sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Terremoto no Japão criou icebergs gigantes

Imagens de satélites feitas pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e divulgadas nesta terça-feira (9) mostram que o tsunami do dia 11 de março criou icebergs gigantes na Antártida. Os pedaços de gelo gigantes na verdade se desprenderam de uma geleira a cerca de 13.000 quilômetros de distância do epicentro do terremoto. As imagens, uma feita no dia 12 de março e a outra no dia 16, mostram o gelo se desprendendo e depois já flutuando pelo oceano.
Feitas pelo satélite Envisat, as fotos mostram um iceberg com pelo menos 9,5 quilômetros por 6,5 quilômetros de área. Esse pedaço de gelo é um pouco maior que a ilha de Manhattan, onde fica parte da cidade de Nova York. A espessura da camada congelada pode chegar a 80 metros, segundo uma equipe da Nasa (Agência espacial americana) que trabalha na ESA.
O movimento das placas tectônicas em 11 de março no Japão, que resultou em um tremor de 9 graus na escala Richter - ela só vai até 10 - criou uma série de icebergs menores pelo Oceano Pacífico. Mas o movimento criou tensão suficiente para desprender imensos blocos de gelo na Antártida.
Os icebergs gigantes continuam flutuando em áreas do continente Antártico. São
imensos blocos de água doce congelada e, juntos, formariam uma placa só de 1,5 milhão de quilômetros quadrados.

Fonte: Boletim Semanal N° 5 do Rotary Club de Lavras

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Os Níveis do Ser Humano no Planeta Terra

Há alguns anos, um Discípulo de Mestre aproximou-se de um Mestre da Arte Real (um verdadeiro Iluminado) e perguntou-lhe:
- Mestre, gostaria muito de saber por que razão os seres humanos guerreiam-se e por que não conseguem entender-se, por mais que apregoem estar buscando a Paz e o entendimento, por mais que apregoem o Amor e por mais que afirmem abominar o Ódio?
- Essa é uma pergunta muito séria. Gerações e gerações a têm feito e não conseguiram uma resposta satisfatória, por não se darem conta de que tudo é uma questão de nível evolutivo. A grande maioria da Humanidade do planeta Terra está vivendo atualmente no nível 1. Muitos outros, no nível 2 e alguns outros no nível 3. Essa é a grande maioria. Alguns poucos já conseguiram atingir o nível 4, pouquíssimos o nível 5, raríssimos o nível 6 e somente de mil em mil anos aparece algum que atingiu o nível 7.
- Mas, Mestre, que níveis são esses?
- Não adiantaria nada explicá-los, pois além de não entender, também, logo em seguida, você os esqueceria e esqueceria também a explicação. Assim, prefiro levá-lo numa viagem mental, para realizar uma série de experimentos e aí, então, tenho certeza, você vivenciará e saberá exatamente o que são esses níveis, cada um deles, nos seus mínimos detalhes.
Colocou, então, as pontas de dois dedos na testa do Discípulo e, imediatamente, ambos estavam em um outro local, em outra dimensão do Espaço e do Tempo. O local era uma espécie de bosque, e um homem se aproximava deles.
Ao chegar mais perto, disse-lhe o Mestre:
- Dê-lhe um tapa no rosto.
- Mas por quê? Ele não me fez nada…
- Faz parte do experimento. Dê-lhe um tapa, não muito forte, mas dê-lhe um tapa!
E o homem aproximou-se mais do Mestre e do Discípulo. Este, então, chegou até o homem, pediu-lhe que parasse e, sem nenhum aviso, deu-lhe um tapa que estalou.
Imediatamente, como se fosse feito de mola, o desconhecido revidou com uma saraivada de socos e o Discípulo de Mestre foi ao chão, por causa do inesperado do ataque. Instantaneamente, como num passe de mágica, o Mestre e o Discípulo de Mestre já estavam em outro lugar, muito semelhante ao primeiro e outro homem se aproximava. O Mestre, então comentou:
- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 1. Não pensa. Age mecanicamente. Revida sem pensar. Aprendeu a agir dessa maneira e esse aprendizado é tudo para ele, é o que norteia sua vida, é sua “muleta”.
Agora, você testará da mesma maneira, o nosso companheiro que vem aí, do nível 2. Quando o homem se aproximou, o consulente pediu que parasse e lhe deu um tapa. O homem ficou assustado, olhou para o Discípulo de Mestre, mediu-o de cima a baixo e, sem dizer nada, revidou com um tapa, um pouco mais forte. Instantaneamente, já estavam em outro lugar muito semelhante ao primeiro.
- Agora, você já sabe como reage um homem do nível 2: pensa um pouco, analisa superficialmente a situação, verifica se está à altura do adversário e aí, então, revida.
Se ele julgar-se mais fraco, não revidará imediatamente, pois irá revidar à traição. Ainda é carregado pelo mesmo tipo de “muleta” usada pelo homem do nível 1. Só que analisa um pouco mais as coisas e fatos da vida. Entendeu?
Repita o mesmo com esse aí que vem chegando, o nível 3. A cena repetiu-se. Ao receber o tapa, o homem parou, olhou para o Discípulo e assim falou:
- O que é isso, moço? Mereço uma explicação, não acha? Se não me explicar direitinho por que razão me bateu, vai levar uma surra! Estou falando sério!
- Eu e o Mestre estamos realizando uma série de experimentos e este experimento consta exatamente em fazer o que fiz, ou seja, bater nas pessoas para ver como reagem.
- E querem ver como reajo?
- Sim. Exatamente isso… E perguntou o Discípulo – como você vai reagir? Vai revidar? Ou vai nos ensinar uma outra maneira de conseguir aprender o que desejamos?
- Já nem sei se continuo discutindo com vocês, pois acho que estou perdendo meu tempo. São dois malucos e tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar conversando com dois malucos. Que outro, em algum outro lugar, revide por mim. Não vou nem perder meu tempo com vocês, pois não merecem meu esforço… São uns perfeitos idiotas... E ainda querem me convencer de que estão buscando conhecimento. Picaretas! Isso é o que vocês são! Uns picaretas! Uns charlatões!
Imediatamente, aquela cena apagou-se e já se encontravam em outro luar, muito semelhante a todos os outros. Então, o Mestre comentou:
- Agora, você já sabe como age o homem do nível 3: gosta de analisar a situação, discutir os pormenores, criticar tudo, mas não apresenta nenhuma solução ou alternativa, pois ainda usa as mesmas “muletas” que os outros dois anteriores também usavam.
Prefere deixar tudo pra lá, pois não tem tempo para se aborrecer com a ação, que prefere deixar para os outros.
É um erudito e teórico que fala muito, mas que age muito pouco e não apresenta nenhuma solução para nenhum problema, a não ser a mais óbvia e assim mesmo, olhe lá… É um medíocre enfatuado, cheio de erudição, que se julga o “Dono da Verdade”, que se acha muito “entendido” e que reclama de tudo e só sabe criticar.
É o mais perigoso de todos, pois costuma deter cargos de comando, por ser, geralmente, portador de algum diploma universitário em nível de bacharel (mais uma outra “muleta”) e se pavoneia por isso. Possui instrução e muita erudição.
Já consegue ter um pouquinho mais de percepção das coisas, mas é somente isso.
Vamos, agora, saber como reage um homem do nível 4. Faça o mesmo com esse que aí vem.
E a cena repetiu-se. O caminhante olhou para o buscador e perguntou:
- Por que você fez isso? Eu fiz alguma coisa errada? Ofendi você de alguma maneira? Enfim, gostaria de saber por que motivo você me bateu. Posso saber?
- Não é nada pessoal. Eu e o Mestre estamos realizando um experimento para aprender qual será a reação das pessoas diante de uma agressão imotivada.
- Pelo visto, já realizaram este experimento com outras pessoas. Já devem ter aprendido muito a respeito de como reagem os seres humanos, não é mesmo?
- É… Estamos aprendendo um bocado. Qual será sua reação? O que pensa de nosso experimento? Tem alguma sugestão melhor?
- Hoje, vocês me ensinaram uma nova lição e estou muito satisfeito com isso e só tenho a agradecer por me haverem escolhido para participar deste seu experimento. Apenas acho que vocês estão correndo o risco de encontrar alguém que não consiga entender o que estão fazendo e revidar à agressão. Mas também se não corrermos algum risco na vida, nada jamais poderá ser conseguido, em termos de evolução.
O Mestre assim comentou:
- O homem do nível 4 já está bem distanciado e se desligando gradativamente dos afazeres mundanos. Já sabe que existem outros níveis mais baixos e outros mais elevados, e está buscando apenas aprender mais e mais para evoluir, para tornar-se um sábio.
Não é, em absoluto um erudito (embora até mesmo possa possuir algum diploma universitário) e já compreende bem a natureza humana para fazer julgamentos sensatos e lógicos. Por outro lado, possui uma curiosidade muito grande e uma insaciável sede de conhecimentos. E isso acontece porque abandonou suas “muletas” há muito pouco tempo, talvez há um mês ou dois.
Mas vamos continuar com o nosso aprendizado. Repita o mesmo com este homem que aí vem, e vamos ver como reage um homem do nível 5. O tapa estalou.
- Filho meu… Eu bem o mereci por não haver logo percebido que estavas necessitando de ajuda. Em que te posso ser útil?
- Não entendi… Afinal, dei-lhe um tapa. Não vai reagir?
- Na verdade, cada agressão é um pedido de ajuda. Em que te posso ajudar, filho meu?
- Estamos dando tapas nas pessoas que passam, para conhecermos suas reações. Não é nada pessoal…
- Então, é nisso que te posso ajudar? Ajudar-te-ei com muita satisfação pedindo-te perdão por não haver logo percebido que desejas aprender. É meritória tua ação, pois o saber é a coisa mais importante que um ser humano pode adquirir. Somente por meio do saber é que o homem se eleva. E se estás querendo aprender, só tenho elogios a te oferecer.
Logo aprenderás a lição mais importante que é a de ajudar desinteressadamente as pessoas, assim como estou a fazer com vocês, neste momento.
Instantaneamente, a cena se desfez e logo se viram em outro caminho, um pouco mais agradável do que os demais, e o Mestre assim se expressou:
- Quando um homem atinge o nível 5, começa a entender que a Humanidade, em geral, digamos, o homem comum, é como uma espécie de adolescente que ainda não conseguiu sequer se encontrar e, por esse motivo, como todo e qualquer bom adolescente, é muito inseguro e, devido a essa insegurança, não sabe como pedir ajuda e agride a todos para chamar atenção e pedir, então, de maneira velada e indireta, a ajuda de que necessita.
O homem do nível 5 possui a sincera vontade de ajudar e de auxiliar a todos desinteressadamente, sem visar vantagens pessoais.
Agora, dê um tapa nesse homem que aí vem.
E o Discípulo iniciou o ritual. Pediu ao homem que parasse e lançou a mão ao seu rosto. Jamais entendera como o outro, com um movimento quase instantâneo, desviou-se e a sua mão atingiu apenas o vazio.
- Meu filho querido! Por que você queria ferir-se a si mesmo? Ainda não aprendeu que agredindo os outros você estará agredindo a si mesmo? Você ainda não conseguiu entender que a Humanidade é um organismo único e que cada um de nós é apenas uma pequena célula desse imenso organismo?
Seria você capaz de provocar, deliberadamente, em seu corpo, um ferimento que vai doer muito e cuja cicatrização orgânica e psíquica vai demorar e causará muito sofrimento inútil?
Instantaneamente, tudo se desfez e se viram em outro ambiente, ainda mais lindo e repousante do que este último em que estiveram. Então o Mestre falou:
- Este é um dos níveis mais elevados a que pode chegar o ser humano em sua senda evolutiva no Planeta Terra. Um homem que conseguiu entender o que é o Amor, já é um Homem Sublime, Inefável e quase Inatingível pelas infelicidades humanas, pois já descobriu o Começo da Verdade, mas ainda não a conhece em toda sua Plenitude, o que só acontecerá quando atingir o nível 7. Logo você descobrirá isso.
Dê um tapa nesse homem que aí vem chegando. Vamos ver como reage o homem do nível 7.
E o Discípulo de Mestre pediu ao homem que parasse. Quando seus olhares se cruzaram, uma espécie de choque elétrico percorreu-lhe todo o corpo e uma sensação mesclada de amor, compaixão, amizade desinteressada, compreensão, de profundo conhecimento de tudo que se relaciona à vida e um enorme sentimento de extrema segurança encheram-lhe todo o seu ser.
- Bata nele! – ordenou o Mestre.
- Não posso, Mestre, não posso…
- Bata nele! Faça um grande esforço, mas terá que bater nele! Nosso aprendizado só estará completo se você bater nele! Faça um grande esforço e bata! Vamos! Agora!
- Não, Mestre. Sua simples presença já é suficiente para que eu consiga compreender a futilidade de lhe dar um tapa. Prefiro dar um tapa em mim mesmo. Nele, porém, jamais!
- Bate-me – disse o Homem com muita firmeza e suavidade – pois só assim aprenderás tua lição e saberás finalmente, porque ainda existem guerras na Humanidade.
- Não posso… Não posso… Não tem o menor sentido fazer isso…
- Então – tornou o Homem – já aprendeste tua lição. Quem, dentre todos em quem bateste, a ensinou para ti? Reflete um pouco e me responde.
- Acho que foram os três primeiros, do nível 1 ao nível 3. Os outros apenas a ilustraram e a complementaram. Agora, compreendo o quão atrasados eles estão e o quanto ainda terão que caminhar na senda evolutiva para entender esse fato. Sinto por eles uma compaixão muito profunda. Estão de “muletas” e não sabem disso. E o pior de tudo é que não conseguem perceber que é até muito simples e muito fácil abandoná-las e que, no preciso instante em que as abandonarem, começarão a progredir. Era essa a lição que eu deveria aprender?
- Sim, filho meu. Essa é apenas uma das muitas facetas do Verdadeiro Aprendizado. Ainda terás muito que aprender, mas já aprendeste a primeira e a maior de todas as lições. Existe a Ignorância! – volveu o Homem com suavidade e convicção
- Mas ainda existem outras coisas mais que deves ter aprendido. O que foi?
- Aprendi, também, que é meu dever ensiná-los para que entendam que a vida está muito além daquilo que eles julgam ser muito importante – as suas “muletas” – e também sua busca inútil e desenfreada por sexo, status social, riquezas e poder.
- A Humanidade ainda é uma criança, mal acabou de nascer, mal acabou de aprender que pode caminhar por conta própria, sem engatinhar, sem precisar usar “muletas”. O grande erro é que nós queremos fazer tudo às pressas e medir tudo pela duração de nossas vidas individuais. O importante é que compreendamos que o tempo deve ser contado em termos cósmicos, universais. Se assim o fizermos, começaremos, então, a entender que o Universo é um organismo imenso, ainda relativamente novo e que também está fazendo seu aprendizado por intermédio de nós seres vivos conscientes e inteligentes que habitamos planetas disseminados por todo o Espaço Cósmico.
Nossa vida individual só terá importância, mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar este conhecimento, esta grande Verdade: “somos todos uma imensa equipe energética atuando nos mais diversos níveis energéticos daquilo que é conhecido como Vida e Universo, que, no final das contas, é tudo a mesma coisa”.
- Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que necessito para poder ensinar aos meus irmãos, precisarei de muito mais que uma vida. Ser-me-ão concedidas mais outras vidas, além desta que agora estou vivendo?
- Mas ainda não conseguiste vislumbrar que só existe uma única Vida e tu já a estás vivendo há milhões e milhões de anos e ainda a viverás por mais outros tantos milhões, nos mais diversos níveis? Tu já foste energia pura, átomo, molécula, vírus, bactéria, enfim, todos os seres que já apareceram na escala biológica. E tu ainda és tudo isso. Compreende, filho meu, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
- Mas mesmo assim, então, não terei tempo, neste momento atual de minha manifestação no Universo, de aprender tudo o que é necessário ensinar aos meus irmãos que ainda se encontram nos níveis 1, 2 e 3.
- E quem o terá jamais, algum dia? Mas isso não tem a menor importância, pois tu já estás a ensinar o que aprendeste, nesta breve jornada mental. Já aprendeste que existem 7 níveis evolutivos possíveis aos seres humanos, aqui, agora, neste Planeta Terra.

Fonte: J. Truffi

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Entulho do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho começa a ser retirado em setembro

Foi realizado no dia 24 de agosto o leilão do entulho do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ (HUCFF). Ganhou a licitação, organizada pela Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6), a empresa Britex Soluções Ambientais, com sede em São Paulo e escritório no Rio de Janeiro.
Segundo o vice-prefeito, Paulo Mario Ripper, o contrato ainda será assinado e a empresa terá seis meses para a retirada total do entulho. A técnica utilizada será a de beneficiamento, uma solução sustentável para o reaproveitamento de resíduos. “Traremos para o Rio de Janeiro uma técnica que já é muito utilizada em São Paulo. Nada melhor do que a UFRJ para começar essa cultura na cidade”, explica o vice-prefeito, responsável pela comissão técnica do contrato.
Ao todo são 137 mil toneladas de concreto armado que serão reutilizados na construção civil da cidade. De acordo com Ripper, a empresa vencedora da licitação construirá uma mini-usina no local, na qual, o entulho vermelho (restos de tijolos, telhas, blocos cerâmicos e terra) se transforma em um agregado reciclado que pode ser utilizado como base e sub-base na pavimentação de ruas, por exemplo. Já o entulho cinza, composto por restos de concreto, vira areia reciclada (ideal para argamassa de assentamento) e pedra-brita de diversos tamanhos. “O Hospital Universitário não será atingido. Fizemos um planejamento, a usina não irá atrapalhar em nada, nem com ruídos e nem com poeira”, explica o vice-prefeito.
O Hospital Universitário, localizado na Avenida Professor Rodolpho Paulo Rocco, 255, na Cidade Universitária, teve seus blocos AI, AII, B e, AIII (este, parcialmente, demolido de forma mecânica) implodidos em dezembro de 2010.

Fonte: UFRJ Online

Solução Complicada

Em 1988, se não me falha a memória, o Sr. Afif Domingues, da cúpula empresarial de São Paulo, fez uma conferência sobre a região nordestina, afirmando que os problemas decorrentes da seca poderiam ser resolvidos com a abertura de poços artesianos.
Parecia uma solução simplista, visto que a construção de açudes sempre se apresentou como a fórmula mágica para transformar as terras áridas do nordeste em áreas agricultáveis. Muita gente achou ridícula a idéia de poços artesianos numa região seca, de terra rachada. Por que, se os açudes resolveriam o problema?
Ocorre que a construção de açudes, muito onerosa, até hoje não resolveu o problema da seca que está aí diante dos olhos de todos, como um castigo sem fim.
O problema do nordeste tem sido crônico. Faz algum tempo, ouvi na CBN um geólogo dizendo que a solução não surgia por falta de vontade política. Bastava abrir poços artesianos, afirmou. Os lençóis freáticos de muitos lugares do nordeste dariam para irrigar toda a região.
Declarou, por outro lado, que há falsa noção de que a densidade pluviométrica da região é muito baixa. Tomou como exemplo a Espanha, onde o índice é menor do que o do nordeste, e nem por isso aquele país deixa ter uma forte agricultura, exportando para diversas partes do mundo, inclusive para o Brasil. Milagre? Não. Simplesmente a eficiente irrigação das terras estorricadas, com a água proveniente de poços artesianos.
Há algum tempo, num programa da Globo News, assisti uma reportagem com um francês que optou por desenvolver suas habilidades de pesquisador num país do terceiro mundo, para não prestar o serviço militar em seu país. E escolheu justamente o nordeste brasileiro, onde desenvolveu um trabalho maravilhoso de abertura de poços tubulares, em locais predeterminados, no município de Quixeramobim, no Ceará. Trabalhou em terrenos argilosos, onde os poços eram abertos através de um mecanismo simples, mas eficiente. O equipamento não custava mais do que modestos R$1.500,00. Hoje, seria um pouco mais.
E o que se viu? Muita água jorrar e as plantações florescerem como num verdadeiro milagre da natureza.
Julian, este o nome do francês, mostrou que uma providência simples poderia salvar o nordeste da desgraça da escassez de água, com sua conseqüência trágica de miséria e de desespero.
O Prefeito de Quixeramobim acreditou no francês e este acreditou no seu trabalho, fazendo uma parceria que mereceu o respeito da nação.
Agora se tenta salvar o nordeste com um projeto onde desponta a megalomania
do brasileiro. É a chamada transposição do Rio São Francisco, com as implicações ambientais daí resultantes e a indefectível falta de recursos.
Os trabalhos, por certo, irão demandar longo tempo e, enquanto isto, os nordestinos lutam desesperadamente contra a seca e a fome.
Trata-se, com efeito, de uma solução complicada.

Fonte: José Roberto Cavalcante - Boletim N° 07 - 17/08/2011 - Rotary Club do Rio de Janeiro

domingo, 21 de agosto de 2011

Torre solar no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é como uma mulher bonita. Há sempre muito espaço para torná-la mais linda ainda e tudo lhe cai muito bem.Vejam só que maravilha: uma empresa suíça elaborou um projeto lindíssimo e ousado que vai acrescentar mais belezas à Cidade do Rio de Janeiro, em comemoração às Olimpíadas de 2016. Chama-se "TORRE SOLAR DAS OLIMPIADAS DE 2016 DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Tudo isso vai ser iluminado com luz solar, gerando uma movimentação d'água como se fosse uma cachoeira. Será edificada na entrada da Baia da Guanabara e será mais um ponto turístico do mesmo nível do Cristo Redentor e do Pão de Açúcar.
Trata-se de uma estrutura vertical, localizada na ilha de Cotonduba, na entrada da Baia da Guanabara, que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016.
Projectada pelo gabinete RAFAA, sedeado em Zurique, na Suíça, e denominada «Solar City Tower», esta estrutura foi escolhida como a resposta adequada à proposta inicial e tem a potencialidade de gerar energia suficiente não só para a aldeia olímpica, como para parte da cidade do Rio.
A sua concepção permite-lhe aproveitar a energia solar diurna através de painés localizados ao nível do solo, ao mesmo tempo que a energia excessiva produzida é canalizada para bombear água do mar pelo interior da torre, produzindo um efeito de queda de água no exterior. Esta água é simultaneamente reaproveitada através de turbinas com o objectivo de produzir energia durante o período nocturno.
Estas características permitem atribuir o epíteto de torre sustentável a este projecto, dando continuidade a alguns dos pressupostos do «United Nation´s Earth Summit» de 1992, que ocorreu igualmente no Rio de Janeiro, contribuíndo para fomentar junto dos habitantes da cidade a utilização dos recursos naturais para a produção de energia.
A Solar City Tower engloba ainda outras funcionalidades. Anfiteatro, auditório, cafetaria e lojas são acessíveis no piso térreo, a partir do qual se acede igualmente ao elevador público que conduzirá os visitantes a vários observatórios, assim como a uma plataforma retráctil para a prática de bungee jumping.
No cimo da torre é possível apreciar toda a paisagem que circunda a ilha onde estará implementada, bem como a queda de água gerada por todo o sistema que integra a Solar City Tower, tornando-a num ponto de referência dos Jogos Olímpicos de 2016 e da cidade do Rio de Janeiro.

Ponte do Fundão

A ponte sul da Ilha do Fundão, atualmente em obra e com previsão de inauguração em outubro deste ano, foi projetada para desafogar o trânsito intenso na saída da ilha e servir como cartão postal para quem chega à cidade do Rio de Janeiro, vindo, sobretudo, do aeroporto internacional do Galeão - Antônio Carlos Jobim. Construída sobre o canal do Fundão, a ponte liga o Sul da Cidade Universitária, pela avenida Pedro Calmon, à Linha Vermelha, na direção do Centro da cidade, em sentido único (duas pistas para saída de carros da ilha). Além da arquitetura, a obra de arte chama atenção pelo modelo de contratação e gestão da obra e sua inserção em um projeto mais amplo de revitalização de uma área deteriorada da baía de Guanabara.
"A revitalização ambiental do Canal do Fundão responde a um passivo ambiental de muitos anos, que é o assoreamento desta área. Aqui existiam nove ilhas que foram aterradas entre as décadas de 40 e 50 e viraram uma ilha só. Além disso, no lado do continente, houve o crescimento de comunidades no entorno que também contribuiu para a diminuição da passagem de água, estreitando o canal. Isso provocou o assoreamento intenso da região. Indústrias de todos os tipos, curtume, metalurgia etc. contribuíram para a contaminação tóxica dos sedimentos da região, numa época em que a legislação ambiental não era rígida", explica o subsecretário de projetos e intervenções especiais da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro, o engenheiro Antônio da Hora.
Desassoriar, dragar e ver onde lançar esses sedimentos contaminados: aí vem um dos principais desafios do projeto, intensamente discutido não só dentro da área técnica do governo, mas na comunidade acadêmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que é quem vai receber os sedimentos. O projeto foi debatido entre o Governo do Estado, as empresas contratadas, a Fundação Universitária Bio-Rio e o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras. Ficou pronto em 2008 e começou a ser executado em maio de 2009, com previsão de término em dezembro de 2011.
O gasto total das obras é de R$ 292.250.000. Sobre o modelo de financiamento adotado, a lei estadual 3.467 de 14/9/2000 (artigo 101) permite que multas sejam convertidas em obras e serviços ambientais. O dinheiro vem, então, da Petrobras, por meio de um convênio assinado entre a empresa, o Governo do Estado, a Procuradoria do Estado e a Fundação Universitária Bio-Rio. À medida que é atestado que o dinheiro foi empregado na obra, multas da empresa são abonadas. O dinheiro sai dos caixas da Petrobras diretamente para a UFRJ, por meio de sua fundação, que é quem fez os editais de contratação, os pagamentos e a fiscalização das obras. O governo acompanha o projeto para ver se cada etapa foi cumprida conforme o proposto.
No projeto inicial, seriam gastos R$ 194.740.000 e haveria um conjunto menor de obras: dragagem de 4 mil m do canal, o plantio e recuperação de manguezais e o paisagismo das áreas da Cidade Universitária onde estão sendo depositados os resíduos contaminados oriundos da dragagem. Mas os resultados positivos ? diminuição do odor ruim e melhoria dos aspectos ambientais e estéticos do local com as obras feitas até então ? fizeram com que o Estado e a Petrobras resolvessem ampliar o projeto para um conjunto maior de obras: extensão do trecho dragado, o saneamento e urbanização de uma vila com 1.700 residências, a saída Norte da Ilha do Fundão para a Ilha do Governador e a ponte estaiada. Para esse conjunto de obras da segunda fase, foi feito um aditivo de contrato no valor de R$ 97.510.000.
A primeira fase do projeto envolve a dragagem de 4 mil m do canal, o plantio e recuperação de manguezais e o paisagismo das áreas da Cidade Universitária onde estão sendo depositados os resíduos contaminados oriundos da dragagem. A segunda etapa inclui extensão do trecho dragado, o saneamento e urbanização de uma vila com 1.700 residências, a saída Norte da Ilha do Fundão para a Ilha do Governador e a construção da ponte estaiada.
A ampliação da região dragada de 4 mil m para 8 mil m é uma reivindicação da Associação das Empresas do Caju e da Ilha do Fundão (AECI), que estima que a melhoria do canal possa gerar cerca de 6 mil novos empregos. Já a ponte estaiada e a urbanização da vila são reivindicações da UFRJ, como consta no Plano Diretor UFRJ 2020, aprovado pelo Conselho Universitário em novembro de 2009. A expectativa de circulação na ponte é de cerca de 20 mil a 25 mil veículos por dia, segundo Antônio da Hora.
O projeto da ponte
A ponte foi projetada pelo arquiteto Alexandre Chan, da PCE Projetos e Consultoria de Engenharia, o mesmo que projetou a ponte sobre o lago Paranoá, no Distrito Federal, considerada em termos técnicos não uma ponte estaiada, mas uma ponte de arcos com cabos, embora também possua estais. A luminotécnica ficou a cargo de Peter Gasper ? iluminador nascido na Alemanha que fincou carreira no Brasil projetando as luzes de obras grandiosas como o Sambódramo (RJ), a Catedral de Brasília, a Praça dos Três Poderes (DF), o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (RJ), todas obras de Oscar Niemeyer, a barragem de Itaipu e a recente iluminação do Cristo Redentor (RJ). O cálculo estrutural foi feito pela V. Garambone Engenharia e a obra está sendo executada pela Construtora Queiroz Galvão.
A ponte possui pilone único, construído em concreto armado, que ancora 15 estais metálicos em plano central único, dispostos em formato leque-harpa e apoiando tabuleiro em progressão longitudinal de caixas de concreto armado visando à construção por balanços sucessivos, contrabalançados por três pares de estais traseiros em dois planos. A opção pela ponte estaiada e pelo apoio único se deu pelas condições do solo, que tem partes aterradas nas duas margens, sendo o solo do continente desprovido de terreno seco disponível. A solução foi localizar o apoio único na Ilha do Fundão.
As obras da ponte começaram em julho de 2010 e têm previsão de término em outubro de 2011. Na segunda semana de junho, o quarto estai foi colocado, faltando 11 para a conclusão da obra. De dez em dez dias um estai é colocado. "O sistema estaiado tem caído no gosto não só pela beleza, mas porque permite a construção progressiva das lajes, o que facilita a construção", opina o arquiteto Alexandre Chan.
A altura do pilone único é de 95,5 m a partir do bloco de fundação até o mastro do para-raios e sinalização de navegação aérea. Seu formato é compacto, evitando as soluções em A ou Y invertido, retratando os esforços estruturais principais provenientes dos estais. A área do bloco principal de fundação é de 360 m². Não há pilares de apoio nas águas do canal, opção feita em nome do meio ambiente e da proteção dos manguezais existentes na região.
O tabuleiro básico da ponte é formado por duas pistas separadas pelo plano único de estais, de mesmo sentido de trânsito, e largura livre de 4,5 m cada. Segundo Chan, as pistas são maiores do que as tradicionais, de cerca de 3,5 m de largura, para dar mais conforto aos motoristas. Não há passeios para pedestres ou vias para bicicletas. O tabuleiro é construído em concreto armado aparente, em lajes modulares em formato usual de caixas para serem montadas em balanços sucessivos, com perfil ascendente da ilha para o continente.
O vão de travessia do canal sustentado por estais é de 172 m. O comprimento total da ponte é de 780 m. A área total da obra, incluindo a rótula de acesso, é de 11.550 m². Há 70 estacas em blocos de fundação no pilone e 27 estacas em cada um dos dois blocos traseiros.
O percurso da ponte começa em uma rótula que conjuga a avenida Pedro Calmon e outras vias internas da Ilha do Fundão, prossegue em mão única permitindo troca de faixa até o interior da ponte, onde não há opção para troca de faixa. Esta condição é recuperada após o último estai, já no continente. Deste ponto, as duas faixas prosseguem em curva até sua conversão em uma única em acomodação com a Linha Vermelha, sentido Centro da cidade e zona Sul.
O curto percurso e a busca da simplificação no projeto estrutural levaram à opção pela bifurcação da pista junto ao pilone, diminuindo a velocidade de acesso e obrigando à escolha prévia das faixas, sem opção de desvio no interior da ponte, dividida pelo plano de estais.
A altura livre mínima para navegação, no início da ponte, é de 9,9 m, o que permite a passagem de embarcações de pequeno porte. Segundo o arquiteto, não houve exigências quanto à altura para navegação, por isso o desenho do tabuleiro é quase reto.
A opção pelo concreto armado foi um diálogo entre o arquiteto e a construtora. Embora o arquiteto preferisse o aço, o concreto foi escolhido para facilitar a execução da obra e o cumprimento dos prazos. O aço só seria essencial no caso de uma estrutura muito pesada ? o que não é o caso de uma ponte de apenas duas faixas e sem passagem de pedestres ? ou se houvesse estruturas muito finas, como um pilone mais fino. O cimento utilizado é em cor clara e não será pintado.
Para a construção das pistas, foi feita uma modulação do terreno na região do pilone. Em cima disso, será feito um paisagismo com palmeiras imperiais, arbustos e flores brancas. Na avenida e nos canteiros não haverá projeto de iluminação, que ficará restrita ao vão estaiado.
O paisagismo também é um projeto de Alexandre Chan. Além das áreas de acesso à ponte, o projeto inclui o paisagismo das duas áreas onde serão despejados o material contaminado resultante da dragagem. As áreas com paisagismos não são prioritariamente destinadas a passeio. Haverá espaço para caminhadas, mas não para bicicletas, por exemplo, porque o terreno com o material contaminado não suporta. Por isso também não haverá iluminação nos jardins.
No projeto paisagístico, há também um repuxo de 20 m de altura, que já está pronto, situado no canal, próximo à ponte. Ambos, na opinião do arquiteto, são o símbolo da revitalização ambiental da Ilha do Fundão. "O repuxo, por exemplo, faz parte do projeto paisagístico e é um símbolo do projeto, já que as águas estão mais purificadas. Podemos ver uma água do próprio canal, saindo pelo repuxo, agora com aspecto muito mais limpo", diz.
Material contaminado
A Revitalização Ambiental do Canal do Fundão é considerada uma das maiores dragagens de material contaminado do mundo. Várias dragas, de tamanhos diversos, foram utilizadas no processo de aprofundamento do canal. A areia retirada foi utilizada pela prefeitura da própria Cidade Universitária em suas obras. Já o material contaminado foi depositado nas chamadas "geobags", bolsas enormes de malha sintética que podem chegar a 80 m de comprimento por 27 m de largura e 2,4 m de altura.
As "geobags" com material contaminado estão sendo depositas em áreas da própria universidade e ficarão ali, como substratos do solo. O terreno é impermeabilizado por baixo, o material geocontido e depois impermeabilizado por cima. Essas áreas serão devolvidas para a universidade urbanizadas e com paisagismo desenvolvido pelo arquiteto Alexandre Chan.
Na primeira fase do projeto, foram dragados 200 mil m3 de material contaminado. No total, serão dragados 450 mil m3. O material não contaminado é transportado em barcos e jogado no mar, em área licenciada. Além da dragagem, a revitalização contou com a recuperação de 145 mil m² de manguezais e o plantio de novos 180 mil m2.

sábado, 20 de agosto de 2011

O sucesso consiste em não fazer inimigos

Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar.
Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.
Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo,parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é!
A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho.
Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos". 
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória".
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências."

Texto de Max Gehringer

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

LED substitui luz solar em plantações

De acordo com o site Dvice, uma empresa holandesa, chamada PlantLab, está aumentando a produção mundial de alimentos por cultivar as plantações em locais fechados, usando luzes de LED.
A companhia explica que as plantas, na verdade, só precisam das ondas de luz solares vermelhas e azuis, pois ficar exposta a todo o espectro do sol pode ser até prejudicial para seu crescimento. Dessa forma, a PlantLab usa apenas luzes de LED azuis e vermelhas, que permitem que as plantas façam a fotossíntese com mais eficácia, produzindo mais alimento e até usando menos energia.
Na estufa, cada espécie de planta é monitorada por sensores que analisam qualquer variável dentro do ambiente. A empresa precisa continuamente monitorar e ajustar as cores, intensidade, temperatura e quantidade de luz, além da freqüência de irrigação, nutrição com fertilizantes, umidade do ar e níveis de CO2.
Outro ponto positivo apontado pela companhia é que, como as plantações permanecem em um local fechado, não há perigo de doenças, pragas e, portanto, não há necessidade de usar pesticidas. No entanto, o preço do LED ainda é caro para que essas "florestas artificiais" se tornem comuns. Assim que a tecnologia LED baratear, a PlantLab espera poder construir essas "fazendas" em diversos lugares do mundo: da Antártica à Lua.
No vídeo abaixo, você pode ver como funciona a plantação com luzes de LED.

Fonte: Olhar Digital

Milho Bom

Esta é a história de um fazendeiro que venceu o prêmio "milho-crescido".
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava o maior prêmio.
Uma vez um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivou o milho.
O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do milho dele com seus vizinhos.
"Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos quando eles estão competindo com o seu em cada ano ?" - perguntou o repórter.
Por que?" - disse o fazendeiro,
- "Você não sabe?
O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo.
Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho.
Se eu for cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a cultivar milho bom".
Ele era atento às conectividades da vida.
O milho dele não pode melhorar a menos que o milho do vizinho também melhore.
Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz.
Aqueles que querem viver bem têm que ajudar os outros para que vivam bem.
E aqueles que querem ser felizes têm que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
A lição para cada um de nós se formos cultivar milho bom, nós temos que ajudar nossos vizinhos a cultivar milho bom.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Consultor e voluntário

Com certa frequência, em função de minhas incursões como consultor e de minhas atividades como voluntário em algumas organizações (Rotary Clube, ACM, Associação de Aposentados), tenho sido convidado a realizar palestras em clubes de Rotary sobre temas entre os quais se incluem tecnologia da informação, marketing, inteligência competitiva, ou aumento do quadro de asociados.
Em cada uma das oportunidades que clubes de Rotary me oferecem, procuro estimular os presentes a considerarem tanto as organizações empresariais, como as organizações que prestam serviços com base em atividades voluntárias de profissionais conceituados e líderes em seus segmentos profissionais, como sendo organizações análogas, que se valem da mesma matéria prima: a mão de obra e o conhecimento de profissionais capacitados em gestão de negócios. Ambas organizações prestam serviços a clientes, de alguma forma. As organizações empresariais assim o fazem, com a colocação, no mercado, de seus produtos, ou serviços, que devem atender às necessidades dos clientes, com qualidade, preço justo e atendimento pós-venda compatível com a expectativa do cliente. Já as organizações que fundamentam seus serviços em atividades voluntárias, também colocam serviços no mercado, mas não em um mercado representativo em termos de retorno financeiro de curto prazo e sim em um mecrado via de regra carente de produtos intangíveis, como educação básica, saúde, saneamento básico, ou formação profissional, para não citar outros tantos segmentos.
Lembro sempre, que os profissionais, empresários, gestores de negócios podem e devem dar mais atenção a este segmento de mercado, pois os resultados positivos daí advindos, resultarão em benefícios diretos, o indiretos, para as organizações empresariais cujos profissionais cedem parte de seu tempo de lazer, ou de convívio com a família, em favor daqles menos favorecidos, momentaneamente.
Por que não aplicar as técnicas empresariais e parte de recursos financeiros em ações e projetos de cunho voluntário, visando uma maior sustentabildade social? Por que imaginar que o profissional de uma organização empresarial deve ter comportamento diferene, quando vinculado a uma atidade voluntária?
Em uma das palestras que fiz sobre aumento do quadro de associados em um Rotary Clube, em lugar de apresentar um quadro geral dos processos e procedimentos de Rotary, visando o aumento do número de associados, procurei mudar o foco da abordagem, para uma visão dos princípios que o clube utilizaria para cumprir o objetivo de aumento de associados.
Escolhi, ao acaso, um dos associados do clube e indaguei sobre sua profissão, função na empresa em que trabalhava, se ele tinha conhecimeto sobre como seria realizada a seleção de pessoal em sua organização e, finalmente, se ele poderia me dizer porque seu clube precisava aumentar o quadro de sócios. Não me causou surpresa as respostas às três primeiras perguntas, principalmente para a terceira, quando foi feita uma explanação consistente sobre a forma e critérios de seleção. Para a última pergunta, observei certo embaraço para apresentar a resposta. Ou seja, com relação à atividade desenvolvida na organização empresarial o conhecimento era sólido, firme. Já com relação ao seu clube de Rotary o associado consultado não tinha conhecimento da razão pela qual o número de associados precisava ser ampliado. A resposta dada, em linhas gerais, poderia ser traduzida pelo clássico "é para cumprir uma diretriz maior, com relaçao ao período rotário" - período de um ano, que começa em 1º de julho de um ano e termina em 30 de junho do ano seguinte.
Resumindo, para a organização empresarial, o aumento do número de colaboradores tem sempre como base, a demanda apresentada por novos projetos, novos serviços, ou produtos que serão ofertados ao mercado e outros pontos similares. Já para a organização de prestação de serviços voluntários, as questões básicas e elementares a qualquer aumento no número de colaboradores não apresntaria qualquer relação com demandas à organização.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Escultor espanhol reproduz Jesus crucificado

Um artista espanhol criou, com base em dez anos de estudos do Santo Sudário, uma escultura que mostra Nosso Senhor Jesus Cristo crucificado, coberto de ferimentos e ensanguentado, que segundo ele seria uma reprodução fiel de seu estado físico depois de sua morte.
O escultor e professor da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro, disse à
BBC Brasil que “essa imagem só pode ser compreendida com olhos de quem tem fé”.
“A princípio, ela pode chocar pelo realismo, mas ela reproduz, com fidelidade, a
cena do calvário”, completou o autor, que levou mais de dois anos para concluir sua obra.
A escultura detalha cada ferimento no corpo de Cristo a partir de dez anos de
estudos de Miñarro sobre o Santo Sudário, o tecido que teria coberto o corpo de
Jesus em seu sepultamento, além de pesquisas promovidas pelas universidades de  Córdoba, que tomou a iniciativa de criar a escultura, e de Sevilha.
A escultura do Cristo ensanguentado esteve exposta no dia 11 de março de 2011,  na Igreja Pedro de Alcântara, na cidade de Córdoba, e saiu em procissão pelas ruas da cidade durante a Semana Santa.
‘Exatidão matemática’
Com base na análise do sudário, o escultor quis reproduzir “com exatidão matemática” as perfurações causadas pela coroa de espinhos, as feridas decorrentes da flagelação e as lacerações produzidas pelas quedas durante a Via Crucis.
A estatura, o tamanho da cabeça, tronco e extremidades, a fisionomia do rosto e até o detalhe do pé esquerdo sobrepondo-se ao direito têm como referência a relíquia histórica.
A pesquisa também incluiu investigações sobre o material usado nos chicotes com bolas de metal nas pontas usados para açoitar Jesus. A reprodução da coroa de espinhos foi feita com galhos de uma planta chamada jujube (zizyphus spina christi), usada para construir o instrumento de tortura.
Uma equipe de médicos fez um estudo hematológico para diferenciar as marcas de sangue derramado antes e depois da morte de Cristo, para que a pintura da escultura pudesse refletir essa diferença, especialmente nas chagas das costas, mãos e pés.
O autor chegou a trazer areia de Jerusalém para reproduzir as marcas das quedas durante o calvário nos joelhos e tronco de Jesus.

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Comprar sem perder tempo

A Coreia do sul apresenta uma nova forma de comprar sem perder tempo. Veja o vídeo.

COMLURB - Limpeza urbana de primeiro mundo


Palco: Rua Espumas, Ilha do Governador, Rio de Janeiro.
Há mais de 20 dias os garis juntam folhas que caem das amendoeiras na Rua Espumas, Ilha do Governador. O caminhão da COMLURB não passa para recolher. Pagar taxa de lixo para que? Reclamar com quem?
As cenas: vide nas laterais.

Colesterol não é o inimigo que você foi induzido a crer

O Dr. Lundell Dwight, MD, com mais de 25 anos em cirurgias cardíacas aponta tremendo erro médico. Estará certo? 
O Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar. Ele é o autor de "A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"
Veja o texto a seguir, escrito por ele.
Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...
Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico. Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.
A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo tem criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.
Apesar do fato de que 25% da população tomam caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.
Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.
Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelha e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.
Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.
Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.
Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.
O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.
Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação. Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.
Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.
A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).

Administradores - Sempre Definam as Regras do Jogo

Vejam quanto ilustrativo o comentário do Stephan Kanitz, em seu blog, com post de 08/08/2011.
Imagine-se técnico da seleção da economia brasileira.
O Brasil está perdendo o jogo da globalização por 4 a zero. Você se reúne com seus assistentes economistas para analisar as opções:
A primeira opção é mandar todo o time para o ataque.
Isto significa incentivar a indústria brasileira a adotar programas de qualidade e produtividade, apoiar as exportações, investir em tecnologia e aumentar a competitividade.
É o que nossos governos têm feito desde 1950, sem muito sucesso, vamos ser totalmente honestos.
Outra opção seria criar uma enorme confusão no meio de campo, provocar a expulsão de adversários como a Alca e o FMI e anular a partida, já que as regras foram inventadas por eles.
Esta tem sido a tática da Cepal, do pessoal da Moratória, MST, Unicamp etc.
Estas são basicamente as duas únicas opções discutidas há 60 anos pela maioria dos especialistas e partidos políticos.
Existe ainda uma terceira opção, pouco analisada, que parte da percepção que temos perdido a maioria dos jogos econômicos porque ficamos o tempo todo tentando entender ou então mudar as regras dos outros.
Só que quando finalmente aprendemos os truques e os macetes, as regras já mudaram. Esta é a tragédia do nossos Professores Marxistas, que ainda acham que indústria é a produção de Rolls Royce para ricos, com margens de lucro de 90%.
A verdade é que nunca vamos ganhar jogos com regras escritas por outros, nem copiando o neoliberalismo, como fez FHC, nem copiando os escritos de Karl Marx, como quer a FFLHC.
Jogos econômicos são ganhos muito antes do time entrar em campo, nos meses de treinamento intensivo, na organização e administração do time.
E a tragédia é que o Brasil sempre entra em campo anos depois do jogo ter começado.
Precisamos nos preparar para o próximo jogo internacional.
Precisamos nos preparar para os jogos e as regras que estarão por vir, e até criar nossos jogos com nossas regras.
Algo que nunca fizemos. Lemos textos internacionais, usamos inflation targeting, esquecendo que nós fomos os que mais deveríamos entender de inflação, e não um acadêmico sueco.
Tudo isto pode parecer muito óbvio, mas nunca foi feito.
Estamos sempre atolados e discutindo os problemas econômicos do passado sem tempo para discutir as tendências do futuro.
Perdemos anos corrigindo o passado, como a Constituição de 88, e não discutindo as possibilidades do futuro.
Pior, nossos políticos e nossa imprensa só ouvem aqueles que explicam o presente e não aqueles que deslumbram o futuro. Por definição, o futuro não é notícia porque ainda não aconteceu.
“Qual será o próximo jogo econômico internacional?”, é portanto a pergunta cuja resposta vale ouro.
Infelizmente, não tenho espaço (aqui na Veja) para me estender convincentemente neste assunto. Por isto, vou dar um exemplo dos jogos possíveis, um exemplo didático, não uma proposta concreta.
Um dos jogos que deslumbro é o turismo da terceira idade de média renda.
O mundo está envelhecendo e com os progressos da ciência, a população de primeiro mundo estará vivendo cada vez mais.
Cidades como Miami, Costa Brava e Lisboa ficarão pequenas para acolher os milhões de velhinhos e velhinhas aposentados dos Estados Unidos e da Europa, que fogem dos rigores do seu inverno.
Se estivermos preparados, eles poderiam escolher cidades mais quentes e mais baratas, como Salvador, Fortaleza, Natal e Maceió, cidades com a tradicional hospitalidade brasileira.
Um milhão de velhinhos com aposentadoria anual média de US$ 20.000 para gastar, nos traria 20 bilhões de “exportações” por ano.
Dois milhões de velhinhos resolveriam para sempre nossos problemas cambiais e o Nordeste seria mais rico do que São Paulo.
Mas para que o Brasil participe deste jogo, precisaríamos nos preparar desde já.
Em vez de construir hotéis de luxo, teríamos que construir milhares de flat-services.
Em vez dos cassinos que muitos querem criar, teríamos de construir dezenas de campos de golfe, se o MST permitir.
Em vez de boates precisaríamos de bingos, quadras de bocha e piscinas térmicas além de resolver nossos problemas de segurança.
Mais importante, seria a construção de centros ortopédicos e geriátricos de qualidade internacional, o que nos traria ainda mais divisas.
E aqui, caro leitor, vem o ponto crucial.
Estes investimentos levam tempo para serem feitos.
E uma vez feitos, um hospital cardiológico ou ortopédico leva no mínimo dez anos para ganhar reputação internacional.
Ou seja, já estamos atrasados e podemos perder também este barco, porque nunca pensamos nos próximos jogos do futuro, somente nos erros do passado.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Uma faca muito original

A Cardsharp® é a primeira inovação real em facas, do tipo canivete, desde o aparecimento da primeira faca dobrável há mais de 2.000 anos e que continua praticamente a mesma até o atual "Swiss Army penknife" (canivete do Exército Suíço).
A Cardsharp® é mais fina, mais leve, e devido ao uso de aço inoxidável cirúrgico na fabricação da lâmina, é mais afiada. De fato, tão afiada que mais de uma unidade tem sido vendida a cada minuto, em horários de pico.
Três engenhosas operações de desdobramento transformam a Cardsharp® de seu tamanho de cartão de crédito em uma faca utilitária, em um lampejo de origami altamente Tecnológico – veja um vídeo interessante.

Inventada por Iain Sinclair, a Cardsharp® foi originalmente projetada como uma lâmina cirúrgica muito leve, que pode ser facilmente transportada (adequada para kits de primeiro socorro e de sobrevivência) e que pode ser guardada com segurança por hospitais e centros médicos, além de paramédicos e colaboradores em todo o mundo
(sem a necessidade de usar recipientes caros para cobrir a lâmina, porque o gume da faca é automaticamente coberto quando ela é fechada).
A versão para consumo em massa foi lançada, originalmente, em dezembro de 2010 e penetrou, imediatamente, nos mercados de engenhocas (gadgets) e produtos para atividades ao ar livre, jardinagem, artes, além de servir a entusiastas em todo o mundo (o vídeo original de promoção no YouTube obteve, rapidamente, mais de
500 mil hits).
A Cardsharp® é uma peça engenhosa que estimula conversações -- uma ideia brilhante que desliza com segurança para dentro de sua carteira ou mochila (o mesmo fator de forma de um cartão de crédito).
A Cardsharp® já é distribuída em todo o mundo, mas está disponível exclusivamente no website da empresa (iainsinclair.com) pelo preço de venda recomendado de USD $ 25 (o preço inclui a embalagem ultra fina e ecológica, para presente).
Veja abaixo o vídeo de abertura da embalagem.

A Cardsharp® é uma ótima faca para chefes de cozinha. A lâmina é afiada, longa e fina o suficiente para cortar pão e extremamente útil para cortes bem finos de vegetais, como tomate, pepino, alho, etc.
Apropriada para uso em acampamento e expedições, a Cardsharp® é uma ferramenta essencial de companhia e sobrevivência nas atividades ao ar livre. Fabricada à prova de água e à prova de lava-louças, não enferruja como os canivetes convencionais – e não há problemas de fricção, porque não tem as articulações convencionais.
Benefícios
A tecnologia única de lâmina cirúrgica da Cardsharp® criou um gume extra longo, de 65mm, em aço inoxidável, que faz o corte da faca durar, sem ferrugem, por mais tempo (o gume da lâmina de uma faca utilitária convencional é de apenas 25mm, mais ou menos).
A Cardsharp® pesa apenas 13 gramas (facas utilitárias regulares, do tipo Stanley, pesam em torno de 150g; as facas da Leatherman, com lâminas do mesmo tamanho, pesam em torno de 85g; os menores canivetes do Victorinox, do tipo Exército Suíço, pesam em torno de 23g).
Menos peso significa maior conveniência para carregar e guardar, além de menor pegada de carbono.
A Cardsharp® tem uma bainha de segurança embutida que não pode ser separada da lâmina. A bainha de segurança também ajuda a impedir que a faca perca o corte, como acontece com facas convencionais, que se tornam cegas pelo contato com gavetas e lava-louças da cozinha.
Um novo mecanismo de trava, que também serve para dar proteção às crianças, garante que a faca seja segura quando aberta para uso e segura quando fechada para guardar (quando está aberta, a lâmina é travada solidamente e não treme, possibilitando cortes de alta precisão).
O polipropileno foi escolhido para o cabo, porque a estrutura molecular única desse polímero permite uma quantidade infinita de dobragens de até 180 graus, sem que a articulação se estrague e, assim, esse recurso é garantido por toda a vida.
Dimensões do produto: 85,6 x 54 x 2.2 mm (mesmo tamanho do cartão de crédito).

Fontes: Iain Sinclair Design Ltd ; PR Newswire Brasil .

Quarteto Mozart

Boa música, com uma maneira mais divertida de se ver. Belo trabalho musical apresentado pelo moz'ART Group.
O Grupo polonês faz apresentações musicais pelo mundo tratando as músucas, clássicas e populares sob ânguo muito divertido e inusitado. Eles afirmam que procuram tratar a música com humor e ironia, sem ter nada contra.
O Grupo é formado por quatro instrumentistas com boa formação musical, graduados nas mais conceituadas Academias de Música em Varsóvia e Łódz. Decidiram tocar música clássica de uma forma divertida e criaram um clube noturno musical, único no mundo, onde a música, e não as palavras são a fonte de brincadeiras e risos.
Eles tocam juntos desde 1995. No início se apresentavam de forma musical jocosa em pequenos musicais no Canal Plus Television. A aparição ao público ocorreu em 1997 na PAKA, uma competição para jovens clubes noturnos poloneses, em Krakow. No mesmo ano eles apresentaram seu primeiro programa em clubes noturnos entitulado "Mozart's Still Alive" e desde então têm apresentado concertos na Polônia, Japão, china, Estados Unidos, Bélgica, França e Suiça.
O Moz'ART GROUP já recebeu prêmios de grande significado como o Grand Prix do XVIII Festival de Sátire e Comédia, em Lidzbark; "Pingwin z brazu" (o Pinguim de Bronze), em Zielona Gora, uma espécie de capitólio informal dos clubes noturnos da Polônia. Uma das mais importantes performances do grupo foi um concerto com Bobby McFerrin no Congress Concert Hall em Varsóvia.
Veja o vídeo abaixo e entenda como são as apresentações do Grupo.

Fonte: YouTube

domingo, 7 de agosto de 2011

As salpas

As incríveis formações de SALPAS, um exército contra o aquecimento global.
As salpas (Salpidae) são umas pequenas medusas do tamanho de uma polegada humana que parecem uma bola de gelatina, e habitam em grandes quantidades nos oceanos do mundo, especialmente nas águas gélidas da região antártica e nos mares do norte.
Recentemente, as colônias de salpas começaram a avançar em zonas mais quentes: são uma espécie de manto que segundo as investigações, poderia ser um dos maiores contribuintes em um processo natural para reverter o aquecimento global.
As Salpas consomem cada dia uma impressionante quantidade de fitoplancton (plantas microscópicas fotosintéticas, contedoras do carbono na superfície do oceano) para descartá-lo e sepultá-lo em forma de bolinhas fecais no fundo do mar.
As salpas, vivem em colônias que parecem dançar na água flutuando como se fossem um exército com formações incríveis.
Em zonas do Atlântico norte, foram detectados cardumes de salpas que no verão cobriam superfícies de até 100.000 kilômetros quadrados. Segundo as estimativas dos estudos realizados, as salpas seriam capazes de consumir em um só dia 74 % do fitoplancton contedor do carbono na superfície, e assim umas 4.000 toneladas de carbono seriam sepultadas com as fezes em águas profundas, os dejetos afundando até 1000 metros cada dia.
Segundo estimativas, os cardumes de salpas são maiores quando aumenta a temperatura nos mares. Seriam um modo natural de equilibrar o aumento do gás do efeito invernadeiro e o aquecimento global.
O planeta se dá conta de que não estamos fazendo nada por cuidá-lo e decidiu contratar seu próprio sistema de limpeza. Por sorte não continuaremos atrapalhando o trabalho.
Veja o slideshow a seguir.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O risco para doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são consideradas uma das principais causas de morte em todo mundo. Somente nos Estados Unidos, no ano passado, 450 mil pessoas morreram em decorrência dessa doença. No Brasil a taxa foi de 180 mil. Além da herança genética, o estilo de vida de cada pessoa – sedentarismo, fumo, estresse, entre outros – interfere na saúde cardíaca. O colesterol elevado é considerado o inimigo número um do coração. Mas, o verdadeiro vilão da história e a homocisteína.
Aminoácido natural, a homocisteína é produzida após a ingestão de carnes e laticínios. Ela surge em nosso organismo como um produto do metabolismo da metionina e é convertido em cistationa, um aminoácido. Esse é o caminho natural da homocisteína no organismo. Se esse ciclo não for corretamente seguido, pode haver prejuízo à saúde. O excesso da substância no sangue provoca o aumento do risco de coágulos e entupimento das artérias, e contribui para a formação de depósitos de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. É a homocisteína, e não o colesterol, a substância que dá início às lesões vasculares que causam o infarto.
O nível de homocisteína elevado no sangue, como o de colesterol alto, aumenta o risco de doenças cardíacas, podendo evoluir para um infarto, até mesmo em pessoas jovens. Só que o índice elevado de homocisteína é considerado um fator de risco para doenças cardiovasculares muitas vezes pior e mais preciso do que o colesterol. O que agrava ainda mais o aparecimento de doenças coronarianas é que a homocisteína acelera a oxidação do LDL (o mau colesterol) aumentando ainda mais os danos vasculares. Ou seja, a concentração de colesterol pode estar normal, mas se o nível de homocisteína no sangue estiver alto, o prejuízo ao coração acontece de forma mais rápida do que se acontecer o contrário.
Para que a homocisteína não cause danos são necessários elementos naturais que regulem as reações da substância no organismo. As vitaminas B6 e B12, betaína e acido fólico são responsáveis em manter a concentração de homocisteína normalizada. Estudos apontam que os altos níveis de homocisteína no sangue podem estar relacionados com a deficiência dessas substâncias. Uma dieta alimentar adequada, rica em frutas cítricas, vegetais – especialmente os de folhas verdes – cereais, lentilha, aspargo, espinafre, feijão pode evitar os altos níveis da substância inimiga do coração.
Pessoas com doenças coronarianas têm o risco 10 a 15 vezes maior de sofrer um infarto se a concentração da homocisteína estiver elevada e cerca de 10% a 20% dos casos de doença cardíaca também são causados pelos altos índices da substância. A homocisteína é medida por meio de um simples exame de sangue. O nível saudável está entre 5 e 15 micromoles por litros (mmol/l). Nos países desenvolvidos esse tipo de exame se tornou obrigatório. A homocisteína ainda é desconhecida por grande parte da população, principalmente no Brasil. Os riscos que os altos índices da substância podem causar são sérios, e está provado que ela é bem pior que o temido colesterol.

Fonte: Blog SOS Ortomolecular

O Big Ben

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Sensacional mergulho em Bali

Veja este vídeo mostrando o fundo do mar em Bali.

Bom Gerente?

A Manager who expects 'things to get done' but fails to demonstrate a vision of how it should all come together or facilitate and empower the process, is not managing nor is (s)he a leader but a liability as (s)he sets everyone up for failure.

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