdade que a cada dois segundos, alguém, em algum lugar do mundo está tendo um AVC?
Resposta: Sim. Há uma estimativa de que ocorrem 30 novos AVCs a cada 60 segundos em todo o mundo. A maioria são referidos como AVCs "silenciosos". Estes sãos os tipos mais comuns de AVC. A palavra "silencioso" é um equívoco. Quando as pessoas com AVC "silencioso" são examinadas, elas têm déficits neuropsicológicos e neurológicos sutis. Um artigo do Estudo de Framingham sugere que 1 em cada 10 indivíduos sem AVC prévio vivendo na comunidade, com média de idade de 62 ± 9 anos tem um AVC "silencioso". Se ignorados, pequenos AVCs poderiam significar um grande problema. Um AVC subclínico (“silencioso”) está associado com maior probabilidade de ter outros AVCs e de ter um AVC com sintomas e / ou demência. A combinação de AVC subclínico e Alzheimer subclínico pode ser uma base para a associação de AVC e demência, uma vez que o risco de desenvolver um ou ambos é de 1 em cada 3.
Fontes:
·    Das RR, Seshadri S, Beiser AS, Kelly-Hayes M, Au R, Himali JJ, Kase CS, Benjamin EJ, Polak JF, O'Donnell CJ, Yoshita M, D'Agostino RB, DeCarli C, Wolf PA. Prevalance and correlates of silent cerebral infarcts in the Framingham Offspring Study. Stroke. 2008;39: In press. Epub ahead of print June 26, 2008. DOI: 10.1161/STROKEAHA.108.516575.
·   Vermeer SE, Longstreth WT Jr, Koudstaal PJ. Silent brain infarcts: a systematic review. Lancet Neurol. 2007; 6: 611–619.[CrossRef][Medline] [Order article via Infotrieve]
·   Yaksuhiji Y, Nishiyama M, Yakushiji S, Hirotsu T, Uchino A, Nakajima J, Eriguch M, Nanri Y, Hara M, Horikawa E, Kuroda Y. Brain microbleeds and global cognitive function in adults without neurological disorder. Stroke. 2008; 39: in press.
·   Shehadri S, Beiser A, Kelly-Hayes M, Kase CS, Au R, Kannel WB, Wolf PA. The lifetime risk of stroke: estimates from the Framingham Study. Stroke. 2006; 37: 345–350.
Pergunta: É verdade que 80% das pessoas que tem um AVC vivem em países de baixo e médio desenvolvimento?
Resposta: Sim. O ônus do AVC afeta desproporcionalmente pessoas que vivem em países com poucos recursos. De 2000 a 2008, as taxas globais de novos AVCs (incidência) em países de baixo e médio desenvolvimento superou as de países de alto desenvolvimento em 20%.
Fonte:
  Truelsen, T., Heuschmann, P.U., Bonita, R. et. al., (2007). Standard method for developing stroke registers in low-income and middle income countries: experiences from a feasibility study of a stepwise approach to stroke surveillance (STEPS Stroke). The Lancet Neurology, 6, 134-139.
Pergunta: É verdade que a incidência de AVC está crescendo e que uma carga desproporcional tem sido identificada em países com recursos limitados, onde a consciência da prevenção, cuidados e apoio é menor?
Resposta: Sim Hoje, dois terços de todas as pessoas que sofreram um AVC vivem em países em desenvolvimento, onde os sistemas de saúde já são desafiados ao limite.
Fonte:
  Truelsen, T., Heuschmann, P.U., Bonita, R. et. al., (2007). Standard method for developing stroke registers in low-income and middle income countries: experiences from a feasibility study of a stepwise approach to stroke surveillance (STEPS Stroke). The Lancet Neurology, 6, 134-139.
Pergunta: É verdade que o AVC é a segunda principal causa de morte de pessoas com idade acima de 60 anos?
Resposta: Sim. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o AVC é a principal causa de morte em pessoas acima de 60 anos e a quinta principal causa em pessoas com idades entre 15-59.
Fonte:
  Mackay, J & Mensah G. (2004). Atlas of Heart Disease and Stroke. Geneva: World Health Organization.
Pergunta: É verdade que a maioria das pessoas não reconhecem os primeiros sintomas do AVC?
Resposta: Sim. Aproximadamente 70% dos pacientes não reconhecem corretamente seu Acidente Isquêmico Transitório (AIT) ou AVC, 30% demoram mais de 24 horas para procurar atendimento médico, independentemente da idade, sexo, classe social ou nível educacional, e aproximadamente 30% dos AVCs recorrentes precoces ocorrem antes do paciente procurar assistência. Sem educação pública mais eficaz de toda a população, o potencial de prevenção aguda não acontecerá.
Fonte:
  Chandratheva, A., Lasserson, D.S. et al. (June 2010). Population-Based Study of Behavior Immediately After Transient Ischemic Attack and Minor Stroke in 1000 Consecutive Patients: Lessons for Public Education. Stroke, 41, 1108-1114.
Pergunta: É verdade que a pressão alta é o principal fator de risco para o AVC?
Resposta: Sim. É muito importante você saber se tem fatores de risco como hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto.
Fonte:
  Helsingborg Declaration 2006 on European Stroke Strategies (ed. T. Kjellstrom, B. Norrving, A. Shatchkute). Copenhagen: World Health Organization.
    Norrving, B. (2003). Long-term prognosis after lacunar infarction. The Lancet Neurology, 2,(4), 238-245.

Pergunta: É verdade que o AVC é a principal causa de incapacidade em todo o mundo?
Resposta: Sim. O AVC é a principal causa de incapacidade em todo o mundo.
De acordo com a revista The Lancet 28 nov 2009, o AVC é a segunda causa de incapacidade em países de baixo e médio desenvolvimento. A demência é a primeira. Juntos, demência e AVC contam com um terço de toda a incapacidade a longo prazo em todo o mundo. A Atualização da Carga Global de Doenças (2004) da Organização Mundial de Saúde (republicado em 2008) também fornece dados mundiais sobre a incapacidade no AVC (incapacidade moderada a grave).
Fontes Adicionais: Feigin, V.L., Forouzanfar, MH et al. Global and regional burden of stroke during 1990-2010: findings from the Global Burden of Disease Study 2010. The Lancet, Early Online Publication, 24 October 2013. doi:10.1016/S0140-6736(13)61953-4.
Junte-se à campanha "Um em cada seis". Diga a seis outras pessoas para aceitar este desafio e auxiliar a evitar o AVC.
Distúrbios pós  AVC
DOR
Os músculos paralisados do ombro não são capazes de ajudar os tendões a manter a extremidade superior do braço na articulação do ombro. Como resultado, o braço se desloca da junta do ombro (cai), o que é muito doloroso e pode ser impedido com a reabilitação da mão e do braço.

DEPRESSÃO

Depressão pós-AVC, como depois de qualquer doença grave, é muito comum, muitas vezes fica sem diagnóstico, reduz a capacidade do paciente para a reabilitação, e prejudica seu / sua qualidade de vida. Além disso, ela não afeta apenas sobreviventes de AVC, mas também os seus familiares mais próximos e seus cuidadores. Para muitos dos pacientes, seus cônjuges e seus filhos, a depressão causa uma grande e prolongada carga.

DECLÍNIO COGNITIVO

O AVC pode levar ao declínio cognitivo, e é ainda mais comum depois de um AVC recorrente. O declínio cognitivo também ocorre após AVCs subclínicos recorrentes que muitas vezes não são diagnosticados devido a ausência dos sintomas clássicos de AVC. No entanto, eles causam muitos danos e reduzem a capacidade mental dos pacientes.

ESPASTICIDADE

A lesão cerebral por AVC por vezes causa contração involuntária dos músculos paralisados depois de tentar mover um membro. Isso causa endurecimento e tensão. Os músculos contraídos, muitas vezes congelam as articulações da mão e do braço permanentemente em uma posição anormal e muitas vezes dolorosa. Quando um músculo não pode completar a sua gama completa de movimentos, os tendões e tecidos moles circundantes podem tornar-se endurecidos. Isso torna o alongamento muscular muito mais difícil.
A espasticidade no braço pode tornar o punho endurecido, o cotovelo dobrado e o braço pressionado contra o peito. Isso pode interferir seriamente com a capacidade de um sobrevivente de AVC realizar atividades diárias como vestir-se. A espasticidade na perna pode causar um joelho rígido, um pé desviado e os dedos contraídos.
Todas essas doenças podem ser diagnosticadas e existem tratamentos disponíveis para a maioria deles.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

7%


Escrito por Regina Brett aos 90 anos de idade:

"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições
que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que já escrevi. Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto  aqui vai a coluna
mais uma vez:"

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, e pequeno.

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Só quem te ama

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é
a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic.  Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico (a) agora. Não espere pela velhice para vestir  roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras. 'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34.. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é o  que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos
os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos  nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

Autor: Regina Brett aos 90 anos de idade

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